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Tag Archive | "comunidades"

A praia mais perigosa do mundo (com FOTOS)


Na praia Maho, em Sint Maarten, Caraíbas, a noção de relaxar é bem diferente que noutros pontos paradisíacos no Planeta. Tudo por causa do Princess Juliana International Airport, um aeroporto colado à praia e que a torna num local perfeito para quem gosta de aviões – mas surreal para o resto das pessoas.

Com aviões a chegar cinco vezes ao dia, é difícil aos veraneantes conseguiren deixar o stress para trás e concentrarem-se num livro ou nos banhos, e foi esse o ponto de partida para a seguinte selecção de fotos do brasileiro Daniel Botelho, do Rio de Janeiro, que passou um mês a tentar encontrar o ângulo perfeito para as suas imagens.

“Foi um trabalho desafiante. Já estive na água com tubarões brancos, sem jaula, crocodilos do Nilo, lulas-gigantes, mas estes aviões foram bem difíceis de apanhar. Eles aterram a uma velocidade de 300 km/h”, explicou Botelho ao Daily Mail.

“Precisei de tirar toneladas de fotos para conseguir aquele bocadinho de ouro”, continuou.

Nada que surpreenda os leitores do Green Savers: o aeroporto de Sint Maarten foi considerado o nono mais perigoso do mundo. Veja algumas das fotos de Daniel Botelho.

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Uma aldeia fantasma num dos locais mais belos da Austrália (com FOTOS)


Entre 1923 e 1963, sete cabanas foram construídas num penhasco de Crater Cove, no Parque Nacional de Sydney Harbour, na Austrália. A zona é uma das mais belas do País – a baía natural da Sydney – mas os habitantes destas casas improvisadas foram obrigados a sair do local pelo departamento australiano que controla os parques naturais e serviços de vida selvagem, em 1984.

Hoje, investigou o The Generalist, as cabanas continuam em perfeitas condições, uma vez que equipas de limpeza contratadas pela National Parks and Wildlife Services fazem a sua manutenção regular.

De acordo com o jornal, as casas não estão à venda e provavelmente ninguém lá voltará a viver. Construídas com madeira e ferro, as sete cabanas estiveram durante décadas escondidas das autoridades. Elas foram construídas pelos pescadores, como casa de fim-de-semana, com materiais existentes no local, segundo o Generalist.

Muitas delas – ou todas – estão tão bem preservadas que parece que ainda lá vivem pessoas, apesar de há 30 anos estarem vazias. Não seria altura de os remodelar, transformá-los em cabana de férias e aproveitar os lucros do negócio para reinvestir na preservação do parque?

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Governo japonês organiza excursões turísticas à zona de exclusão de Fukushima (com FOTOS)


Os locais mais atingidos pela tragédia nuclear de Fukushima passarão a fazer parte da oferta turística da região, de acordo com a televisão CNN. As visitas serão coordenadas pelas autoridades locais, que providenciarão autocarros para que os turistas vejam as consequências da tragédia. Haverá também um guia em cada excursão, que explicará todo o cenário.

Segundo as autoridades japonesas, os níveis de contaminação são baixos, pelo que as pessoas poderão ver, em segurança, o abandono que se seguiu à tragédia. “Quando [os primeiros turistas chegaram] houve alguma incredulidade”, explicou Yusuke Kato. “Queremos encorajar as pessoas [a voltarem para lá], revitalizando Fukushima”.

Segundo as autoridades, o solo e água ainda estão contaminados, por isso a zona de exclusão ainda estará longe de ser aberta a todos. Ninguém consegue prever uma data para a conclusão da missão de limpeza, que custará mais de €22 mil milhões (R$ 72 mil milhões). Ainda assim, prevê-se que elas durem décadas – a fábrica demorará 40 anos a ser desmantelada.

“Já passei por lá várias vezes e ainda não consigo dizer nada. Estou triste, muito triste”, explicou Kenichi Bamba, antigo residente da actual zona de exclusão.

As autoridades explicam que estas excursões pretendem educar os turistas e partilhar as experiências locais sobre o passado de Fukushima – e ajudar os habitantes locais a manterem a sua esperança de voltar um dia ao local.

