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Tag Archive | "Reciclagem"

Woodcycle: o projecto português que ressuscita materiais em fim de vida útil


Idalina Ferraria sempre teve o bichinho da decoração e a paixão pelo ambiente e pelas questões relacionadas com a sustentabilidade futura do planeta. Com base nestes princípios decidiu criar a Woodcycle, um projecto que tem como base o upcycling, ou seja, a utilização de materiais em fim de vida útil para criar novas objectos de maior valor e qualidade.

O projecto surgiu durante a frequência das aulas de Inovação do mestrado em Marketing Relacional, explicou ao Green Savers Idalina Ferraria. “Nesta unidade curricular, como o nome indica, focamos temas que envolvem iniciativas para o desenvolvimento de novos negócios, identificação de novas oportunidades, criação de valor de valor e criatividade”, indica. Assim, aliando o conhecimento e o gosto pela reutilização, Idalina decidiu lançar a Woodcycle, em parceria com o seu irmão Licínio Ferraria, dono de uma carpintaria.

A Woodcycle centra-se na decoração e design, pelo que o projecto terá como missão o desenvolvimento e a criação de peças de decoração inovadoras recorrendo a mobiliário e outros materiais em fim de vida útil de maneira a contribuir para a harmonia ambiental, sustentabilidade e equilíbrio da Terra.

Além de criar peças novas a partir de materiais reutilizados, o objectivo da Woodcycle é poder oferecer aos seus clientes a possibilidade de restauro de peças próprias mas também difundir o conceito do upcycling e os produtos a decoradores de interiores, gabinetes e lojas de decoração.

Idalina vive numa zona serrana “com muitas casas velhas com muito material, como portas e janelas de madeira”, que podem servir como matéria-prima e receberem uma segunda vida. Adicionalmente, a mentora da Woodcycle também visita velharias e lojas de caridade, onde se encontram muitos produtos em fim de vida à espera de serem transformados. Um outro objectivo de Idalina é poder acordar com a sua entidade patronal, uma empresa de cerâmica, a compra de paletes, já que diariamente a firma recebe as matérias-primas necessárias à produção acondicionadas em paletes.

idalina e licinio

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Humanos reciclam há pelo menos 13.000 anos


A reciclagem pode parecer uma invenção das últimas décadas, mas uma descoberta recente indica que este processo existe há pelo menos 13.000 anos. Uma descoberta em Molí del Salt, em Tarragona, na Espanha, indica que os humanos pré-históricos reciclavam os seus bens desde o Paleolítico Superior.

Na descoberta, publicada no Journal of Archaelogical Science, os cientistas identificaram ferramentas que eram alteradas depois de terem sido concebidas para um fim específico, o que indica que essas ferramentas eram recicladas para um outro propósito depois de terem servido para executar a função inicial.

“Para se identificar a reciclagem é necessário diferenciar dois níveis sequenciais de manipulação de um objecto: o momento antes de ser alterado e o momento posterior. Os dois são separados por um intervalo no qual o objecto é sujeito a alterações”, explica Manuel Vaquero, investigador da Universitat Rovira i Virgili, cita o Inhabitat. “Esta é a primeira vez que um estudo sistemático deste tipo foi feito”, acrescenta o investigador.

A investigação indica que embora as ferramentas especializadas, como os implementos de caça, nunca tenham sido feitas de materiais reciclados, outros objectos do dia-a-dia eram criados para um propósito único e quando esse propósito estava cumprido eram convertidos para suprimir outras necessidades.

Esta capacidade de reciclagem dos humanos no Paleolítico terá sido desenvolvida devido à necessidade de preservar os recursos existentes e permitir poupanças de tempo e energia, utilizando ferramentas que já estavam feitas. Os investigadores vão mais longe e indicam mesmo que os humanos pré-históricos “podem ter mesmo movido objectos de grande porte do local de origem”.

Os cientistas revelam que a identificação dos objectos reciclados foi possível através da examinação de artefactos queimados, que mostram quando um item foi modificado após a sua função original.

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Como Alfred Heineken inventou o upcycling em 1963 (com FOTOS)


O termo upcycling foi criado em 2002 pelos autores William McDonough e Michael Braungart, no livro Cradle to Cradle – apesar de já ter sido utilizado, pelo menos, por dois outros autores, nos anos 90. Porém, quarenta anos antes, em 1963, já o cervejeiro holandês Alfred Heineken, neto do fundador da cerveja homónima, tinha desenvolvido um projecto futurista que, basicamente, criou esta necessidade de transformar resíduos inúteis ou descartáveis em novos materiais.

O produto em questão, como não poderia deixar de ser, era uma garrafa de cerveja – a Heineken WOBO. Desenhada por Alfred em colaboração com o arquitecto holandês John Habraken, esta garrafa era também conhecida como “tijolo com cerveja”.

A ideia de Heineken teve como pano de fundo uma visita às Caraíbas, onde imediatamente se apercebeu de dois problemas: uma enorme quantidade de lixo na praia e falta de materiais de construção. O resultado desta dupla visão foi a Heineken WOBO, uma garrafa que se unia a outra garrafa, formando um tijolo de vidro.

O design final da WOBO foi produzido em dois tamanhos – 350 e 500 mm – mas as duas versões visavam uma colocação horizontal, unindo as duas garrafas (como pode ver nas fotos).

