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Tag Archive | "Biodiversidade"

O verdadeiro sapo Cocas (com FOTOS)


Há sósias, doppelgangers e depois há este sapo, que de tão parecido parece ter inspirado Jim Henson a criar o sapo Cocas. O réptil, que curiosamente – ou não – se chama Kermit (o nome anglo-saxónico do Cocas), foi fotografado por Kutub Uddin em Bognor Regis, West Sussex, Inglaterra, e as parecenças com o “outro” marreta são incríveis.

“Um dia apanhei o Kermit a abrir e fechar a boca, algo que nunca o tinha visto fazer. Não queria perder pitada, por isso fui buscar a minha máquina e comecei a clicar”, explicou Uddin à imprensa britânica.

O verdadeiro Cocas, que na verdade é uma rã, foi um dos primeiros e mais conhecidos marretas criados por Jim Henson. Conhecido como Kermit (Estado Unidos), Caco (Brasil) ou Cocas (Portugal), ele apareceu pela primeira vez na Rua Sésamo, com outros marretas.

Hoje, o Cocas é provavelmente o marreta mais conhecido do mundo, apesar de nem sempre ter sido uma das principais personagens criados pelo génio Henson – que lhe deu a voz até à morte, em 1990.

Foto:  Chris Friese /  donjd2 /  Yogma / Creative Commons

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Cão de família salvou criança de três anos desaparecida há várias horas


Uma criança norte-americana de três anos foi salva pelo cão da família, depois de estar várias horas desaparecida. Carson Urness esteve a brincar o dia inteiro na quinta e, quando a mãe o foi chamar para o jantar, o menino tinha desaparecido. Foram chamadas então as autoridades, que iniciaram buscas de várias horas.

O rapaz acabou por ser encontrado várias horas depois, já noite, protegido por Cooper, o cão da família que fez companhia e aqueceu o menino. Estiverem envolvidos nas buscas cerca de 200 amigos da família e voluntários, um avião de buscas e um cão. Carson e Cooper foram encontrados a mais de um quilómetro de casa.

“Pensámos o pior, mas quando dei conta que o Cooper também estava desaparecido soube que para encontrar o Carson tínhamos de encontrar o Cooper”, contou a mãe do rapaz. Curiosamente, Cooper foi resgatado pela família quando era pequeno e agora foi a sua vez de retribuir o gesto.

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Hong Kong: 1600 pandas de papel-machê reciclado lutam pela conservação (com FOTOS)


O artista Paulo Grangeon está a tentar a aumentar a consciência das pessoas para a necessidade de proteger as espécies em risco através de 1600 pandas feitos a partir de papel-machê reciclado. Os 1600 pandas, ou melhor, as esculturas, podem ser vistas em várias localizações de Hong Kong durante o mês de Junho.

O projecto não só tem a bênção do Governo local como vai apadrinhar a iniciativa Conserving Central, com os mesmos propósitos.

Os pandas foram desenvolvidos em 2008, para a WWF (World Wildlife Fund), e já percorreram países como a França, Holanda, Itália, Suíça, Alemanha ou Taiwan. Em Hong Kong, o objectivo será o mesmo que nos outros países: aumentar o espírito pela conservação e desenvolvimento sustentável.

O número escolhido, 1600, não é involuntário. Este é o número de pandas que existiam em 2008. Durante a estadia em Hong Kong, Grangeon já afirmou que irá criar quatro novos pandas, que permanecerão na cidade após a exposição ter terminado – e seguido para outro destino.

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Vikings terão chegado à ilha da Madeira em 1036, afirma estudo espanhol


Os vikings poderão ter chegada à ilha da Madeira 400 anos antes dos portugueses, de acordo com uma invenstigação do Instituto Mediterrânico de Estudos Avançados (Imedea), de Maiorca, e da Universidade de Laguna, Tenerife.

O estudo baseia-se no ADN de osso de rato. Segundo o relatório, que foi publicado no jornal da Royal Society B, os ratos comuns chegaram à ilha entre o ano 900 e 1036, quatro séculos antes dos portugueses. A descoberta foi feita a partir de ossos de rato descobertos na Ponta de São Loureço.

Ainda segundo os cientistas, a população de ratos existente nos barcos vikings levou a um desastre ecológico na ilha e à consequente extinção das aves nativas. Os investigadores analisaram duas amostras de osso de rato antigo. A primeira não deu nenhuma informação, mas a segunda estava datada de 900 a 1030. Esta é a prova da presença mais recente de ratos na ilha.

“As populações actuais de ratos, na Madeira, mostram semelhanças em DNA mitocondrial com os da Escandinávia e norte da Alemanha – mas não com os de Portugal”, explicou Josep Antoni Alcover, da Imedea.

Ou seja, os ratos não são indígenas nem foram trazidos pelos portugueses, que chegaram à ilha em 1419. “A segunda amostra analisada levou-nos a pensar que foram os vikings que terão trazido os ratos”, continuou o especialista, que acrescentou serem precisos mais estudos genéticos e morfológicos para corroborar a sua opinião, ainda que não haja nenhuma referência histórica à presença de vikings na ilha.

