Ministério do Ambiente: corte nas gravatas poupou €136 mil

Em Julho, parte da opinião pública portuguesa acusou o corte nas gravatas, no Ministério do Ambiente, de propaganda. Anteontem, a ministra do Ambiente respondeu com números.

Green Savers

Quando em Julho a ministra portuguesa da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, organizou uma conferência de imprensa para anunciar que, a partir daquele momento, as gravatas não eram obrigatórias naquele ministério, houve quem torcesse o nariz e visse uma acção de propaganda.

Anteontem, os primeiros resultados foram revelados. Este simples gesto implicou uma poupança energética de 11%, uma diminuição de 395 toneladas de CO2 emitidas e menos €136 mil (R$ 330 mil) na factura da electricidade, comparando com o mesmo período do ano anterior.

Segundo o jornal i, a poupança pode agora alargar-se, no próximo ano, a toda a administração pública, dado o sucesso da iniciativa, que abrangeu 10.500 funcionários dos 1500 edifícios do ministério.

Esta experiência, de resto, tinha já sido realizada em vários países e organizações internacionais. Num despacho então publicado em Diário da República, ficou a saber-se que a iniciativa deverá “ser aplicada todos os anos, entre 1 de Junho e 30 de Setembro”, um período de tempo em que o Ministério do Ambiente deverá “moderar a temperatura dos aparelhos de ar condicionado, estabilizando a temperatura de referência em 25ºC”.

Recorde a nossa notícia de Julho.

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