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Tag Archive | "Estados Unidos"

EUA: quintas de marijuana medicinal estão a matar os salmões


Cultivar canábis não é tão ecológico quanto se pensa. A produção de marijuana para fins medicinais está a provocar a morte de centenas de salmões nos Estados Unidos. De acordo com um novo estudo da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), alguns produtores licenciados de canábis recorrem a fertilizantes ilegais e sistemas de irrigação sugadores de fluxo que estão a colocar em perigo os salmões da Califórnia e do Oregon.

Os agricultores norte-americanos cultivam marijuana para fins médicos – embora parte acabe por ser vendida ilegalmente – em três condados: Mendocino, Humbolt e Trinity, que forma o Triângulo Esmeralda da Califórnia. Uma única planta de canábis cultivada nesta zona necessita de mais de 3.000 litros de água para crescer. Adicionalmente, a maior parte dos sistemas de irrigação capta a água “mais fresca e pura na altura mais stressante do ano”, refere o estudo.

Ao retirarem a preciosa água dos cursos onde habitam os salmões-prateados, a espécie, já ameaçada, fica sobre stress adicional. Contudo, as restantes culturas agrícolas, a pesca e a construção de infra-estruturas hídricas também prejudicam o habitat dos salmões, refere o Dodo.

A população de salmões-prateados está a decrescer há 70 anos e a NOAA estima que sejam necessárias várias décadas para restabelecer as populações e o habitat deste tipo de salmão. Uma melhor gestão da pesca, a redução dos detritos provenientes da agricultura, diminuição dos predadores não nativos e de doenças são alguns dos passos para reestabelecer as populações destes peixes.

Foto: Michael Carl / Creative Commons

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As cavernas de lava de Josh Hydeman (com FOTOS)


Ao longo de mais de três quilómetros e a centenas de metros de profundidade existe uma rede de cavernas no subsolo do estado de Washington, nos Estados Unidos. As várias grutas ostentam nas paredes um caleidoscópio de cores, formado por correntes de lava há mais de 8.000 anos que foram solidificando dentro de um grande desfiladeiro.

Josh Hydeman é um fotógrafo de Portland que se dedicou a explorar e a fotografar as formações, acompanhado pelos colegas Eric Guth, Garry Petrie e Jason George. “A caverna foi mapeada pela primeira vez em 1993 e soubemos da sua existência através de um clube de espeleologia que tem o seu nome”, conta o fotógrafo ao Daily Mail.

“Na costa este a localização de todas as grutas é mantida em segredo e como tal o acesso é passado de boca em boca. Para esta gruta, em particular, é possível conduzir até quase à entrada, ao contrário de muitas outras grutas que requerem uma caminhada de vários quilómetros até à entrada”, indica Hydeman.

Ao contrário de outras grutas de lava, esta tem cinco níveis e não apenas um, possuindo ainda luz natural suficiente para iluminar a gama de cores que reveste as paredes. A gruta ainda possui pequenos lagos e cascatas de água.

De acordo com o fotógrafo, a entrada para a gruta terá sido descoberta por filhos de lenhadores da região que a decidiram explorar, mas a investigação acabou quase em tragédia e os lenhadores, que tinha acesso a dinamite, decidiram fechar a entrada. Contudo, ao explodirem a dinamite os caminhos subterrâneos foram desobstruídos e foi assim que a gruta foi descoberta.

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A arte em altura da fotografia de drone (com FOTOS)


Matt Satell está rodeado por alguns dos locais mais icónicos de Filadélfia, Estados Unidos. Contudo, este norte-americano não tira os olhos do seu smartphone. Do local onde Satell se encontra é possível ver as margens do Rio Delaware, a Ponte Ben Franklin, que liga Filadélfia a Camden, em Nova Jérsia. No extremo norte, uma antiga central energética, a Delaware Station, que atrai muitos fotógrafos ávidos da decadência urbana.

Ainda assim, Satell não desvia o olhar o dispositivo que tem nas mãos – porque através dele consegue ver todos estes lugares. O smartphone mostra-lhe a perspectiva de um pequeno drone que voa pelos céus da cidade sob o seu comando, a vários metros de altitude.

“Sempre achei fascinantes os diferentes pontos de vista que se consegue através de um drone”, explica. “Foi isto que me interessou desde o início, estas perspectivas fascinantes que não é possível ver a não ser através de um helicóptero”, cita o City Lab.

