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Tag Archive | "economia local"

Quercus vai ajudar autarquias a promover economia verde. Murtosa e Vouzela já aderiram.


Os municípios da Murtosa e de Vouzela foram os dois primeiros a aderir às Parcerias pela Biodiversidade, uma rede de municípios portugueses que irão colaborar com a Quercus para exigir que possam ser descriminados positivamente, com mais receitas e mais investimento público dirigido à sua valorização económica e ambiental.

Segundo a Quercus, o projecto visa o aumento dos valores transferidos para os municípios com áreas classificadas, por via de uma melhor ponderação dos coeficientes de alocação previstos na Lei das Finanças Locais e provenientes de outros impostos.

Por outro lado, ele pressupõe o incremento da alocação de fundos nacionais e comunitários para se efectuarem investimentos privados que possibilitem a criação de empregos ligados à preservação e valorização da biodiversidade.

É ainda proposta a promoção do empreendedorismo ligado ao ambiente, para que se estimule a valorização sustentável das áreas classificadas; a criação de modelos alternativos de fiscalidade que discriminem positivamente os investimentos e as actividades económicas; e a implementação de estratégias locais de conservação da biodiversidade e de adaptação às alterações climáticas, que envolvam activamente as comunidades locais.

O protocolo entre as autarquias e a Quercus vai ser assinado no próximo amanhã, data em que se assinala o Dia Mundial da Terra.

Foto: Vouzela.  guymoll / Creative Commons

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Póvoa do Lanhoso: antiga escola primária vai dar lugar a fábrica de cerveja artesanal


Antiga escola primária de Águas Santas, em Póvoa do Lanhoso, é desde domingo a nova fábrica da Amphora, uma cerveja artesenal que veio dar uma nova vida àquele edifício devoluto.

A cedência foi feita pela autarquia povoense à empresa Cerveja com História, propriedade de João Palmeira. “Quando o João se dirigiu à câmara a pedir para ceder as instalações, foi logo aceite. Demos o apoio. Não fizemos mais do que a nossa obrigação”, recordou o presidente da Câmara Municipal da Póvoa do Lanhoso, Manuel Baptista.

“Aquilo que fizemos aqui, faremos a qualquer povoense ou a qualquer investidor ou empreendedor”, continuou o autarca, que explicou que tem recebido pedidos semelhantes.

“Outro empreendedor também quer vir para a Póvoa de Lanhoso, para outro edifício também devoluto. Temos escolas espalhadas por todas as freguesias, apareçam os investidores, os inovadores, e nós, município, estaremos sempre de braços abertos”, afirmou, revelando diligências que têm sido feitas para atrair investimento para o concelho.

“Estes jovens que com potencial, que não têm medo da crise, que têm criatividade e inovação devem ser sempre apoiados. Já sei que estas garrafas de cerveja feitas em Águas Santas irão para o Canadá, para o Brasil, para os Estados Unidos”, salientou o autarca povoense.

As instalações da antiga escola primária de Águas Santas foram cedidas por um determinado período de tempo e motivou a reestruturação do espaço interior e exterior. A Cerveja com História beneficia ainda do Fundo Mais Póvoa, no âmbito do programa FINICIA.

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Cascais vai pôr poeta árabe do século XI a interagir com turistas e locais


O poeta árabe Ibn Mucana, nascido em Alcabideche, Cascais, em 1042, vai interagir com os turistas e locais daquela região, como parte da comemoração dos 650 anos de história da vila. O projecto chama-se Fakebook, pode ser acedido aqui e vai criar outros perfis ficcionais de personalidades que contribuíram para a história da vila.

Para além de Ibn Mucana, personagens como Miles Davis, Fernando Pessoa, Rei Umberto II, sir Francis Drake ou Antoine de Saint-Exupéry irão interagir, de forma activa, com os turistas e locais.

“O objectivo é o de aproximar a Câmara Municipal de Cascais com todas as pessoas que desejarem aderir ao projecto, enquanto se contam as histórias destas individualidades e a forma como se relacionaram com a vila de Cascais”, explica a câmara de Cascais em comunicado.

Através desta página no Facebook, qualquer pessoa pode sugerir um nova personalidade para ser ressuscitada pela câmara cascalense – desde que tenha algo em comum com a vila. Esta iniciativa vai tentar provar que a história de uma comunidade pode ajudar a torná-la mais conhecida turisticamente e, assim, reforçar a economia e desenvolvimento local.

Foto: detengase / Creative Commons

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A empresa portuguesa que cultiva algas na ria de Aveiro (com VÍDEO)


Com a loucura do sushi, as algas entraram em força em Portugal. No entanto, poucos sabem que, muitos anos antes disso, elas já estavam no mercado, fazendo parte de snacks ou pastas de dentes. Agora que as algas estão na moda, uma empresa portuguesa de biólogos, a Algaplus, está a produzi-las na ria de Aveiro, para os mercados da alimentação e da cosmética.

Na ria aveirense são produzidas algas como a noori, o musgo irlandês ou a alface do mar, que é a espécie mais comum de alga. As macroalgas são produzidas num sistema de aquacultura sustentável e são ricas em vitaminas, fibras, minerais.