A pesquisa diz ainda que pelo menos dois terços das aves endémicas e duas espécies não-endémicas ficaram extintas com a presença dos ratos. Este desastre ecológico levou também os predadores de ratos, como as corujas, a prosperar.

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Golfinho cativo mais velho do mundo morre depois de 61 anos num tanque


Nellie, o golfinho mais velho do mundo em cativeiro, morreu com 61 anos num parque aquático da Florida, a poucos quilómetros do mar aberto que nunca conseguiu experienciar.

Quando Nellie nasceu num dos pequenos tanques de água salgada do parque, a 27 de Fevereiro de 1953, manter golfinhos em cativeiro para fins recreativos ainda era uma novidade. Foi poucos anos antes que os funcionários deste aquário começaram a desenvolver técnicas de treino de golfinhos, ensinando aos animais técnicas acrobáticas e outros comportamentos únicos.

Estas exibições de animais não se assemelhavam a nada que o público já tivesse visto, revelando a notável inteligência dos golfinhos. Foram poucos os que questionaram o confinamento dos animais. Os visitantes afluíam em número cada vez maior para ver as elaboradas acrobacias dos animais, inclindo Nellie, e em poucos anos o parque tornou-se numa das principais atracções turísticas dos Estados Unidos.

A mudança “bem-sucedida” de um oceanário “educacional” para um parque aquático deu aso, em breve, a muitas imitações, que encheram os seus tanques com animais. Nos meados dos anos 1960, no meio da loucura pelos golfinhos, Nellie tornou-se uma estrela e um ícone, aparecendo várias vezes na televisão – impulsionando o interesse de milhões pela espécie e o seu habitat.

Contudo, no seu confinamento, Nellie beneficiou pouco da consciencialização que ajudou a criar. Em vez disso, o seu valor como artista apenas assegurou que outros da sua espécie fossem retirados dos oceanos e mantidos em cativeiro, refere o Dodo.

Ao longo das décadas que se seguiram, Nellie continuou nos pequenos tanques do aquário, fazendo truques para as novas gerações de entusiastas das acrobacias dos golfinhos. Na década de 1980, as infra-estruturas do aquaparque de Nellie começaram a deteriorar-se e a afluência a diminuir. Na altura, Nellie estava na casa dos 30 anos – excedendo já a esperança média de vida para golfinhos em cativeiro.

O parque, e Nellie, acabaram por ser vendidos e o novo proprietário remodelou o espaço. Contudo, além de terem de actuar para os visitantes, os golfinhos passaram a ter de interagir directamente com os visitantes.

Nos seus últimos anos de vida, Nellie voltou a ter a oportunidade de produzir um impacto positivo na vida dos seus familiares que vivem em liberdade. A sua longevidade foi estudada pelos biólogos marinhos, que puderam aprofundar o conhecimento sobre a espécie e como tratar melhor outros golfinhos que sejam retirados do meio natural.

De acordo com os tratadores de Nellie, a saúde do golfinho começou a deteriorar-se rapidamente, pelo que decidiram eutanizar o animal poucas semanas depois do 61º aniversário.

Através das reacções à morte de Nellie, podemos perceber que este golfinho tocou muitas vidas ao longo destas seis décadas de vida – infelizmente, sem num ter tido a oportunidade de sentir o seu habitat natural.

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Prémio oferece €25 mil às ideias que diminuam capturas acidentais de aves e cetáceos


O projecto LIFE+ MarPro está a oferecer €25 mil às três melhores ideias que contribuam para a diminuição das capturas acidentais de aves marinhas e cetáceos, tornando a pesca uma actividade mais sustentável.

O LIFE + MarPro encoraja a cooperação entre a comunidade de pescadores e respectivo sector, uma parceria essencial para o desenvolvimento de ideias inovadoras e eficazes para a diminuição dos problemas de captura acidental, contribuindo assim para melhorar o estatuto de conservação de espécies protegidas.

As ideias que serão agora premiadas pretendem encontrar novos esquemas para aparelhos de pesca que reduzam a captura acidental, isto é, soluções reais que permitam aos pescadores uma actividade mais eficaz, dirigida à captura das espécies alvo da pescaria e com menor risco de captura acidental de golfinhos e aves marinhas

Os candidatos deverão enviar as suas ideias (alterações nos procedimentos ou nas artes) que possam contribuir para aumentar a selectividade da arte utilizada para as espécies alvo e reduzir a captura acidental de espécies protegidas.

O prémio está aberto a candidatos relacionados com a actividade pesqueira e que se interessem por esta temática incluindo pescadores, técnicos relacionados com as áreas de pescas e recursos marinhos, engenharia, oceanografia ou biologia.

O primeiro lugar receberá €15 mil e o segundo e terceiro €5 mil. As candidaturas podem ser efactuadas até 30 de Maio de 2014. O período de avaliação termina em Junho de 2014.

Mais informações aqui ou aqui.

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