Segundo o Inhabitat, a primeira produção colocou no mercado 100 mil garrafas, muitas delas utilizadas, posteriormente, para construir uma cabana de Heineken em Noordwijk, Holanda. “Um dos grandes desafios foi perceber como construíamos os cantos”, explicou então Heineken.

Apesar do inicial sucesso do projecto, a verdade é que a Heineken acabou por cancelar – ou melhor, suspender – o projecto. Em 1975, devido ao interesse súbito de Martin Pawley, autor de Garbage Housing, pelo projecto, a Heineken juntou-se ao designer Rinus van der Berg para desenhar um edifício com colunas feitas por tambores de óleo, bocados de autocarros Volkswagen como tecto e garrafas WOBO como paredes. No entanto, a estrutura nunca saiu do papel.

Hoje, a cabana de Heineken e uma parede feita de WOBO no Museu Heineken, em Amesterdão, Holanda, são duas das únicas estruturas feitas de garrafas de cerveja Heineken WOBO. Há quatro décadas, a ideia era futurista e, ainda assim, foi concretizada. O mais incompreensível de toda esta história, porém, é perceber que, quarenta anos depois, nunca mais ninguém pegou no conceito.

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Reciclagem em Portugal cresce 8% no primeiro semestre


Durante o primeiro semestre de 2014, a Sociedade Ponto Verde (SPV) encaminhou cerca de 181.890 toneladas de resíduos de embalagens provenientes do fluxo urbano para a reciclagem. Tal valor reflecte um crescimento homólogo de 8% na reciclagem feita pelos portugueses.

De todos os resíduos de embalagem encaminhados pela SPV, o plástico foi o material que mais se destacou, com a reciclagem a aumentar 25% em termos homólogos. A madeira foi o segundo material cuja percentagem de reciclagem mais aumentou, com 20%, seguida pelo papel e cartão, com 12%.

“A reciclagem de embalagens é fundamental para aproveitar as oportunidades geradas pela economia circular. O circuito de reciclagem multimaterial representa €71 milhões de impacto anual directo no PIB. É imprescindível que este sector continue a contribuir para a economia, o ambiente e a sociedade”, refere o director-geral da SPV, Luís Veiga Martins, em comunicado.

No que respeita aos resíduos do fluxo não urbano – de origem industrial ou comercial – foram encaminhados para a reciclagem cerca de 145.675 toneladas de resíduos no primeiro semestre, valor que representa um decréscimo homólogo de 5%.

No total dos dois fluxos – urbano e não urbano –, a SPV encaminhou para a reciclagem mais de 327.000 toneladas de resíduos, um crescimento de 2% face ao mesmo período do ano anterior.

Balanço Janeiro-Junho 2014 2013 Comparação Semestral 2013/14 (p.p)
Papel/Cartão 51.903 46.481 12%
Vidro 77.901 78.853 -1%
Plástico 38.733 30.993 25%
Metal 11.859 10.740 10%
Madeira 1.495 1.246 20%
Total 181.890 168.313 8%

 

 

 

 

 

Foto:    * starrynight1  / Creative Commons

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Maneiras criativas para reutilizar garrafas de plástico velhas (com FOTOS)


Os objectos criados por nós são sempre especiais. Tornam-se ainda mais especiais quando é possível transformar um objecto velho em qualquer coisa nova, diferente e útil.

A maior parte das garrafas de plástico são feitas em politereftalato de etileno (PET). Este material é um polímero termoplástico que é resistente, flexível, transparente e não é prejudicial para as bebidas, refere o Bored Panda. Estas características permitem reutilizar as garrafas, moldando-as para se tornarem num outro objecto ou utilizando-as como suporte.

Fique a conhecer algumas das maneiras criativas em como pode reciclar as suas garrafas velhas. Desde candeeiros a vasos, as opções são várias.

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Pinturas de artista em livros usados contam uma história evocativa (com FOTOS)


Com a popularidade crescente dos dispositivos electrónicos e a possibilidade de levar para todo o lado centenas de livros em apenas um objecto, o futuro dos livros, como os conhecemos, pode estar em risco num futuro próximo.

Contudo, por agora, a popularidade dos livros em suporte físico continua em alta e, se num futuro se tornarem irrelevantes, podem ser reutilizados de várias maneiras, quer seja em instalações, candeeiros ou mobília.

Os livros velhos podem também tornar-se numa tela. E foi isto que fez o pintor Mike Stilkey, que reutiliza livros usados que as bibliotecas já não querem e transforma-os em telas gigantes para as suas pinturas. Muitos destes livros não podem ser reciclados devido à grande quantidade de tinta e cola que têm.

Stilkey utiliza uma mistura de tinta, lápis de cor e verniz para criar as suas peças, sendo que a maior parte são imagens fantásticas de pessoas e animais, com influência do expressionismo germânico do período de Weimar. As obras deste pintor de Los Angeles reflectem os seus anos de juventude, que foram passados nas ruas a andar de skate e a fazer graffities, refere o Tree Hugger.

As obras de Stilkey, um auto-didacta, variam desde pequenas peças em aguarelas a pequenas esculturas de livros, passando por enormes instalações de centenas de livros expostas em bibliotecas, universidades e galerias de todo o mundo.

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