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Tag Archive | "Biodiversidade"

Proteger 4% dos oceanos pode salvar a maioria das espécies marinhas


A regra 80/20 diz que, na maioria dos casos, podemos conseguir 80% do resultado com apenas 20% do esforço. De acordo com a conceituada Proceedings of the National Academy of Sciences, a regra aplica-se na perfeição à protecção das espécies marinhas.

Das 129 espécies de mamíferos marinhos do planeta, incluindo focas, golfinhos e ursos polares, cerca de um quarto estão à beira da extinção. A maior destes, porém, poderia ser salva se conseguíssemos proteger apenas 4% dos oceanos do Planeta.

Para chegar a esta conclusão, os investigadores sobrepuseram mapas nos quais cada espécie marinha pode mais facilmente viver e reproduzir-se. Depois, chegou a nove locais em que a biodiversidade é riquíssima. Segundo o Treehugger, foi a primeira vez que investigadores chegaram a estas conclusões.

Assim, foram identificados 20 locais-chave de conservação. Protegendo apenas nove destes – representando 4% do total de oceanos do mundo – conseguiríamos proteger o habitat de 84% de todas as espécies marinhas da terra. Estes nove sítios estão localizados nas costas da Baja Califórnia (México), este do Canadá, Peru, Argentina, noroeste de África, África do Sul, Japão, Austrália e Nova Zelândia.

“É importante proteger os mamíferos marinhos, se queremos proteger os ecossistemas do oceano funcionais”, explicou Paul Ehrlich, co-autor do estudo e professor de biologia no Woods Institute for the Environment, em Stanford.

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“Como me tornei num tratador de pandas”


Quando Tian Tian, a panda gigante do Jardim Zoológico de Edimburgo, teve as suas crias, Michael Livingstone arranjou um emprego a tempo inteiro. Como tratador dos carnívoros e dos pandas gigantes, Livingstone fez parte de um pequeno grupo de cinco pessoas que monitorizaram de perto o comportamento dos pandas.

“Observámo-los durante sete semanas, 24 horas por dia. Foi muito trabalhoso. Quando se está na estação de procriação e se tem de monitorizar o nascimento da cria, tudo o resto fica em espera. Só se pensa no nascimento – não se tem grande vida para além dos pandas. Mesmo fora do trabalho, a família e os amigos estão sempre a perguntar como estão os animais”, conta Livingstone, citado pelo Guardian.

Este tratador de animais de 25 anos começou a trabalhar no zoo num trabalho de verão, enquanto estava a estudar biologia animal na Universidade de Edimburgo. Depois do trabalho de verão, Livingstone manteve o seu posto aos fins-de-semana. “Tive muita sorte. Inicialmente, o trabalho era para ser de apenas três meses e depois passou a ser aos fins-de-semana. Estava em part-time até aos pandas chegarem. Então passei a trabalhar a tempo inteiro – não necessariamente com os pandas, mas foi o que aconteceu”, explica.

Os pandas continuaram a ser uma das suas principais responsabilidades, mas há muitos outros animais aos cuidados de Livingstone. “Trabalho muito com os pandas, mas também cuido dos ursos, tigres, jaguares, leopardos e outros carnívoros. Não trabalhamos com todos os animais todos os dias. O trabalho é feito numa escala rotativa”, afirma o tratador.

O dia deste tratador começa, normalmente, quando pega nas chaves das jaulas e no rádio e começa a ronda pelos animais. “Vê-se se está tudo bem com os animais e alimentamo-los, se eles comerem de manhã. Depois limpam-se as jaulas, o que ocupa grande parte da manhã. Durante a tarde verifica-se os animais novamente, distribuem-se as refeições e trancam-se as jaulas”.

Os tratadores são também responsáveis por trabalhar o desenvolvimento dos animais. “Tentamos fazer isso com muitos animais, especialmente na secção dos carnívoros. É importante mantê-los activos e encorajar o seu comportamento natural”, explica Livingstone.

Trabalhar num zoo é uma tarefa árdua e não é um trabalho das nove às cinco. “Tenho feito muitas horas extraordinárias, que não são necessariamente pagas. Muitas coisas acontecem fora do horário de trabalho e estamos lá quando é preciso estar – no último ano trabalhei no dia de Natal. Mas, geralmente, as pessoas fazem o trabalho extra de bom grado. São os nossos animais e temos de olhar por eles, criam-se laços e quer-se o melhor para eles”, diz o tratador. “Conseguir as primeiras férias é difícil. É uma área competitiva”, afirma o escocês. “Há muita gente que quer trabalhar num zoo ou perto dos animais, mas não há muitas vagas disponíveis”.

Foto:  Viktor_U_Cat / Creative Commons

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Illinois: população de lobos volta a números normais 150 anos depois


Há 150 anos, os lobos foram caçados até à extinção no Illinois, Estados Unidos, tendo regressado apenas em 2002, em pequenos números. Agora, de acordo com o Departamento de Recursos Naturais daquele estado, a população terá já números considerados “normais”:

O aumento do número de lobos tem uma explicação: a população de lobos da vizinha Wisconsin começou a explorar outros terrenos, levando esta espécie, até então extinta, a recuperar o habitat os seus antepassados.

Depois de um primeiro avistamento em 2002, estes tornaram-se normais nos últimos anos. A grande maioria dos lobos veio do Winsconsin, um estado com cerca de 800 animais.

