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Tag Archive | "Reciclagem"

Curitiba promove troca de lixo por alimentos de qualidade


A cidade de Curitiba, uma das mais verdes do Brasil e reconhecida, entre outras, pela sua estratégia de mobilidade sustentável, está a pedir à população que troque resíduos recicláveis por alimentos de qualidade.

O programa chama-se Câmbio Verde e permite ao cidadão curitibano juntar quatro quilos de lixo para ter direito a um quilo de frutas, legumes ou verduras frescas – os alimentos são cultivados por pequenos horticultores da cidade e sua região metropolitana.

Segundo o Planeta Sustentável, o Câmbio Verde permite também a troca de dois litros de óleo usado – seja ele animal ou vegetal – por um quilo de alimentos, sendo possível fazer essa troca a cada quinze dias. Para tal, cem postos de recolha foram disponibilizados em toda a cidade, cada um com os seus dias e horários em que recolhe os resíduos e entrega os alimentos.

O programa procura reduzir a quantidade de lixo e ajudar as populações menos favorecidas – com rendimentos mensais entre zero e 3,5 salários mínimos. Por outro lado, dá força aos pequenos agricultores rurais para conseguir escoar toda a sua produção.

Nos 1980, Curitiba já tinha inovado com a troca de lixo orgânico por bilhetes de autocarros. O programa foi tão bem sucedido que a prefeitura de Curitiba criou modalidades como o Câmbio Verde Solidariedade, para oferecer alimentos a entidades assistenciais da cidade.

Outra das variáveis é o Câmbio Verde Especial nas Escolas. Nele, alunos de escolas públicas municipais podem trocar resíduos recicláveis por brinquedos, cadernos, chocolates e até bilhetes para espectáculos.

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Continente é quem mais recolhe rolhas em Portugal (com VÍDEO)


O Continente é o parceiro do Green Cork que mais rolhas recolhe em Portugal, de acordo com a ONGA (Organização Não-Governamental de Ambiente) Quercus. Em comunicado, a entidade avança que já foram entregues 200 toneladas de rolhas de cortiça nas lojas do Continente, o que permitiu à Quercus distribuir milhares de árvores autóctones para iniciativas de rearborização.

Só em 2012, com a iniciativa Rolhas que Dão Folhas, promovida pelo Continente, foram entregues mais de 45 mil sacos de rolhas pelas 854 escolhas participantes. “Com ponto de recolha em todas as lojas do país, o Continente é o maior parceiro na recolha de rolhas, com mais de 90% dos totais recolhidos anualmente”, explica a Quercus.

O projecto tem por objectivo recolher as rolhas de cortiça, enviá-las para reciclagem e, deste modo, promover a cortiça e financiar a rearborização, através do projeto Floresta Comum. No sábado, foi lançada uma nova campanha de recolha de rolhas para escolas e IPSS.

A campanha decorre até 5 de Junho e vai premiar as quatro entidades que se destacarem em termos de recolha de rolhas. O prémio pode variar ao nível do local, mas consistirá sempre numa visita a um espaço que respeite os valores naturais e da sustentabilidade e constitua uma experiência de aproximação à natureza e à construção de cidadãos ambientalmente responsáveis.

“A valorização económica da cortiça nas suas diversas aplicações permite a preservação de um dos hotspots de biodiversidade do mediterrâneo e de uma cultura rural e tradicional portuguesa ligada ao montado de sobro. A principal aplicação deste material nobre é a rolha e a possibilidade da sua reciclagem aumenta os benefícios ambientais associados à sua utilização”, explica a Quercus.

“O Continente, reconhecendo a importância de preservação do montado de sobro, empenhou-se com a Quercus em ações de divulgação, sensibilização e promoção da reciclagem das rolhas de cortiça”, continua a ONGA.

Com esta iniciativa, o destino das rolhas deixa de ser o Lixo e passa a ser um Rolhinhas ou o Balcão de Informação das lojas Continente. A partir daqui, e usando apenas a logística já existente sem aumentar as emissões de CO2, as rolhas são encaminhadas para reciclagem.

Recorde o episódio 30 do Economia Verde, sobre este projecto.

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Designer brasileiro transforma material de campanha política em mobiliário (com FOTOS)


As campanhas políticas geram sempre uma quantidade incrível de lixo – brochuras, anúncios, sinais e até promessas vãs. No Brasil, depois de uma das mais concorridas e emocionantes campanhas presidenciais de sempre, o resultado foi a criação de toneladas e toneladas de material político que, mal se soube que Dilma Rousseff seria reeleita, passaram o prazo de validade.

Mas é precisamente aqui que começa o papel de Maurício de Sousa, um arquitecto e designer que desenvolveu cinco peças de mobiliário a partir de material de campanha política usado. Maurício é uma da faces do projecto Mobiliário Político, juntamente com o Mobilize Brasil e a agência de publicidade nova-iorquina J. Walter Thompson.

“Há inúmeras placas publicitárias para vários candidatos em toda a cidade, entupindo os passeios e perturbando a circulação dos pedestres. E poluindo as estradas públicas”, explicou ao Good Marcos de Sousa, editor do Mobilize Brasil.

Muitos destes materiais foram colocados ilegalmente e irão acabar nas lixeiras. Alguns, porém, estarão em breve na casa das pessoas, em forma de mesa ou banco. É essa a ideia do Projeto Mobiliário Político.

“É um exercício de reciclagem que procura olhar para o problema como uma oportunidade. É uma atitude que reflete um cidadão mais consciente, preocupado não apenas com o consumo mas com as fontes de matéria-prima e como se “livrar” do que consumimos. O simples acto de reciclar torna-o o co-autor do processo de design”, explicou Maurício Arruda.

