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Tag Archive | "Biodiversidade"

Nova-iorquinos estão a abandonar os coelhos


Nos últimos dois anos, o número de coelhos adquiridos como animais de estimação e posteriormente abandonados em parques e jardins públicos da cidade subiu dramaticamente.

O Cuidado e Controlo dos Animais de Nova Iorque resgatou 380 coelhos no ano passado – um aumento considerável relativamente aos 341 registados em 2012 e 283 em 2011.

Neste número não estão contabilizados as dezenas de coelhos desabrigados que são salvos por voluntários. Estes já disseram que estão com dificuldades em manter o resgate a coelhos, segundo o The Dodo.

Muitos dos coelhos indesejados acabam na chamada “sala coelho” no Care & Control’s East Harlem.

Erin Alanna, membro do grupo de resgate de coelhos NYC Metro Rabbits, diz que observou um aumento de três vezes mais coelhos abandonados desde que é que é voluntária, há sete anos.

Depois dos cães e dos gatos, o coelho é o terceiro animal mais abandonado em Nova Iorque.

Os defensores dizem que “muitas pessoas adoptam coelhos como animais de estimação, principalmente na época da Páscoa, e ficam frustrados quando o animal não satisfaz as suas expectativas por qualquer tipo de razão”.

Os donos dos animais podem pensar que estão a fazer um favor aos animais ao libertá-los, mas, pelo contrário, coelhos domésticos não são propícios para viver ao ar livre.

Advogados esperam que ao aumentar a consciencialização sobre os perigos de abandonar estes animais, serão capazes de reduzir o número de coelhos resgatados das ruas.

Para além disso, grupos de resgate como os NYC Metro Rabbits visam encorajar potenciais proprietários de coelhos a mudar a sua percepção dos coelhos enquanto animais de estimação, levando-os a compreender o esforço que é necessário para cuidar destes animais.

Foto:  Moyan_Brenn /Creative Commons

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Bebé gorila que nasceu de rara cesariana ainda luta pela vida


A gorila bebé que nasceu através de uma cesariana rara no Zoo de San Diego, na passada semana, está com uma pneumonia que lhe está a causar dificuldades respiratórias, revelaram as autoridades do zoo.

De acordo com um comunicado do San Diego Zoo Safari Park, todos os 17 gorilas entregues ao zoo do Sul da Califórnia desenvolveram esta doença – uma inflamação nos pulmões com congestionamento – logo após o seu nascimento.

“Temos vindo a trabalhar com o bebé durante toda a semana e, depois de vários dias, é bastante óbvio que estamos a lidar com uma pneumonia”, revelou Nadine Lamberski, directora-adjunta dos serviços veterinários do parque.

O zoo salientou ainda que a mãe do bebé, Imani, com 18 anos e que deu à luz pela primeira vez, está a recuperar bem após o difícil parto que envolveu uma complicada cesariana.

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Biodiversidade da Lagoa dos Salgados continua ameaçada


As decisões tomadas pela administração central e local relativamente ao Plano de Pormenor da Praia Grande não consideraram todos os factos e não foram fundamentadas por informação sólida, de acordo com a Plataforma dos Amigos da Lagoa dos Salgados. A situação motivou uma recente interposição de duas acções no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé.

O pedido de nulidade da deliberação camarária para avançar com a execução do Plano de Pormenor da Praia Grande (PPPG) e o pedido de anulação da Declaração do Impacto Ambiental (DIA), junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé foram justificados pela necessidade de defender o interesse público, bem como as insuficiências detectadas no processo de avaliação de impactos.

De acordo com a plataforma, os interesses particulares foram colocados acima do interesse público, permitindo o avanço de um projecto megalómano, mesmo sabendo que este irá trazer prejuízos ambientais irreversíveis.

“Foi um duro revés para a Lagoa dos Salgados e toda a área natual existente entre Armação de Pêra e Albufeira”, referiu em comunicado a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), que faz parte da plataforma.

O comunicado da SPEA refere que “foram alegados benefícios para a economia e para o desenvolvimento regional com a criação de postos de trabalho, mas não existe nenhuma fundamentação da viabilidade económica que demonstre a sustentabilidade do que se afirma.” Para além disso, continua a SPEA, é conhecido que o empreendimento da Herdade dos Salgados, situado ao lado do local para este novo projecto, e pensado para a mesma gama de clientes, estará em falência.

O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL), que reconhece o valor ambiental da Praia Grande como corredor ecológico costeiro e a importância da sua protecção (Unidade Ecológica de 1º e 2ª Prioridade de Conservação), não terá sido respeitado, de acordo com o comunicado, que refere que “para além da falta de fundamento, insistiu-se em tomar decisões alheadas dos instrumentos de ordenamento do território”.

A zona é conhecida pela presença de importantes aves migratórias, tendo a Lagoa dos Salgados recebido a classificação de Important Bird Area e a Câmara Municipal de Silves tem previstas outras áreas já delimitas como Zonas de Ocupação Turística, que ainda não foram desenvolvidas.