Ainda assim, de acordo com Joe Kath, especialista em espécies em perigo do do Departamento de Recursos Naturais, ainda estamos muito longe de vermos lobos estabeleceram-se, normalmente, no Illinois. Não deixa de ser uma boa notícia, porém, o facto de os avistamentos serem cada vez maiores.

Também por causa deste novo cenário, explica a Associated Press, as autoridades locais já começaram a delinear estratégias de gestão da conservação dos lobos.

Foto:  Todd Ryburn / Creative Commons

 

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Vírus semelhante ao sarampo terá matado mais de mil golfinhos nos Estados Unidos


Mais de mil golfinhos migratórios terão morrido em 2013 devido ao contágio por um vírus presente nas águas da costa este dos Estados Unidos, entre Nova Iorque e a Florida.

Segundo Erin Fougeres, bióloga marítima da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, o número de golfinhos mortos deve ser superior aos mil contabilizados pelas autoridades, uma vez que nem todos os restos dos golfinhos que se pensam ter morrido deram à costa.

O agente causador da morte dos golfinhos é um vírus da família do sarampo, que já no final da década de 1980 vitimou cerca de 740 animais. Os investigadores estão a averiguar os motivos da alta incidência do vírus nos golfinhos, que migram com a chegada das temperaturas baixas. “[O vírus] está a ter um impacto significante e é algo que estamos a monitorizar de perto”, afirma a bióloga, citada pelo The Guardian.

Segundo os dados das autoridades norte-americanas, a população de golfinhos da costa este era de 39.206 em 2010. “A última ocorrência do surto foi há cerca de 25 anos e os animais que sobreviveram tinham de ter anticorpos naturais. Mas, à medida que estes animais foram morrendo, os novos não estiveram expostos e não podiam ter essas defesas”, explica Fougeres.

Os investigadores não excluem que o aquecimento global ou os níveis de poluição possam estar relacionados com o surto do vírus, mas ainda não há provas concretas. “Pode haver causas subjacentes que tornaram os golfinhos mais susceptíveis este ano que no ano anterior”, indica a bióloga.

Foto:  Seabamirum / Creative Commons

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Doença misteriosa está a desmembrar milhares de estrelas-do-mar no Pacífico


Vários locais na costa oeste da América do Norte estão a tornar-se cemitérios de estrelas-do-mar que chegam à costa desmembradas e acabam por morrer, ficando os seus cadáveres amontoados em vários pontos da faixa costeira.

Uma doença misteriosa, que os cientistas ainda não conseguiram identificar, faz com que estes animais marinhos comecem por desenvolver lesões que mais tarde infectam e levam à perda dos braços. Pouco tempo depois, os animais entram em necrose, começam a desintegrar-se e acabam por morrer.

“É uma espécie de lixeira zombie”, classifica Emily Tucker, bióloga da Universidade da Califórnia que está a acompanhar o caso, cita o Quartz. “Vêem-se braços a rastejar para longe do corpo”, descreve. Neil McDaniel, naturalista marinho da Columbia Britânica, que também tem acompanhado o caso. “As paredes do corpo estão a entrar em ruptura e os órgãos internos a sair para o exterior através de ulcerações”, descreve.

A misteriosa doença está a atingir as populações de estrelas-do-mar desde o verão e também já está a afectar ouriços-do-mar e as lagostas californianas. Os investigadores ainda não identificaram a causa da doença, mas as possibilidades são várias, desde agentes infecciosos, toxinas ambientais, doenças auto-imunes, acidificação dos oceanos, baixos níveis de oxigenação ou aumento da temperatura média da água.

Em 1983 e 1997 ocorreram surtos de morte de estrelas-do-mar semelhantes, mas os animais infectados eram de uma só espécie, que habita as águas quentes da Califórnia. O surto actual está a afectar sete espécies destes animais, que tanto habitam em águas tépidas como é locais mais frios.

Foto: Jonathan Martin / Creative Commons

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Inglaterra: mau tempo matou 75% das corujas-brancas nos últimos quatro anos


Em Inglaterra, os invernos intermináveis, primaveras frias, verões chuvosos e clima extremo terão matado cerca de três mil corujas-brancas nos últimos quatro anos, de acordo com ornitólogos locais. O ano de 2013, aliás, será o pior destes quatro anos de tempestades e tempo imprevisível.

De acordo com o Guardian, a população de corujas-brancas terá diminuído em mais de três quartos durante este período – há hoje menos de mil animais. “Deixaram de ser escassas. Agora são raras”, explicou David Ramsden, chefe de conservação da Barn Owl Trust.

“A escala deste declínio não é normal”, continuou o responsável, que explicou que a ocupação dos ninhos está entre 5 a 15% dos números normais.

Segundo Ramsden, o mau tempo dos últimos anos é a principal causa deste declínio. Os invernos frios de 2009/2010 e 2010/2011 tiveram um efeito devastador na espécie. Também o Junho chuvoso de 2012 matou muitas corujas-brancas.

“Foi um ano catastrófico. As corujas-brancas precisam agora de toda a ajuda que possam ter. vai durar pelo menos dois anos para que a população de corujas-brancas comece a recuperar – isto se não tivermos mais fenómenos como estes”, concluiu Ramsden.

Foto:  DarrelBirkett / Creative Commons

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