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Tag Archive | "comunidades"

Os animais que detestam ir ao veterinário (com FOTOS)


Será o veterinário o equivalente animal ao dentista humano? Talvez não, mas há animais que não suportam a visita ao seu médico e fazem tudo para a evitar.

O site Pulptastic recolheu várias fotos de animais que, de repente, se aperceberam que estavam num consultório de veterinário, e o seu aspecto não é o mais agradável: cães enormes a saltar para o colo dos donos ou a tentar esconder-se em todo o lado, gatos a fingirem-se de mortos – há de tudo para tentar enganar o seu dono.

Veja algumas das fotos e diga-nos: alguma vez sentiu o seu animal de estimação com medo de ir ao veterinário?

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Bombeiro espanhol tenta salvar cachorro de dois meses com respiração boca-a-boca


Carlos Arana, um bombeiro que respondeu a um incêndio numa habitação de Sagunto, em Valência, Espanha, tentou salvar o cão do proprietário da casa com recurso à respiração boca-a-boca. Segundo o bombeiro, o fogo estava já extinto quando ele encontrou o yorkshire terrier – aparentemente morto – debaixo das escadas do edifício.

“Carlos pegou no cachorro [de dois meses] e correu para fora da casa, tentando reanimá-lo”, explicou Jover Badia, colega de Arana. “O pequeno cão continuou inconsciente, mas Carlos estava determinado a salvá-lo”.

“Ele pôs a máscara de oxigénio no cão, mas como ela não funcionava, ele colocou lentamente a sua própria boca no focinho do cão e começou a respiração boca-a-boca”, continuou Javier Badia. Veja o vídeo.

Cinco minutos depois de começar a respiração boca-a-boca, o cachorro começou a mexer as pernas. Depois, Carlos Arana pegou no cão e levou-o a um veterinário vizinho. A filmagem da tentativa de salvamento caiu nas redes sociais, e o bombeiro de Sagunto é hoje um herói na cidade. “Ele não é um bombeiro, é um anjo vestido de bombeiro”, dizia um dos comentários.

Infelizmente, porém, o cachorro acabou por morrer horas mais tarde, no veterinário, vítima de complicações do incêndio.

Foto: Sodanie Chea / Creative Commons

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A britânica que prefere a cadela ao filho (com FOTOS)


O seu filho ou o seu cão, de quem gosta mais? A pergunta pode parecer fácil para muitos, mas não para Kelly Rose, uma britânica que confessa espalhar amor por ambos, mas há dias em que os sentimentos por Matilda, a sua terrier de quatro anos, são superiores aos que tem por William, o seu filho de 11 anos.

A teoria de Kelly é simples: enquanto o seu filho está a crescer de forma saudável e a tornar-se mais independente, Matilda irá sempre precisar de si – e será com ela que passará os seus dias mais divertidos e envelhecerá.

“Admito livremente que gosto de Matilda tal como gosto do William. Na verdade, em algumas ocasiões, gosto mais dela do que dele. E não me sinto culpada por admiti-lo”, explicou Kelly.

Segundo a mãe britânica, William espalha a confusão pela casa, tem de ser lembrado do seu trabalho de casa e que tem de arrumar as roupas. “A minha querida e doce Matilda é sempre obediente e tem muito afecto”, completa.

E Kelly insiste: “Tudo o que faço por Matilda resulta [num acto] de amor e gratidão [dela]. Por outro lado, não interessa quantas refeições prepare para William ou o número de roupas que lhe lave ou quantas vezes o leve à natação, mal tenho uma palavra de reconhecimento ou um obrigado”, continuou.

Segundo o Daily Mail, que publica a história de Rose na primeira pessoa, um estudo recente revelou que ter um cão liberta os mesmos instintos paternais nos adultos que as crianças. Várias mães que têm cães têm reagido com os mesmos sentimentos de amor e compaixão a imagens dos seus animais de estimação, como se estes fossem as suas crianças.

“O meu tempo com a Matilda é emprestado. Tenho 12 ou mais anos com ela e já vivemos metade desse tempo, por isso tenho de transformar todos os momentos nos mais alegres de sempre”, concluiu Rose.

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Como um dos locais arqueológicos mais importantes do Reino Unido foi salvo in extremis


O tempo em que todas as descobertas milenares eram preservadas e englobadas num circuito de turismo histórico já lá vai. De outra forma, o que se passou este mês no sítio arqueológico de Binchester, no Reino Unido, não teria acontecido.

