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Amazónia: aldeões quase matam jovens ladrões ao atá-los a árvore cheia de formigas venenosas


Dois jovens quase morreram, na Bolívia amazónica, depois de serem acusados do roubo de suas motas pelos aldeões, que os ataram a uma árvore cheia de formigas-lava-pés, bastante venenosas.

Os jovens eram acusados de terem roubado três motas no valor de €2.660 de uma aldeia perto de Cochabambain. Furiosos com os jovens, os aldeões mantiveram-nos em cativeiro durante três dias, exigindo o valor das motas em dinheiro. Eventualmente, acabaram por atar os jovens a uma árvore que continha um ninho de formigas venenosas, para forçar as respectivas famílias a pagar o valor.

Os dois ladrões foram depois levados para o hospital – um necessitou de diálise devido a falência renal e outro ainda se encontra nos cuidados intensivos.

De acordo com a irmã de uma das vítimas, os dois jovens foram apenas libertados no último sábado, depois de as famílias concordarem em pagar o valor dos veículos roubados.

As formigas-lavapés são conhecidas por habitar no interior das árvores e não costumam ser agressivas. Contudo, caso se sintam ameaçadas ou alguém invada o seu território, elas atacam.

O veneno destas formigas tem propriedades anti-inflamatórias e, em pequenas doses, pode ser uma cura tradicional para a artrite. Porém, quando administrado em grandes quantidades pode ser extremamente tóxico, causando falência renal e do fígado.

Foto:  Dean Croshere / Creative Commons

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Lorde: o cão que viveu oito anos numa cela do canil de Lisboa


A 8 de Novembro de 2005, um cão arraçado de pastor alemão chamado Lorde atacou uma adolescente, Teresa, que precisou de receber tratamento hospitalar. Então, a polícia (PSP) levou Lorde para um canil municipal – Casa dos Animais de Lisboa – e este por lá ficou durante mais de oito anos – até Novembro de 2013.

O caso é relatado no jornal O Corvo e explica que Lorde, “hoje velho e doente”, ficou oito anos numa cela devido à falta de decisão. “A decisão de o libertar levou oito anos a ser tomada pelos serviços camarários, um período que atravessou três mandatos, diferentes executivos e direcções municipais. Isto apesar de o canil não pretender ser propriamente uma prisão de cães”, explica O Corvo.

O caso nunca chegou aos tribunais, mas nem assim Lorde foi libertado mais cedo. O dono do animal, Domingos Gonçalves, passou oito anos a visitá-lo aos fins-de-semana, em Monsanto, para o passear e fazer companhia.

Domingos Gonçalves conta que pediu diversas vezes a devolução do animal, e que este sempre entre o abate ou a devolução ao dono.

“Não se fez justiça”, diz. Lorde foi parar ao canil com perto de dois anos de idade, era então um belo e vigoroso cão, diz o seu dono. “Entrou no canil jovem e saudável e saiu de lá aposentado e doente”. E ao longo dos oito anos, recorda, também ele perdeu dias felizes. “Deixei muitas vezes de ir à praia para o ir visitar ao canil”.

O caso chegou a ser apresentado à antiga Direcção-Geral de Veterinária, que considerou caber à Câmara Municipal de Lisboa a decisão quanto ao destino a dar ao animal. O que ficou exclusivamente nas mãos dos responsáveis pelo canil, que tardaram em pôr-lhe um ponto final. Até Novembro do ano passado, em que a veterinária Marta Videira o libertou.

Contas feitas pelo Corvo, a prolongada permanência de Lorde no canil municipal terá custado €17 mil ao erário público, em alimentação diária e cuidados prestados. Leia toda a história de Lorde no jornal online O Corvo.

Caro leitor, tem alguma história ligada à inclusão animal, biodiversidade e sustentabilidade que nos queira contar? Envie a sua proposta de tema para info@greensavers.pt

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Índia consome metade do whisky vendido no mundo


Com uma população de 1,2 mil milhões, há poucas estatísticas mundiais que a Índia não domina. Ligadas ao consumo mas, sobretudo, à pobreza, falta de condições sanitárias ou desigualdade social.

No entanto, há uma estatística que, aparentemente, não faria parte dos pensamentos dos mais devotos conhecedores das estatísticas globais. De acordo com o Euromonitor International, a Índia consome metade do whisky vendido globalmente, sendo que esta percentagem vai subir até aos 70% em 2017.

Os indianos consomem 1,2 litros de whisky per capita por ano, estando atrás  dos franceses (2,15 litros por pessoa) e dos norte-americanos (1,5 litros por pessoa, por ano). Ainda assim, pareceria improvável que este país fosse, de longe, o maior consumidor de whisky do mundo.

A Índia também lidera as vendas globais de rum – 400 milhões de litros bebidos por ano, o dobro do segundo maior mercado, os Estados Unidos.

Recorde-se ainda que, na Índia, 53% das pessoas possuíam telemóvel em 2011, mas apenas 50% tinha acesso a saneamento básico. Uma realidade paralela que irá continuar a acentuar-se nos próximos anos e décadas.

Foto:  Abhijit Chendvankar / Creative Commons

Veja o consumo de whisky no mundo.

consumo

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The Walkabout Family: a família que quer combater o bullying nas escolas portuguesas


Rodrigo, Teresa e o pequeno Markus são os elementos que compõem a The Walkabaout Family, uma jovem família que quer combater o bullying nas escolas portuguesas através de acções de formação alternativas.

