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Tag Archive | "Reciclagem"

Como reciclar os nossos CD e DVD? (com VÍDEO)


Caro leitor: antes de ler esta notícia, faça um exercício mental. Quantos CD e DVD usados – mas que já não usa – tem em casa? Quantos deles ainda funcionam? Na verdade, há quanto tempo não vê um filme em DVD ou ouve um álbum em formato de CD?

Certamente que, de vez em quando, ainda fará estas actividades, mas não precisará de puxar muito pela cabeça para perceber que, das dezenas ou centenas de CD e DVD que tem por casa, a larga maioria permanece intocada há vários anos.

Foi para cidadãos como o leitor que a Quercus desenvolveu um projecto de reciclagem de CD e DVD – porque, ao contrário de muitos outros resíduos, até agora não havia um local específico para colocar estes objectos. “Apesar de serem praticamente 100% recicláveis, [não havia um sítio específico para os colocar]”, admitiu ao Economia Verde Pedro Carteiro, do Centro de Informação de Resíduos da Quercus e responsável pelo projecto.

Ao longo dos anos, tanto a Quercus como a Agência Portuguesa do Ambiente tentaram encontrar uma resposta para este desafio – onde colocar os CD e DVD? – e ela chegou agora: uma campanha de reciclagem que pretende reencaminhar os discos de policarbonato para reciclagem.

Denominados Ecopick, estes pontos de recolha de CD e DVD existem um pouco por todo Portugal Continental, num total de 420 locais. Toda a campanha não seria possível sem a parceria da Agência Portuguesa do Ambiente.

“[Os CD e DVD] são resíduos urbanos que ninguém quer, mas legalmente não os poderíamos recolher”, explica Pedro Carteiro. “As câmaras são as únicas detentoras dos nossos resíduos”.

No final da campanha, estes resíduos serão exportados para serem reciclados no estrangeiro. Para já, em Portugal, ainda não existe uma empresa que faça todo o processo de reciclagem deste tipo de suportes.

Conheça melhor a campanha no episódio 324 do Economia Verde.

Foto: *** Fanch The System !!! *** / Creative Commons

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Lisboa: festa do caloiro recolhe 1,5 toneladas de embalagens e vidro


Pela primeira vez, a Mega Festa do Caloiro recebeu a certificação ambiental 3R6, da Sociedade Ponto Verde (SPV), o que permitiu a recolha no recinto de mais de 1,5 toneladas de embalagens de vidro para reciclagem e cerca de 700 kg de resíduos indiferenciados, que foram reencaminhados para valorização energética.

Segundo a organização, a totalidade dos resíduos recolhidos no evento foi valorizada e desviada de aterro – 67,59% para reciclagem e 32,41% para valorização energética.

Realizada nos dias 24 e 25 de Setembro no Parque das Nações, em Lisboa, a festa contou com as actuações dos DJ Hugo Rizzo, Mauro Barros, Nelson Cunha e Killa Sound System.

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Maia: projecto-piloto vai tornar taxa de resíduos sólidos mais justa (com VÍDEO)


A Câmara Municipal da Maia está a desenvolver um projecto-piloto de gestão de resíduos com base num contentor inteligente, que abre com uma chave específica e faz a leitura dos resíduos que ali se depositam. Desta forma, pretendem os autarcas, será mais fácil saber que quantidade de resíduos é produzida por uma família ou determinada comunidade, podendo mais fielmente prever as respectivas taxas a pagar.

O projecto, inédito em Portugal, segue uma tendência já existente no resto da Europa e Estados Unidos: os consumidores deverão apenas pagar pelos resíduos que produzem.

“O objectivo [destes contentores] é que, num futuro próximo, a tarifa de resíduos sólidos que hoje é paga pelos cidadãos passe a ser indexada à real quantidade de resíduos que é produzida por cada um, e não por associação ao consumo de água”, explicou ao Economia Verde Carlos Mendes, da Maia Ambiente.

Este princípio do poluidor-pagador levou a câmara maiata, há alguns anos, a introduzir a recolha selectiva e porta-a-porta. Os contentores residenciais possuem também um chip que permite monitorizar a quantidade de resíduos enviados para reciclagem.