Neste site, Maurício e os parceiros explicam como pegar nos materiais e transformá-los em mesas grandes e pequenas, chapeleiras, bancos e toalheiros. À medida que Portugal entra em novos ciclos eleitorais, seria uma boa ideia reciclarmos – literalmente – algumas das boas ideias do outro lado do Atlântico. Veja alguns dos produtos trabalhados.

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Como reciclar os nossos CD e DVD? (com VÍDEO)


Caro leitor: antes de ler esta notícia, faça um exercício mental. Quantos CD e DVD usados – mas que já não usa – tem em casa? Quantos deles ainda funcionam? Na verdade, há quanto tempo não vê um filme em DVD ou ouve um álbum em formato de CD?

Certamente que, de vez em quando, ainda fará estas actividades, mas não precisará de puxar muito pela cabeça para perceber que, das dezenas ou centenas de CD e DVD que tem por casa, a larga maioria permanece intocada há vários anos.

Foi para cidadãos como o leitor que a Quercus desenvolveu um projecto de reciclagem de CD e DVD – porque, ao contrário de muitos outros resíduos, até agora não havia um local específico para colocar estes objectos. “Apesar de serem praticamente 100% recicláveis, [não havia um sítio específico para os colocar]”, admitiu ao Economia Verde Pedro Carteiro, do Centro de Informação de Resíduos da Quercus e responsável pelo projecto.

Ao longo dos anos, tanto a Quercus como a Agência Portuguesa do Ambiente tentaram encontrar uma resposta para este desafio – onde colocar os CD e DVD? – e ela chegou agora: uma campanha de reciclagem que pretende reencaminhar os discos de policarbonato para reciclagem.

Denominados Ecopick, estes pontos de recolha de CD e DVD existem um pouco por todo Portugal Continental, num total de 420 locais. Toda a campanha não seria possível sem a parceria da Agência Portuguesa do Ambiente.

“[Os CD e DVD] são resíduos urbanos que ninguém quer, mas legalmente não os poderíamos recolher”, explica Pedro Carteiro. “As câmaras são as únicas detentoras dos nossos resíduos”.

No final da campanha, estes resíduos serão exportados para serem reciclados no estrangeiro. Para já, em Portugal, ainda não existe uma empresa que faça todo o processo de reciclagem deste tipo de suportes.

Conheça melhor a campanha no episódio 324 do Economia Verde.

Foto: *** Fanch The System !!! *** / Creative Commons

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Lisboa: festa do caloiro recolhe 1,5 toneladas de embalagens e vidro


Pela primeira vez, a Mega Festa do Caloiro recebeu a certificação ambiental 3R6, da Sociedade Ponto Verde (SPV), o que permitiu a recolha no recinto de mais de 1,5 toneladas de embalagens de vidro para reciclagem e cerca de 700 kg de resíduos indiferenciados, que foram reencaminhados para valorização energética.

Segundo a organização, a totalidade dos resíduos recolhidos no evento foi valorizada e desviada de aterro – 67,59% para reciclagem e 32,41% para valorização energética.

Realizada nos dias 24 e 25 de Setembro no Parque das Nações, em Lisboa, a festa contou com as actuações dos DJ Hugo Rizzo, Mauro Barros, Nelson Cunha e Killa Sound System.

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Maia: projecto-piloto vai tornar taxa de resíduos sólidos mais justa (com VÍDEO)


A Câmara Municipal da Maia está a desenvolver um projecto-piloto de gestão de resíduos com base num contentor inteligente, que abre com uma chave específica e faz a leitura dos resíduos que ali se depositam. Desta forma, pretendem os autarcas, será mais fácil saber que quantidade de resíduos é produzida por uma família ou determinada comunidade, podendo mais fielmente prever as respectivas taxas a pagar.

O projecto, inédito em Portugal, segue uma tendência já existente no resto da Europa e Estados Unidos: os consumidores deverão apenas pagar pelos resíduos que produzem.

“O objectivo [destes contentores] é que, num futuro próximo, a tarifa de resíduos sólidos que hoje é paga pelos cidadãos passe a ser indexada à real quantidade de resíduos que é produzida por cada um, e não por associação ao consumo de água”, explicou ao Economia Verde Carlos Mendes, da Maia Ambiente.

Este princípio do poluidor-pagador levou a câmara maiata, há alguns anos, a introduzir a recolha selectiva e porta-a-porta. Os contentores residenciais possuem também um chip que permite monitorizar a quantidade de resíduos enviados para reciclagem.

“Cada casa tem quatro contentores – os três de reciclagem e um quarto para o lixo indiferenciado. A separação é feita em casa, como sempre, e depois colocamos nos respectivos contentores. A recolha tem dias próprios e marcados”, revelou ao Economia Verde uma moradora do concelho, Ana Barral.

A inovação na gestão de resíduos é estendida aos construtores civis. Quem constrói no concelho tem de ter um compartimento onde aloja os seus contentores. “A equipa da recolha do lixo tem acesso a esta porta e põe o contentor. Isto não existe em mais nenhum lugar, só na Maia”, explicou ao Economia Verde António Gonçalves Fernandes, presidente da Câmara Municipal da Maia.

Este ano, a taxa de reciclagem acumulada do município da Maia vai já nos 33%, um valor bastante superior ao da média portuguesa, que está nos 25%. “Temos uma escala ambiental, uma empresa municipal e fazemos acções de formação. Temos, inclusive, ecopontos próprios para os deficientes colocarem os resíduos sólidos – e vamos a casa deles”, continuou Gonçalves Fernandes. Veja o episódio 314 do Economia Verde.

Foto: Peter Kaminski / Creative Commons

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