Quando era estudante, Rodrigo Viterbo foi vítima de bullying no terceiro ciclo de escolaridade. Anos mais tarde, depois de já ter “desistido de tudo”, como explica no seu projecto, descobriu o didgeridoo e a cultura de onde este instrumento musical provém e “novas portas se abriram”.

Agora, já com uma família constituída, Rodrigo quer ajudar jovens que passem pela mesma situação que já passou. Para isso lançou o The Walkabout Family, a par com Terese Deduraite e filho de ambos, Markus. O projecto pretende ser um programa de educação não formal para jovens entre os 12 e os 15 anos, que tem como ponto de partida a exploração da cultura arborígene australiana.

“Aquilo que queremos é trabalhar como ‘ferramenta’ complementar ao sistema de ensino para poder chegar aos jovens e tentar ajudar a que não sofram aquilo que sofri porque na altura teria bastado ter encontrado algo que fizesse sentido para mim dentro da escola e não foi o caso”, explica Rodrigo Viterbo em comunicado.

As formações são dadas através da Academia Walkabout, através da qual Rodrigo e Terese farão workshops com os jovens, envolvendo-os na criação de espectáculos performativos com base no que aprendem nas formações.

Uma das primeiras formações que esta família quer ministrar é uma visita de um mês à Austrália para estudar a arte arborígene, desde a abordagem tradicional à contemporânea. A cultura arborígene australiana vai ser o mote para os primeiros anos do projecto – “uma cultura com profundas raízes na arte em que a música, a pintura, a escultura e a dança têm uma importância cerimonial na transmissão do conhecimento entre gerações”.

Foto: Feans / Creative Commons

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Cientistas criam corpo humano artificial para acabar com testes em animais


A equipa de Rashi Iyer, do Laboratório Nacional de Los Álamos, nos Estados Unidos, está a desenvolver um corpo humano artificial, feito propositadamente para realizar testes de toxinas que, actualmente, são feitos em animais.

O projecto da iniciativa  Athena – “Advanced Tissue-engineered Human Ectypal Network Analyzer” (Reprodução de Tecido Humano Avançado em Rede de Análise) – é composto por um fígado sintético, coração, pulmão e um rim (ver foto abaixo), que têm aproximadamente o tamanho de um ecrã de smartphone e funcionam como os órgãos humanos.

No futuro, os cientistas querem que o corpo seja mais completo e que exista, inclusive, uma conexão entre vasos sanguíneos e revestimento de tecidos orgânicos, como se fosse uma pessoa real.

O objectivo é ter um pulmão que respire, um coração que bombeei, um fígado que metabolize e um rim que excrete — tudo isso ligado a uma estrutura de tubos semelhante a vasos sanguíneos que ligam os órgãos.

O uso de sistemas que simulam órgãos e reacções químicas por chips já é utilizado para imitar órgãos individuais, mas a diferença é que este projecto liga as suas criações sintéticas e, assim, é possível ver como alguns medicamentos afectam o nosso organismo como um todo – e não fazer apenas testes para regiões específicas do corpo.

O objectivo principal do projecto passa por salvar animais de testes farmacêuticos.

Foto:  mrbichel / Creative Commons

corpo humano_SAPO

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Exosqueleto ajudará jovem paralisado a dar pontapé de partida do Mundial de 2014


Pouco antes das 17 horas locais, no dia 12 de Junho, um jovem brasileiro paraplégico vai levantar-se da sua cadeira de rodas e dar o pontapé de saída do Mundial de Futebol de 2014 no Arena Corinthians, em São Paulo.

Para tal, ele contará com a ajuda de um exosqueleto controlado pelo cérebro, que está a ser desenvolvido por várias universidades internacionais, num projecto que é liderado pela Duke University.

O arranque do mundial será uma oportunidade para demonstrar a tecnologia real e prática que está ao alcance da espécie humana actualmente. O pontapé simbólico é apenas parte de um projecto intitulado “Walk Again Project”.

O exosqueleto fornecerá apoio aos membros inferiores do corpo do jovem e os padrões da actividade cerebral, detectados por eléctrodos colocados na cabeça, irão ajudar a controlar o esqueleto artificial. Os sinais são depois transmitidos para um computador na posse do utilizador que converte os sinais em movimentos, refere o Guardian.

Com o projecto quase concluído, os investigadores vão escolher o jovem candidato que será treinado para utilizar o exosqueleto. Actualmente, a equipa de investigadores está a treinar nove paraplégicos, com idades entre os 20 e 40 anos, sendo que apenas um dará o pontapé de saída.

No último mês, a equipa de cientistas que está a desenvolver o exosqueleto foi assistir a jogos no Arena Corinthians para perceber se a radiação dos telemóveis pode interferir com o equipamento que vai ajudar o jovem a erguer-se da sua cadeira de rodas. As ondas electromagnéticas podem afectar o comportamento do exosqueleto, mas os testes feitos até agora foram encorajadores. As hipóteses de o exosqueleto funcionar incorrectamente ou deixar de funcionar são bastante baixas.

Esta semana foi lançada uma página de Facebook que documenta a evolução do projecto. Nos próximos dias será lançado o site oficial do projecto.

 

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