“Cada casa tem quatro contentores – os três de reciclagem e um quarto para o lixo indiferenciado. A separação é feita em casa, como sempre, e depois colocamos nos respectivos contentores. A recolha tem dias próprios e marcados”, revelou ao Economia Verde uma moradora do concelho, Ana Barral.

A inovação na gestão de resíduos é estendida aos construtores civis. Quem constrói no concelho tem de ter um compartimento onde aloja os seus contentores. “A equipa da recolha do lixo tem acesso a esta porta e põe o contentor. Isto não existe em mais nenhum lugar, só na Maia”, explicou ao Economia Verde António Gonçalves Fernandes, presidente da Câmara Municipal da Maia.

Este ano, a taxa de reciclagem acumulada do município da Maia vai já nos 33%, um valor bastante superior ao da média portuguesa, que está nos 25%. “Temos uma escala ambiental, uma empresa municipal e fazemos acções de formação. Temos, inclusive, ecopontos próprios para os deficientes colocarem os resíduos sólidos – e vamos a casa deles”, continuou Gonçalves Fernandes. Veja o episódio 314 do Economia Verde.

Foto: Peter Kaminski / Creative Commons

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Secretaria de Estado do Desporto e IPJ com certificação sustentável


A Secretaria de Estado do Desporto e Juventude (SEDJ) e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) aderiram à certificação 3R6, explicou em comunicado a Sociedade Ponto Verde (SPV).

Criada pela SPV, esta certificação é dirigida a entidades que pretendam adoptar práticas ambientais mais sustentáveis na organização das suas iniciativas. Depois de cumpridos todos os requisitos, a certificação é atribuída pela Ponto Verde Serviços.

Para obtenção deste certificado, a SEDJ e o IPDJ desenvolveram ao longo do último ano um trabalho de implementação de separação dos resíduos produzidos pelos colaboradores, bem como pelos consumidores que visitam as suas Lojas Ponto JA. O objectivo é agora alargar o processo a outros espaços.

A identidade 3R6 tem o objectivo de certificar empresas, espaços e serviços que asseguram o correcto encaminhamento de resíduos. Através desta certificação, é possível assegurar às organizações que todos os resíduos produzidos nos locais por si geridos são devidamente encaminhados para o destino final mais adequado, seguindo a hierarquia de gestão dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Ao candidatar-se a este programa, a SEDJ comprometeu-se a criar e implementar as infra-estruturas necessárias à separação nos seus escritórios. Por seu turno, a Sociedade Ponto Verde, através da Ponto Verde Serviços, está a apoiar o planeamento e a preparação das condições necessárias à garantia de uma boa gestão de resíduos, contribuindo para encontrar soluções de recolha e, ao mesmo tempo, assegurar que os resíduos têm como fim a reciclagem ou outro tipo de valorização adequada.

Com o selo 3R, a Ponto Verde Serviços pretende trabalhar em conjunto com as diferentes organizações, de forma a que estas deem o seu contributo para um ambiente melhor, através da alteração das suas práticas e as dos seus fornecedores, e estimulando os consumidores a alterarem os seus hábitos.

Foto: Fotos GOVBA / Creative Commons

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Suécia já valoriza 99% do seu lixo


Apenas 1% de todo o lixo produzido na Suécia não é valorizado, de acordo com a directora de comunicação da Swedish Waste Management, Anna-Carin Gripwell. “Hoje, os resíduos são uma commodity diferente do que eram. Não são apenas resíduos, mas sim um negócio”, explicou a responsável, citada pelo Huffington Post.

De acordo com o site norte-americano, existe uma “revolução de reciclagem” na Suécia, que está a levar o país para um patamar superior de gestão de resíduos. Na verdade, o país escandinavo é tão bom a gerir resíduos que tem de importar lixo do Reino Unido, Itália, Noruega e Irlanda para “alimentar” as 32 centrais energéticas que precisam de transformar os resíduos.

Todos os anos, cada sueco produz 461 quilos de lixo, um pouco menos da meia tonelada de média da União Europeia. “Quando o lixo se encontra nas lixeiras, largando gás metano e outros gases com efeito de estufa, isso não é bom para o ambiente”, explicou Gripwell. Por isso, a Suécia focou-se em alternativas para reduzir a quantidade de toxinas a verter para o chão.

