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Tag Archive | "Biodiversidade"

Indonésia: o mais perigoso e macabro zoo do mundo (com FOTOS)


Mais de 100 animais já morreram, desde Junho de 2013, no jardim zoológico de Surabaia, na Indonésia, um dos maiores da Ásia e que tem 3.450 animais numa área de 15 hectares – e que levou a imprensa local a apelidá-lo de “zoo da morte”.

Segundo o The New York Times, um tigre branco foi o último animal a morrer neste zoo – de pneumonia, em Fevereiro. Antes, em Janeiro, um leão tinha prendido o pescoço no cabo que abrir e fechava a porta da sua jaula.

Entre os animais que morreram, destaque para um dragão-de-komodo, que foi encontrado morto em Fevereiro. “A melhor opção é fechar esse zoológico”, explicou Ashley Fruno, da PETA. De acordo com Fruno, este será, “provavelmente, o pior caso de mortandade de animais num zoo nos últimos anos”, tirando os zoos que se encontram em zona de guerra.

O terreno do zoo é um oásis e tem algumas das árvores mais antigas da zona leste da ilha de Java, que tem uma das mais altas densidades demográficas do mundo. O terreno fica no centro de uma metrópole agitada, com o seu terreno a valer uns incríveis €430 milhões (R$ 1,4 mil milhões).

A principal veterinária do zoo, Liang Kaspe, desaprova o uso de anticonceptivos para animais e permite uma população muito elevada nas jaulas e habitats construídos para estes, ao contrário da maioria dos zoos.

Finalmente, é muito complicado ver um funcionário, no zoo, aos domingos. Numa das últimas visitas, um visitante atirou um pacote de bolachas para a jaula do orangotango, que abocanhou o pacote e começou a mastigá-lo – com papel e tudo.

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A editora portuguesa especializada em biodiversidade e ecologia (com VÍDEO)


A colecção Diário da Natureza, de Luísa Ferreira Nunes, é a best seller da Planeta Vivo, uma editora especializada em ciências naturais – biologia, ecologia, medicina, veterinária, produção animal e vegetal, agronomia ou floresta – e que foi fundada há 11 anos por Nuno Gomes, para colmatar uma lacuna no mercado editorial português.

“Dei-me conta que o nosso panorama editorial era, nesta área, praticamente inexistente. Se formos a Espanha, qualquer livraria tem edições locais, regionais ou nacionais sobre a biodiversidade e o património natural. Em Portugal praticamente não existe nada”, explicou o editor, biólogo e amante da natureza ao Economia Verde.

Em 2003, Nuno Gomes apostou sobretudo em obras de investigadores portugueses e, mais recentemente, no lançamento de guias de campo – o primeiro teve como tema a fauna e flora marinha. “Temos um guia da fauna, flora e geologia do Vale do Sousa, e agora temos um projecto para fazer vários guias de campo sobre cogumelos ou fauna e flora dos rios de Portugal ou árvores”, explicou o editor.

Para Nuno Gomes, o grande objectivo é chegar aos naturalistas e amantes da natureza, numa primeira fase, e ao público juvenil, numa segunda. “Queremos que esta informação esteja também acessível às crianças e pessoas mais jovens”, concluiu.

Com sede em Leça da Palmeira, a Planeta Vivo já lançou perto de 20 obras e, sempre que possível, opta por edições mais ecológicas. É o caso do Diário da Natureza, que é feito com papel reciclado. A empresa tem ainda um acordo com a Eco Progresso, que faz a compensação da pegada de carbono da impressão.

A Planeta Vivo dedica-se ainda à investigação ambiental aplicada, o que já lhe garantiu dois prémios nacionais de biodiversidade. Conheça melhor a editora no episódio 221 do Economia Verde.