Satell trabalha na área do marketing, mas nos tempos livres é um entusiasta da tecnologia drone, que nos últimos tempos se tornou mais pequena e barata. Há poucos meses decidiu adquirir um pequeno aparelho drone, que veio equipado com uma câmara interna. O aparelho é controlado e está sincronizado com o smartphone de Satell. Desde então, este norte-americano tem-se dedicado a fotografar e a filmar a cidade de Filadélfia.

A crescente acessibilidade da tecnologia drone tem aberto portas para fotógrafos amadores, como Satell, e para outros hobbies. Veja aqui algumas das fotos que Satell captura nos seus tempos livres.

Pode conhecer melhor o trabalho de Matt Satell no seu site.

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Descoberta nova espécie de dinossauro com nariz gigante


Uma nova espécie de dinossauro com um nariz gigante foi descoberta por investigadores de uma universidade norte-americana. A identificação foi feita a partir de um fóssil que esteve guardado durante duas décadas e nunca recebeu a atenção merecida, até agora.

O animal teria mais de nove metros de comprimento e um nariz gigante, o que lhe valeu o novo nome científico – Rhinorex condrupus. Os restos do animal foram encontrados na Brigham Young University, no Utah, por investigadores da North Carolina State University e do Brigham Young Museum of Paleontology. De acordo com os cientistas, o fóssil terá sido descoberto pela primeira vez em 1990, na formação rochosa de Nelsen.

O fóssil tem cerca de 75 milhões de anos e indica que o animal era um herbívoro e viveu no Cretáceo Superior, refere o Daily Mail. Segundo a equipa de investigadores, foram necessários mais de dois anos para reconstituir o esqueleto do animal e apenas durante o processo foi possível perceber que se estava perante uma nova espécie. A origem e utilização do nariz permanece um mistério para os cientistas.

Este é o primeiro fóssil completo de uma espécie de dinossauro do grupo dos hadrossauros – os dinossauros com bico de pato – que habitava aquela região rochosa.

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EUA: Seattle vai multar residentes que produzam lixo orgânico em demasia


As autoridades municipais de Seattle, nos Estados Unidos, aprovaram uma lei que vai permitir multar os habitantes que daqui em diante tenham mais de 10% de lixo orgânico nos seus caixotes do lixo. O objectivo é incentivar à reciclagem e à compostagem, para que a cidade possa alcançar a meta de reciclagem de 60% do lixo total em 2015.

Para que a norma seja cumprida, os cantoneiros vão passar a avaliar a quantidade de lixo orgânico presente no caixote de cada residente. Caso a quantidade ultrapasse o valor, o delito será registado num sistema online e o residente notificado. Na factura seguinte do saneamento e água, o residente pagará €0,77 pelo lixo orgânico a mais. No caso de a quantidade de lixo orgânica persistir, o residente poderá passar a pagar multas até €39, escreve o Treehugger.

A nova normal vai começar a no início de 2014, mas os avisos vão começar a ser emitidos apenas a partir de Julho, altura em que os residentes começaram também a ser multados. A norma vai também aplicar-se a prédios e a empresas, embora nestes casos serão deixados dois avisos antes de a multa ser emitida.

Para evitar multas, o município incentiva os moradores com quintal a praticarem a compostagem e aos que tal não seja possível a reduzirem o desperdício alimentar.

Em São Francisco, existe também uma norma semelhante, introduzida em 2009, onde depois de alguns avisos, os residentes são multados até €78.

Foto: cliff1976 / Creative Commons

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As melhores fotos do concurso de fotografia de vida selvagem do Smithsonian (com FOTOS)


O Smithsonian National Museum of Natural History inaugurou recentemente uma exposição fotográfica intitulada “Wilderness Forever: 50 Years of Protecting America’s Wild Places”.

A exposição exibe várias imagens cuidadosamente seleccionadas por um júri, que captam a beleza dos espaços naturais e da vida selvagem dos Estados Unidos. A exposição está inserida nas celebrações do Wilderness Act, uma lei aprovada em 1964 e que tem protegido a vida selvagem de milhões de hectares de solo americano.

As fotos a exibir foram seleccionadas entre mais de 5.000 submissões. Muitas das fotos vencedoras retratam as fabulosas montanhas e tundra do Alasca, as florestas montanhosas da Costa do Pacífico e as formações rochosas do sudeste americano. A exposição estará patente no Museu de História Natural do Smithsonian até ao Verão de 2015.

Veja aqui algumas das fotos vencedoras.

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