Através de programas controversos de incineração, a Suécia consegue livra-se de dois milhões de toneladas por ano. O objectivo deste programa de vanguarda é reduzir os perigos ambientais do lixo: prevenção, reutilização, reciclagem, alternativas à reciclagem – recuperação de energia através das centrais e, finalmente, as lixeiras.

A primeira fase deste processo ocorre nas casas dos cidadãos, que separam o lixo orgânico do reciclável e que pode ser reutilizado. Segundo a Returpack, os suecos devolvem 1,5 mil milhões de garrafas e latas por ano – o que não pode ser reutilizado ou reciclado segue para as centrais energéticas.

Estas centrais colocam o lixo em fornos e queimam-no para gerar vapor, que é depois utilizado para girar turbinas de geradores usados para produzir energia. Essa electricidade é depois transferida para as linhas de transmissão e uma rede distribui-a para todo o país.

Em Helsingborg, uma cidade com 133 mil pessoas, uma única central pode electrificar 40% das necessidades energéticas urbanas – as 32 centrais suecas são suficientes para providenciar aquecimento a 950 mil casas e electricidade a outras 260 mil.

“Temos de nos relembrar que três toneladas de resíduos contêm tanta energia como uma tonelada de combustível… por isso existe muita energia nos resíduos”, explicou Goran Skoglund, porta-voz da Oresundskraft, uma das principais empresas energéticas suecas.

Segundo o jornal Environmental Science and Technology, cerca de 40% do lixo mundial é queimado, sobretudo ao ar livre. Este processo é muito diferente do que é desenvolvido na Suécia – no país nórdico, as emissões são mínimas. A agência ambiental sueca diz que o processo de incineração não é perfeito, mas os avanços tecnológicos e introdução de limpeza dos gases de combustão têm reduzido as toxinas para “quantidades muito pequenas”.

Foto: Samantha Marx / Creative Commons

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Movimento cívico quer voltar a reactivar a tara recuperável das garrafas em Portugal


Após vários anos a participar em acções voluntárias de recolha de lixo e tentativas de sensibilização para a importância da reciclagem, Daniel Gomes concluiu que era necessário tomar uma acção de fundo que mudasse os comportamentos da população.

Durante uma visita à Alemanha, em 2011, este investigador da Universidade de Lisboa verificou que a maioria das embalagens de bebidas tinha tara recuperável, o que resultava em ruas limpas. Ao voltar para Portugal, Daniel Gomes começou a reparar no lixo espalhado pelas cidades e praias nacionais, concluindo que a maioria das embalagens era de bebida. Foi assim que concluiu que se as embalagens tivessem valor monetário não seriam atiradas para o chão.

Em Maio de 2012, este activista escreveu o primeiro esboço do manifesto Tara Recuperável e publicou-o na internet. Daí resultou também o movimento cívico Tara Recuperável. Como o próprio nome indica, um dos objectivos deste movimento, que já conta com centenas de apoiantes, é reactivar a existência de taras para as embalagens de vidro, mas também estender a existência de taras recuperáveis a embalagens de outros materiais, como o plástico e o metal.

No passado, a maioria das embalagens de vidro usadas em Portugal tinha tara recuperável, existindo uma rede de recuperação do valor das taras, recolha e reciclagem do vidro à escala nacional. Provavelmente, o leitor lembrar-se-á de ir a um café e pedir uma bebida, que vinha em garrafa de vidro, e ter de a consumir no estabelecimento, já que a embalagem era de tara recuperável.

De acordo com o movimento Tara Recuperável, existem 23 países com leis de tara, sendo que 12 deles são europeus. O movimento indica ainda que “o facto de o modelo proposto já ter sido praticado no passado e vigorar actualmente noutros países, faz com que a tara recuperável possa ser implementada de forma rápida e eficaz”.

Veja algumas fotos de uma recente limpeza de praia – no Baleal – publicadas no Facebook da Tara Recuperável.

Foto: Snemann / Creative Commons

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