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Tag Archive | "Estados Unidos"

Energia da União Europeia custa o dobro da norte-americana


A diferença entre o custo da energia na União Europeia (UE) e seus principais parceiros comerciais está a aumentar cada vez mais. A conclusão é de um relatório que será divulgado pela Comissão Europeia esta semana e que indica que os custos da electricidade na zona comunitária ultrapassam o dobro dos preços praticados nos Estados Unidos e excedem em 20% os preços verificados na China.

Os preços do gás industrial são entre três a quatro vezes superiores aos preços norte-americanos e russos, sendo ainda de 12% superiores aos da China, aponta o relatório da Comissão a que o Financial Times teve acesso.

“Apesar de a Europa nunca ter sido um local de preços energéticos baratos, nos últimos anos a diferença de custos entre a UE e os principais parceiros económicos tem aumentado”, lê-se no relatório. O documento, que deverá ser divulgado esta semana, faz parte do pacote energético e climático que irá moldar o uso da energia no espaço europeu até 2030.

O novo pacote de medidas tem promovido o debate um pouco por todos os Estados-membros sobre a possibilidade de as políticas energéticas e climáticas, que vigoram até 2020, estarem a afectar a competitividade do bloco europeu.

Quanto aos factores que estão a potenciar este aprofundamento das diferenças de preços entre a UE e os Estados Unidos, o documento não é muito específico, indicando apenas que as diferenças aumentaram devido a várias razões, entre as quais se incluem os subsídios domésticos de alguns países produtores e o aumento da exploração do gás de xisto no território norte-americano.

Outra das conclusões referidas no relatório de Bruxelas é a possível estabilização dos preços da energia depois de 2020, seguido de uma ligeira redução, à medida que as energias renováveis vão substituindo os combustíveis fósseis.

O Financial Times indica que a Comissão deverá anunciar ainda esta semana as metas para a redução das emissões de gases com efeito estufa até 2030, bem como apresentar regulação para a exploração de gás e petróleo de xisto.

Foto:  EdinburghGreens / Creative Commons

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Japão enfrenta forte decréscimo populacional


A regeneração populacional do Japão está a diminuir a um ritmo recorde, já que o número de nascimentos é inferior ao número de mortes. Em 2013, o país perdeu 244 mil habitantes. Se a tendência continuar, o Japão poderá perder um terço da população durante os próximos 50 anos, o que pode ter um impacto negativo na economia e no mercado de trabalho.

Tal significa que 40% dos japoneses terá mais de 65 anos em 2060. Em 2013, nasceram menos seis mil bebés que no ano anterior, refere o Quartz. Porém, o envelhecimento populacional não é um problema exclusivo do Japão: segundo um relatório da ONU, 48% da população mundial habita em países onde a taxa de natalidade não é suficiente para manter a população. Toda a Europa, com excepção da Islândia, os BRIC (Brasil, Rússia e China – com excepção da Índia) e ainda algumas das economias emergentes não têm uma taxa de natalidade suficiente.

Os números relativos a Portugal também não são animadores. Segundo os últimos dados divulgados pelo Eurostat, Portugal é segundo país a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia. Pior só a Alemanha. Os valores (última actualização) são referentes à população da UE a 1 de Janeiro de 2013. Segundo os dados, a taxa de natalidade em Portugal durante 2012 foi de 8,5 por mil habitantes. No total, o país perdeu 55 mil habitantes, dado que o número de mortes superou os nascimentos e o número de emigrantes que deixou o país foi superior às entradas.

Um outro relatório, apresentado em Novembro durante uma conferência do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida dá conta que Portugal é o sexto país mais envelhecido do mundo.

Uma excepção a esta tendência demográfica são os Estados Unidos, que apesar de ter uma taxa de natalidade baixa atrai mais de um milhão de imigrantes por ano. Desta forma, a maior economia mundial é um dos oito países cuja população deverá ser responsável por metade do crescimento da população mundial entre 2013 e 2100. Os outros sete países são a Nigéria, a Índia, Tanzânia, Congo, Uganda, Etiópia e Níger.

Foto:  Chi King / Creative Commons

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O mapa das mortes por armas nos Estados Unidos (com INFOGRAFIA)


O site que vos trazemos hoje é absolutamente impressionante. Criado pelo utilizador @GunDeaths (do Twitter), ele recolhe dados de várias fontes – sobretudo notícias – para perceber quantas pessoas morrem devido à utilização de armas nos Estados Unidos.

O site compila todas as mortes diárias devido a armas e criou inclusive um ponto de referência – o massacre de Newtown.

Se aceder ao site, ficará bastante impressionado com os seus números. No entanto, eles estão incompletos. “À medida que mais pessoas se interessam pelo site, mais fidedignos serão os dados”, explica os site.

Veja aqui a infografia.

“Podem ajudar-nos a traçar uma imagem mais completa da violência com armas na América. Se conhecem alguma morte devido a armas na vossa comunidade e que não esteja aqui retratada, por favor avisem-nos”, explica o site.

Segundo o Slate, cerca de 60% das mortes com armas são suicídios, que são raramente noticiados. Por isso, os números serão ainda mais trágicos. Veja parte da infografia – aqui, em formato de imagem.