Em parceria com uma empresa de aquacultura, a Algaplus aproveitou a água e os nutrientes da ria de Aveiro para lançar a Tok de Mar, a primeira marca portuguesa de algas e produtos derivados para uso culinário e que já comercializa quatro tipos de algas desidratadas – e até sal enriquecido.

“ [A nossa parceira] recebe a água da ria para produzir o peixe, mas essa água regressa à ria. Estamos a aproveitar esta água, que vem do peixe, para produzir as nossas macroalgas. [Este é um processo] vantajoso para o ambiente, uma vez que reduzimos a carga de nutrientes lançada no ecossistema. Por outro lado, as algas, tal como as plantas, utilizam a luz do sol, o CO2 e os nutrientes para fazer a fotossíntese, produzir biomassa”, explicou ao Economia Verde Helena Abreu, directora de I&D da Algaplus.

Por outras palavras: as algas vão usar os nutrientes da água para aumentar a biomassa e crescer mais rápido. “Para o que nos interessa, elas também crescem melhor”, concluiu Helena Abreu.

Se cada japonês come em média seis gramas de algas por dia, os portugueses ainda têm de comer muitas algas – em pataniscas de bacalhau, caldeirada de peixe ou estufados, como sugere Helena Abreu – para chegar a este número.

A empresa já está em alguns mercados internacionais e, com outra marca própria, entrou também no campo da dermocosmética. Os kits variam entre os €4 e €25 e podem ser encontrados em lojas especializadas – e brevemente também online. Veja o episódio 229 do Economia Verde.

Foto: cluczkow / Creative Commons

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Combater a sazonalidade algarvia com caminhadas na serra (com VÍDEO)


Há muito tempo que o turismo sénior do Norte da Europa encontra, em Portugal, um porto de abrigo, mas há sempre novas ideias e serviços disponibilizados a este público com grande poder de compra. Como as caminhadas na via algarviana, um percurso de 300 quilómetros entre Alcoutim e o Cabo de São Vicente.

“São caminhadas de longa duração, com períodos de uma semana ou quinze dias”, explicou ao Economia Verde João Ministro, da consultora de turismo de natureza ProActiveTur.

“Marcamos a viagem e preparamos o plano completo. As pessoas vão caminhando na via algarviana e pernoitando em vários sítios. Temos uma rede de parceiros locais, nas aldeias, com quem já trabalhamos há algum tempo”, continuou o responsável.

Um deles é o turismo rural Casa da Mãe, em Salir, que consegue, através deste serviço, contrariar a crise do interior português – e a sazonalidade algarvia. “Eles procuram sossego e pedem comidas tradicionais da serra. Depois passeiam à volta, vão até à Rocha da Pena”, frisou Graciete Valério, proprietária da Casa da Mãe.

São estes turistas, que procuram a calma e descontracção da serra algarvia, que acabam por combater a sazonalidade da economia da região. E o seu abandono. Para quem prefere o litoral, há também percursos específicos para observação de aves, como pode ver no episódio 227 do Economia Verde.

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Gianni Bach: um cabeleireiro que defende a beleza sustentável no Alentejo (com FOTOS)


Há pouco mais de três meses, Cláudio Xavier e Gianni Bach mudaram-se para Évora e inauguraram o Gianni Bach Hair Stylist & Make Up Artist: um salão de cabeleireiro que defende a beleza sustentável.

O projecto nasceu através da sinergia de experiências dos dois amigos – Cláudio, com formação na área das finanças empresariais, e Gianni, estilista e cabeleireiro. A abertura do espaço surgiu para dar resposta às necessidades pessoais dos dois amigos e dos clientes que Gianni já tinha em Lisboa: muitos dos clientes eram de Évora e mentores do projecto queriam uma vida “mais calma e em harmonia com a natureza”, explicou Cláudio ao Green Savers.

Outro dos factores que levou à troca de Lisboa por Évora foi o facto de não existir um ateliê de cabeleireiro e imagem nessa cidade que defendesse a beleza sustentável. “No interior do país ainda se fazem muitas permanentes e alisamentos com formol e amoníaco”, indicou Cláudio. Assim, os dois amigos quiseram oferecer uma alternativa estética mais sustentável à cidade, que potenciasse o uso de produtos e técnicas mais naturais.

Segundo Cláudio Xavier, os produtos utilizados no salão são “naturais e orgânicos com uma filosofia sustentável”. “Estes produtos formam uma perfeita sinergia entre a natureza, tecnologia e o homem, combinando as melhores matérias-primas, cuidadosamente seleccionadas com a ciência e a pesquisa mais avançada para oferecer aos nossos clientes a máxima inovação científica, na plena valorização do elemento natureza”, explicou.

Além dos produtos naturais, o salão apostou numa decoração sustentável, onde concilia a utilização de mobiliário novo com peças reaproveitadas e artefactos característicos da região, nomeadamente gaiolas de pássaros que foram transformadas em candeeiros. “Os candeeiros das rampas de lavagem são sobras ed tubagens de canalização com base em pratos antigos de alumínio pintados, uma vez que antigamente existam muitos pratos deste tipo no Alentejo”, disse Cláudio.

Veja algumas fotos do espaço.

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