De acordo com a imprensa britânica, o local, chamado Pompeia do Norte, acabou de ser comprado por um fundo de caridade, por €2,5 milhões (R$ 7,7 milhões). Caso contrário, seria vendido a quem, provavelmente, o iria usar para outros fins.

O local inclui um forte romano com 1.800 anos e uma casa de banhos com paredes de 2,1 metros, que em tempos foi completamente coberta por pinturas. Há também vários artefactos e objectos dispersos.

Considerado um dos locais arqueológicos romanos mais importantes do Reino Unido, ele acabou por ser comprado pelo Auckland Castle Trust. O forte comandava a estrada principal que ia dos quartéis da legião de York até à muralha de Adriano.

Segundo vários historiadores, este forte seria um dos elementos-chave do complexo sistema de fronteiras existente nos dois lados da muralha e que marcava a área mais a norte do império romano durante 400 anos.

Originalmente, o forte foi construído com madeira, mas rapidamente foi renovado com pedra, a partir do momento a infra-estrutura se tornou permanente.

Quando o local foi colocado à venda pela Church Commissioners, que pertence à Igreja de Inglaterra, cerca de 4.000 pessoas assinaram uma petição para parar o processo. A ideia da Church Comnissioners passava por dividir o local em dois, o que o poderia destruir. No entanto, esta solução deixa todas as partes contentes – até ver.

“É uma excelente notícia e estamos maravilhados que Binchester esteja agora protegida para as gerações futuras”, explicou Chris Ferguson, curador-chefe do Auckland Castle.

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Quem disse que os animais não podem celebrar o Halloween? (com FOTOS)


Sim, sabemos que a tradição do Dia das Bruxas, ou Halloween, não é portuguesa, mas ela é cada vez mais celebrada no nosso país, sobretudo pelos mais novos ou foliões com saudades do Carnaval.

A tradição – norte-americana, para quem ainda tenha dúvidas – prevê que as pessoas se vistam de algum personagem misterioso ou fantasmagórico, mas o agregador Mashable acha que não faz sentido nos mascararmos sem que os nossos animais de estimação o façam.

Segundo o agregador norte-americano, mascarar um animal requer “visão de futuro, preparação e paciência”. Apesar de tudo, vai sentir-se bem quando vir o seu cão/gato/hamster/porquinho-da-Índia a fazer pandã com a sua máscara.

Veja 20 exemplos de animais que se vestiram para o Halloween.

1.Morsa

2.Bruxa

3.Leão

4.Vítima de ataque de tubarão

5.Sherlock Holmes

6.Harry Potter

7.Polvo

8.Yoga e Darth Vader

9.Elvis Presley

10.Dragão

11.Polícia Sexy

12.Cão-milho

13.Cachorro-quente

14.Loki e Thor

15.Sharknado

16.Marilyn Monroe

17.Martini

18.Marinheiro

19.Pirata

20.Willie Nelson

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Geração que nasceu durante ou depois dos anos 80 não sabe coser nem costurar


A Geração Y, ou os Millennials, não tem nenhuma noção básica de costura ou reparação de roupas, de acordo com Pamela Norum, professora de têxteis da Universidade Missouri-Columbia, nos Estados Unidos, que estudou mais de 500 norte-americanos desta e de gerações passadas sobre os seus hábitos de vestuário.

A conclusão é norte-americana mas, pensamos, pode ser reencaminhada para outros continentes ou países, incluindo Portugal. De acordo com Pamela, existe cada vez mais um hiato geracional de conhecimento entre duas gerações imediatamente coladas.

Assim, a geração que nasceu nos anos 80 e décadas seguintes não sabe coser, reparar roupas, costurar ou mesmo lavá-las e engomá-las.

Os resultados do estudo da professora norte-americana foram relatados no jornal Familiy and Consumer Sciences Research Journal e, para Pamela, não foram surpreendentes. “Em 2012, os americanos criaram mais de 14,3 milhões de resíduos de têxteis. Muitos destes estão relacionados com roupas deitadas ao lixo devido a pequenos problemas, facilmente costuráveis. Se os proprietários desta roupa tivessem competências poderiam facilmente repará-los”, explicou a autora.

Segundo Pamela, esta é uma questão não apenas geracional mas também ligada à sustentabilidade. “Se queremos virarmo-nos para práticas mais sustentáveis em todos os aspectos, precisamos de avaliar não apenas a forma como tratamos das nossas roupas mas também como educamos as gerações mais jovens para fazê-lo”, concluiu.

Foto: Dunna1 / Creative Commons

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