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Investigadores resolvem o mistério das cobras voadoras (com FOTOS)


Normalmente são verdes e costumam estar penduradas nos ramos das árvores. Ao localizar uma potencial presa ou um potencial predador, este animal impulsiona-se no ar, achatando e balançando o seu corpo até aterrar em segurança num outro ramo ou caçar a presa.

Apesar de voar, este animal não é nenhuma ave, insecto ou mamífero que se balança nas árvores. É uma cobra – que na verdade não voa – que desenvolveu um mecanismo de propulsão que a permite planar e movimentar-se de árvore em árvore. A forma de locomoção desta serpente sempre intrigou os cientistas. Contudo, dois novos estudos revelaram a forma como esta cobra se move no ar.

Enquanto estão no ar, estas cobras alteram a sua forma corporal, encolhendo o corpo e expandindo as costelas. Através de modelos físicos e computacionais, os investigadores descobriram que esta modificação na anatomia corporal da serpente torna-a mais aerodinâmica e permite aos vórtices de ar acima dos seus corpos sugá-las em altitude.

“A pouco e pouco, construímos uma teoria sobre a forma como estas serpentes interagem com o ar para gerar grandes forças de sustentação”, afirma Lorena Barba, engenheira aeronáutica da George Washington University, especializada em física de fluídos.

Num tornado, a região de baixa pressão está no centro. Da mesma forma, os cientistas encontraram áreas de baixa pressão que se formam na superfície do corpo desta cobra voadora, o que cria pequenas sucções e ajuda a impulsão. Em colaboração com o perito em cobras voadoras, Jake Socha, da Virginia Tech, Barba pode perceber melhor estes remoinhos de ar em simulações computacionais, refere o Washington Post.

Um estudo anterior, liderado por Socha, também se debruçou a forma achatada dos animais, utilizando um modelo de serpente impresso em 3D que foi submerso num tanque de água corrente. Ambos os estudos concluíram que o animal tinha uma grande capacidade para gerar forças propulsoras, o que lhe permitem planar de árvore em árvore.

Embora sejam chamadas de cobras voadoras, estas serpentes são exímias planadoras. Habitam normalmente nas florestas de várzea do sudoeste e sul asiático. As serpentes voadoras são animais com poucos centímetros de comprimento e com um diâmetro de um batom. No entanto, estas cobras conseguem planar e percorrer uma distância horizontal dez vezes maior que o comprimento do seu corpo.

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Elefantes separados há 20 anos reencontram-se efusivamente (com FOTOS)


A expressão memória de elefante não dura até aos nossos dias em vão. A prova disso é a história protagonizada pelos elefantes Shirley e Jenny, que se reencontraram vinte anos depois de terem sido colegas de circo e, na verdade, imediatamente começaram a brincar.

A história não é de hoje – remonta a 1999 – mas só agora chegou à imprensa. Shirley e Jenny eram animais de circo até finais dos anos 70, até que se separaram no Texas, Estados Unidos. Mais de vinte anos depois, em 1999, os dois animais reencontraram-se no santuário de animais no Tennessee, tendo imediatamente recuperado a amizade: eles trancaram as respectivas trombas, abraçaram-se e brincaram um com o outro.

O vídeo mostra, inclusive, que os elefantes chegaram a dobrar barras de metal para ficarem mais próximos. “Foi dramático”, explicou Carol Buckley, antiga directora do santuário para animais em Hohenwald, Tennessee.

“Houve uma emergência imediata no comportamento de Jenny. Ela queria ficar perto de Shirley e tornou-se violenta, batendo na porta e tentando escalá-la”, escreveu Buckey no site do santuário.

“À medida que Shirley conseguiu ir para a cela adjacente, a interacção entre as duas tornou-se intensa”, continuou.

Quando se conheceram, no Carson and Barnes Circus, Shirley tinha cerca de vinte anos e Jenny era apenas uma bebé. Um estudo desenvolvido pela Universidade da Pennsylvania, em 2011, concluiu que a lenda de que os elefantes nunca esquecem pode ser verdadeira. Os pesquisadores descobriram que os elefantes formam laços eternos com os seus amigos e conseguem reconhecê-los depois de um período grande de ausência.