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11 dos mais conhecidos mas criticados destinos turísticos do mundo (com FOTOS)


Stonehenge, um monumento com mais de 5.000 anos, não vale a pena a viagem desde Londres; as Pirâmides de Gizé, no Egipto, ficam demasiado perto da cidade e podem ser vistas desde o interior de um restaurante da Pizza Hut; e a cidade de Paris, uma das mais visitadas do mundo, perde todo o brilho devido à antipatia dos seus habitantes.

Estas são algumas das opiniões dos utilizadores do site Reddit.com, que invertem qualquer lógica turística actual, uma vez que estes são três dos mais importantes destinos do mundo.

Estes turistas, que aparentemente não se contentam com pouco, criticaram também a cidade de Los Angeles e o seu Passeio da Fama; apelidaram Veneza, em Itália, de uma “gigantesca ratoeira para turistas”; e acharam o Dubai “demasiado caro, superficial, falso e pouco amigável”.

Veja alguns destinos turísticos que deixam a desejar, segundo os utilizadores do Reddit.com, e comente na nossa caixa de comentários ou no Facebook. Concorda com esta lista?

Stonehenge, Inglaterra

Pirâmides de Gizé, Egipto

Paris, França

Passeio da Fama, Hollywood, Estados Unidos

Veneza, Itália

Dubai

Jamaica

Bali, Indonésia

Cataratas de Niagara, Canadá

Times Square, Nova Iorque, Estados Unidos

Taj Mahal, Índia

Fotos: LASZLO ILYES / Gian Cornachini / mK B. / Christian Haugen / Roberto Taddeo / the_dead_pixel / Matt Runkle / Donald Man / glava2005 / Susan Sermoneta / Priyambada Nath / Creative Commons

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Simon Beck: o Picasso da Neve (com FOTOS)


A arte não tem fronteiras nem objectividade, e Simon Beck, à sua dimensão, pode ser um considerado um artista, ainda que as suas obras não estejam expostas no Louvre ou MoMA mas nos Alpes.

É que o artista britânico de 56 anos, dedica-se a criar desenhos gigantes na neve, cada um com 100 por 100 metros, ou seja, o tamanho de dois campos de futebol. Desde 2004, o ano e que descobriu a sua arte, ele já foi responsável por cerca de 175 obras, todas elas criadas por pegadas das suas raquetas-de-neve.

Segundo o Daily Mail, cada um dos desenhos obriga Beck a percorrer mais de 40 quilómetros, o que ele faz durante 12 horas. Inspirado pelos cubos e espirais abstractos, a obra do britânico já foi responsável por uma linha de roupa interior – para a marca neozelandesa Icebraker – e, no Verão, é replicada em várias praias.

Cada padrão é detalhadamente desenvolvido por Beck, que não procura ajuda para as suas obras. Durante o Inverno, de resto, o britânico vive na cidade turística de Les Arcs, nos Alpes franceses, o sítio ideal para a sua criatividade fluir.

“A principal razão para fazer [estes desenhos] deve-se ao facto de já não poder correr, devido a problemas com os meus pés, por isso esta é a forma menos dolorosa de fazer exercício”, explicou. Veja alguns dos desenhos de Beck – e mais na sua página de Facebook.

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Explosão africana levará população mundial aos 10,9 mil milhões em 2100


A população global vai crescer mais do que se julgava, de acordo com uma nova projecção das Nações Unidas que “culpa” a explosão populacional africana para a nova tabela. Há poucos anos, os investigadores acreditavam que a população global atingiria o seu pico em 2070, com 9,6 mil milhões de pessoas, descendo depois até às 8,4 mil milhões em 2100.

No entanto, novos números dizem que a descida não ocorrerá: a população crescerá até aos 9,6 mil milhões em 2050 e continuará a crescer até aos 10,9 mil milhões em 2100. A revisão das projecções iniciais está ligada ao continente africano.

Os modelos anteriores tinham antecipado que as taxas de fertilidade em África “iriam descer rapidamente”, explicou ao Scientific American o estatístico Adrian Raftery, da Universidade de Washington, Estados Unidos. No entanto, tal não aconteceu.

Recorde-se que o habitante 7 mil milhões terá nascido a 31 de Outubro de 2011 – hoje, cerca de três anos depois, o mundo já tem 7,2 mil milhões de habitantes.

Como irá o mundo alimentar tanta gente? A resposta é uma incógnita e continuará a sê-lo, provavelmente, até chegarmos a essa altura.

Foto: Matthew Hogan / Creative Commons

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