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Lobo-vermelho muito perto da extinção


Um dos mais raros animais dos Estados Unidos, o lobo-vermelho, está muito perto da extinção, devido à caça ilegal. De acordo com a agência norte-americana Fish and Wildlife Service, há hoje menos de 100 lobos-vermelhos no seu habitat selvagem. Nos últimos dias, por outro lado, foi encontrado um novo indivíduo morto, na Carolina do Norte, elevando para nove as mortes desde o início do ano.

A situação é tão grave que a Fish and Wildlife Service e outros grupos conservacionistas estão a prometer uma recompensa de €20 mil (R$ 60 mil) para quem dê informações sobre esta morte, avança o Treehugger.

O elegante lobo-vermelho, outrora uma espécie muito populosa do sudeste norte-americano, tornou-se perto da extinção devido à destruição do habitat e caça ilegal. Nos anos 80, um programa muito agressivo de reintregração de lobos no seu habitat e reprodução deu alguma esperança de mudar a situação, mas a caça ilegal acabou com estes progressos.

Nos Estados Unidos, matar um lobo-vermelho é um crime punido com um ano de prisão e uma multa de €73 mil (R$ 228 mil). Algumas associações de conservação dizem, porém, que muitas destas mortes podem ser acidentais. Desde que a caça ao coiote foi legalizada na área de recuperação do lobo-vermelho, os caçadores confundem as duas espécies e atiram a matar para o lobo-vermelho. Uma situação que poderia facilmente ser evitada.

Foto:  SteveNakatani / Creative Commons

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Investigação: A revolução do etanol de Obama está a causar um “desastre ecológico”


Em 2005, no âmbito da revolução americana das energias sustentáveis, George W. Bush, então presidente dos Estados Unidos, implementou uma legislação que obrigava as companhias petrolíferas a adicionarem biocombustível às suas gasolinas e gasóleos. A lei previa a incorporação de 15,1 mil milhões de litros em 2006 e o dobro deste valor até 2012.

Apesar de a lei ter sido assinada por Bush, durante o seu segundo mandato, a implementação recaiu sobre a administração de Barack Obama.

Um dos principais constituintes dos biocombustíveis é o etanol, que nos Estados Unidos é produzido através do milho. Uma vez implementada a lei para a incorporação de etanol nos combustíveis a procura das petrolíferas por etanol aumentou, o que fez disparar as plantações de milho.

Uma investigação da Associated Press (AP) vem agora revelar que a revolução americana do etanol está a ameaçar seriamente o ambiente, sem produzir benefícios tangíveis suficientes.

Devido ao aumento da procura de etanol para satisfazer os requerimentos do Governo, com o intuito de transformar os combustíveis fósseis numa fonte energética mais verde, foram plantados mais de 20 milhões de metros quadrados de campos de milho. Uma área destinada à conservação, superior às áreas combinadas dos Parques de Yellowstone, Everglades e Yosemite, desapareceu, assim, sob o olhar da administração de Obama.

Os agricultores começaram então a cultivar uma área que não era anteriormente utilizada para agricultura, o que libertou grandes quantidades de dióxido de carbono. A par disto, pulverizaram estas áreas com grandes quantidades de fertilizantes químicos, parte das quais ter-se-ão infiltrado nos lençóis de água, rios e expandiram-se, até à “zona morta” do Golfo do México, uma zona com baixas concentrações de oxigénio que não suporta formas de vida, contribuindo para piorar as condições oxigenação desta área do Golfo.

“Isto é um desastre ecológico”, afirmou Craig Cox, do Environmetal Working Group (EWG), à AP. De recordar que o EWG já foi um aliado da casa Branca, mas que agora se posiciona contra as políticas de etanol da administração de Obama.

A eficiência do etanol como um redutor das emissões de dióxido de carbono tem sido largamente exagerada, aponta a investigação, referida pelo Huffington Post, o que torna imperceptível se, na realidade, o etanol pode ser melhorado para combater os efeitos do aquecimento global. Contrariamente, o preço do milho mais que dobrou desde 2010 e os agricultores não estão dispostos a abrandar a sua produção.

As consequências da produção desregrada de etanol estão a ser nefastas ao ponto dos ambientalistas e cientistas estarem a classificar o uso do etanol como uma má política ambiental. Por seu lado, a administração de Obama continua firme quanto ao uso do etanol, preferindo destacar os benefícios do etanol para a indústria agrícola do que reconhecer qualquer tipo de impacto negativo. A Casa Branca acredita que apoiar a produção de etanol é a melhor maneira de encorajar o desenvolvimento dos biocombustíveis, que no futuro serão mais limpos do que actualmente. Mas, ao incentivar esta forma de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, a administração de Obama está a permitir que à indústria da energia verde “fazer coisas não tão verdes”.

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Cadillac eléctrico chega aos Estados Unidos em Janeiro


O Cadillac, um dos carros favoritos dos norte-americanos, vai comercializar em Janeiro a sua verrão eléctrica – no país do Tio Sam, está claro. Segundo a Reuters, a General Motors pretende lutar rapidamente com a Tesla pelo segmento dos carros eléctricos de luxo, por isso está a acelerar o novo Cadillac – que irá concorrer com o Model S.

De acordo com a General Motors, o Cadillac ELR 2013 eléctrico custará €55 mil (R$ 160 mil), com taxa de entrega já incluída, mas os créditos fiscais podem reduzir o custo do veículo em €5,5 mil (R$ 16,3 mil).

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