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Os hábitos secretos dos tubarões


As câmaras GoPro costumam ser utilizadas para captar imagens durante a realização de desportos radicais – já que são equipamentos altamente resistentes – ou para filmar os hábitos dos animais. Habitualmente vêem-se imagens captadas com estas câmaras de voos de aves, grandes felídeos durante a caça ou de outros animais. Porém, raramente se vêem imagens captadas com este equipamento de tubarões ou de outros grandes predadores oceânicos.

Uma equipa de investigadores da Universidade do Havai e da Universidade de Tóquio utilizaram recentemente câmaras GoPro, que foram fixadas às barbatanas dos tubarões dos recifes, para estudar os hábitos e comportamentos destes animais. As imagens obtidas não são tão fascinantes quanto aquelas que são recolhidas durante o voo de uma águia, por exemplo, mas revelam hábitos dos tubarões até agora desconhecidos.

“Conseguimos observar comportamentos que anteriormente não podíamos”, afirmou Carl Meyer, investigador do Instituto de Biologia Marinha do Havai, cita o Huffington Post. Até agora, os investigadores conseguiam apenas localizar os movimentos dos tubarões, mas não tinham grande percepção do que é que os animais faziam. Este equipamento veio ajudar a perceber a rotina diária de um tubarão, especialmente a forma como se movimentam. Adicionalmente, os cientistas fixaram acelerómetros e magnetómetros que permitiram perceber a aceleração dos animais, o campo magnético à sua volta, a profundidade e a temperatura da água.

A informação recolhida permitiu desmentir algumas suposições sobre a forma como os tubarões nadam. “Contrariamente ao que os cientistas anteriormente pensavam, os tubarões nadam efusivamente (em vez de deslizar facilmente) para atravessar grandes extensões de água e as espécies nativas das águas profundas não são tão preguiçosas comparadas com as espécies de águas menos profundas”, afirma o investigador.

O estudo revela ainda o quão temidos são os tubarões-tigre entre as outras espécies destes animais. As imagens revelam a forma como um grupo heterogéneo formado por tubarões-martelo, corre-costas e pontas-negras se manteve junto como táctica de sobrevivência perante a presença de tubarões maiores.

Futuramente, os investigadores pretendem utilizar este tipo de equipamento nos tubarões tigre da costa do Maui para perceberem a razão do aumento dos ataques na região e para informar melhor a população sobre medidas de segurança.

Foto:  Sam Howzit / Creative Commons

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Um cinema ao ar livre abandonado no Egipto (com FOTOS)


Qual o pior local para construir um cinema? Provavelmente no meio do deserto, dirão as autoridades da península do Sinai. A ideia partiu de um empresário francês, que em tempos acreditou que um cinema ao ar livre, no meio do deserto, seria uma boa oportunidade para ganhar dinheiro.

Segundo conta o estónio Kaupo Kikkas, que fotografou o agora local abandonado, o empresário comprou todo o material para o cinema – incluindo 150 cadeiras de madeira – no Cairo, capital egípcia, estabelecendo o cinema numa montanha.

Porém, tudo correu mal. Em primeiro lugar, havia apenas uma estrada para o cinema – Dusti Road – que nem era muito utilizada. Depois, o gerador falhou a meio da primeira sessão e nunca mais foi arranjado.

“É proibido ir para o deserto, no Sinai, sem ser num grupo organizado. Estes grupos deixam-nos num local que fica a pouco mais de quatro quilómetros do local do cinema”, explicou Kikkas. Ainda assim, o cinema nunca mais foi utilizado – por vezes, a natureza encarrega-se, ela própria, de rejeitar algumas das mais mirabolantes ideias do Homem.

Veja algumas fotos do local abandonado.

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