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Girafa beija tratador que sofre de doença terminal (com FOTOS)


Estas são as fotografias que retratam o momento emocionante em que uma girafa se despede do tratador de vários anos, que sofre de um cancro terminal. O tratador, de 54 anos, passou grande parte da sua vida a cuidar das girafas do Jardim Zoológico de Diergaarde Blijdrop, em Roterdão.

O tratador, apenas conhecido por Mário, pediu para que a sua cama de hospital fosse transportada até à jaula das girafas para que pudesse ver os animais uma última vez. Um dos animais aproximou-se então da cama do tratador e deu-lhe um beijo de despedida, refere a imprensa holandesa.

“Estes animais reconheceram-no e sentiram que as coisas não estavam bem”, afirma Kees Veldboer, fundador da Ambulance Wish Foundation – uma associação que se dedica a realizar os últimos desejos de doentes terminais – que transportou a cama do tratador até ao zoo.

Mário, que tinha uma deficiência mental, pode também despedir-se dos colegas de trabalho do zoo, onde trabalhou quase 25 anos.

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Esquilo-vermelho de regresso a Portugal após extinção de séculos (com FOTOS)


Centenas de anos depois de ter sido dado como extinto em Portugal, o esquilo-vermelho está de regresso ao país, depois de uma expansão a partir da Galiza, em Espanha, nos anos 80. Em 2000, o animal já se encontrava  distribuído por todo o norte do país até ao rio Douro, e hoje há já registos de esquilos-vermelhos quase até ao rio Tejo.

De acordo com a bióloga Rita Gomes  Rocha, da Universidade de Aveiro (UA), ainda não se sabe, contudo, exactamente até onde é que esta espécie ocorre. A bióloga da UA, que está a estudar a expansão daquela espécie no país, lança um apelo para que sejam comunicados os avistamentos de animais e de vestígios da sua presença: “se vir um esquilo não deixe de nos dizer onde  o encontrou”.  Os registos podem ser enviados para a página no Facebook.

O projecto, denominado Esquilo Vermelho em Portugal, tem como objectivo  “perceber a expansão do esquilo vermelho no território nacional, quais os  factores que influenciam essa expansão e os seus padrões de comportamento”, revela a investigadora.

Em desenvolvimento na Unidade de Vida Selvagem do Departamento de Biologia  da UA, o projecto quer ainda fazer a caracterização genética da espécie para  que, no conjunto final dos resultados, se perceba qual o futuro do esquilo  no território nacional.

A bióloga descreve o esquilo como “um simpático roedor, com uma cauda  bastante felpuda e que pode ser avistado nas florestas portuguesas, principalmente  na copa das árvores. Apesar do seu nome esquilo vermelho, a coloração varia  bastante, desde acastanhada a totalmente preta”.

A bióloga pede também para serem relatados indícios da sua presença,  tal como pinhas roídas no chão das florestas, com um padrão peculiar, pois  os animais deixam as escamas do topo, que formam um pequeno tufo, e são  bastante fáceis de reconhecer.

Fotos: Wikimedia Commons / Rodrigo Saldanha de Almeida / Peter G Trimming / Simbe90 /  zoutedrop /  rengber 

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Plantas já podem gerar energia sustentável enquanto crescem


Uma start-up neerlandesa, a Plant-e, desenvolveu uma forma de utilizar as plantas como uma fonte contínua de energia limpa – apenas é necessário uma fonte de luz, dióxido de carbono, água e plantas.

Quando as plantas criam o seu próprio alimento através da fotossíntese, grande parte da matéria orgânica gerada é excretada para o solo através das raízes. Esta matéria é consumida pelos microorganismos que vivem no solo. Por sua vez, estes microorganismos libertam electrões, como bioproduto deste consumo. O sistema desta start-up consiste em colocar um eléctrodo perto do sistema radicular das plantas, que armazena esta energia desperdiçada e a converte em energia eléctrica, refere o Inhabitat.

O processo é semelhante às simples experiências escolares feitas com electricidade, que utilizam maçãs ou batatas para criar baterias. Contudo, este sistema tem a vantagem de não prejudicar as plantas, que continuam a crescer normalmente mesmo na presença dos eléctrodos, podendo ser, desta forma, uma constante fonte de energia, tanto de dia como de noite.

O sistema funciona melhor em terrenos húmidos ou alagados, como os campos de arroz, e não importa se a água a utilizar está poluída ou já foi utilizada. Este factor possibilita que áreas improprias para cultivo possam ser reaproveitadas como uma fonte energética. O sistema não requer a instalação de infra-estruturas elaboradas, o que pode permitir levar electricidade para regiões isoladas que não são servidas pela rede eléctrica.

Está já a ser testado nos Países Baixos um protótipo de telhado verde que utiliza esta tecnologia. Actualmente, a equipa da Plant-e consegue produzir energia suficiente para alimentar um telemóvel, mas o objectivo é que este método seja utilizado em breve para recolher uma maior quantidade de energia – a suficiente para alimentar uma casa.

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