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Tag Archive | "economia local"

Mega Pic-Nic: Avenida da Liberdade recebeu 700 mil pessoas


Cerca de 700 mil pessoas visitaram a sexta edição do Mega Pic-Nic Continente, que decorreu no sábado na Avenida da Liberdade, em Lisboa. O evento, recorde-se, propõe-se a trazer o campo à cidade, ao mesmo tempo que enaltece os valores da cultura tradicional, alimentação saudável e economia local.

“A edição de 2014 do Mega Pic-Nic proporcionou a quem vive na cidade a possibilidade de aprender os vários ensinamentos do campo, [aliando as] actividades relacionadas com a produção nacional aos momentos de convívio”, explicou o Continente em comunicado.

No auge do Mundial de Futebol, a chamada Quinta da Selecção apresentou uma recriação de explorações hortícolas, frutícolas e pecuárias, que apresentaram a “genuinidade e alta qualidade dos produtos portugueses”, com destaque para um campo de estágios com uma horta de 2000m2 e várias iniciativas lúdicas, onde as famílias puderam viver e aprender o que de melhor se faz no campo.

O Mega Pic-Nic contou com a presença de uma comitiva da Comissão Europeia e o Secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito, através de uma visita ao recinto do evento, durante a manhã. Aliás, a Comissão Europeia esteve também representada pela primeira vez no Mega Pic-Nic através de um espaço lúdico-pedagógico, com o objetivo promover o programa “Taking Care of Our Roots”, no âmbito da política Agrícola Comum.

“A visita da Comissão Europeia é um sinal claro do reconhecimento internacional que o Mega Pic-Nic alcançou, tendo já sido premiado como o melhor evento público europeu, em 2011, e percebido como um exemplo a seguir por outras cidades europeias”, explicou o Continente em comunicado.

Considerado um dos eventos mais importantes do país, o Mega Pic-Nic, organizado pelo Continente contou, uma vez mais, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal e Clube de Produtores Continente, representado por mais de 40 produtores nacionais.

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Matosinhos: 170 alunos visitam maior mural de street art do norte do País


O Mural da Rua da Lionesa  vai receber amanhã, dia 6 de Junho, a visita de 170 alunos da EB1 de Gondivai. Entre as 11h30 e as 13h00, os alunos vão poder conhecer de perto a mais recente e maior intervenção artística de street art/grafitti do Norte de Portugal, que reuniu mais de uma dezena de artistas de arte urbana.

Com aproximadamente 1400 m2, as paredes contam histórias alusivas ao mar e à cidade de Matosinhos – e podem ser uma nova atracção para a cidade, incentivando a economia local e dando novas oportunidades aos artistas da cidade.

O programa inicia-se com uma visita guiada ao mural, seguindo-se uma passagem pela Oficina de Chocolates da Chocolataria Equador, espaço que representa um dos primeiros fazedores que a Lionesa recebe na sua nova fachada virada para o Mural.

Por fim, os alunos partirão à descoberta dos sabores do Mercado Lionesa, momento durante o qual lhes serão contadas, através de um vídeo didáctico e pedagógico adaptados às várias idades, todas as histórias dos elementos representados no mural, de que são exemplos as lendas de Matosinhos, os pescadores, as viúvas ou, entre outros, o Mosteiro de Leça do Balio.

Conheça o Mural da Lionesa no Facebook.

No âmbito deste programa, que é gratuito para as escolas inclui visitas e workshops, a Lionesa pretende alargar o convite a outras escolas de forma a aproximar os diferentes tipos de arte a todas as crianças.

 

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Jornal britânico destaca juventude e beleza de Braga (com FOTOS)


Uma cidade jovem, eclética, a poucos quilómetros do Parque Nacional Peneda-Gerês e onde dá gosto andar a pé. É desta forma que o conceituado jornal britânico The Guardian se refere à cidade de Braga, “uma das mais velhas de Portugal”, mas quase sempre trocada, no radar nortenho dos turistas, pelo Porto.

“Fui a Braga porque quis descobrir porque razão esta cidade antiga – uma fortaleza do império romano – foi seleccionada como a Capital Europeia de Juventude em 2012”, explica a jornalista Jeanine Barone na edição de sábado do The Guardian.

Devido à sua grande população estudantil e a integração na cidade de vários jovens portugueses, Braga tem uma “vibração eclética, algumas ofertas culturais animadas e o bónus das aventuras outdoor à porta, devido à sua proximidade do Parque Nacional da Peneda-Gerês”.

O jornal destaca os hostels da cidade – o hostel frequentado por Jeanine ofereceu-lhe uma bicicleta para a jornalista pedalar, mas a oferta foi trocada por uma visita a pé à cidade. “A cidade é propícia a andar a pé, com as suas ruas pavimentadas e praças atmosféricas. Os estudantes universidades pode ser vistos nas esplanadas e bares, e alguns dos edifícios mais antigos tornaram-se repositórios para a arte ou arquitectura moderna”, explica Jeanine.

A jornalista destaca ainda as actividades culturais da cidade, entre as quais a visita à Livraria Centésima, uma livraria que ocupa um edifício com uma fachada do século XVIII. “A vida pacata de Braga acelera quando cai a noite, sobretudo na baixa. O sentido íntimo da cidade e o seu tamanho compacto tornam mais fácil visitar os vários bares, e oferece uma prespectiva mais convidativa do que tentar entrar nas vastas ofertas do Porto, mais espalhadas”, explica o The Guardian.

Finalmente, o jornal britânico elogia o convívio intergeracional que pode ser visto nas ruas da cidade, dos adolescentes aos cinquentões. Leia o artigo na íntegra, em inglês, e veja algumas fotos da antiga Bracara Augusta.

Fotos:  AbhijeetRane /  Jsome1 /  Arian Zwegers /  TurismoenPortugal /  amaianos /  Mr Conguito /  GOC53 /Creative Commons.

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Centenas de britânicos expatriados em Portugal podem perder a casa


Muitos dos britânicos expatriados em Portugal estão em risco de perder as suas vivendas de férias. A notícia está a ser avançada pelo Daily Mail e tem como pano de fundo uma lei que vai obrigar a comprovar que os imóveis junto ao mar, rios e albufeiras foram construídos em terrenos privados. Caso estes não consigam comprovar que os imóveis foram construídos em terrenos privados, o Estado português pode expropriar terrenos e imóveis devido a dúvidas quanto à origem dos terrenos, independentemente da nacionalidade dos proprietários.

A lei, que data de 2005 e ficou conhecida como a lei dos recursos hídricos, obriga a que os proprietários de terrenos situados nas imediações do mar, rios e albufeiras apresentassem acções em tribunal, baseadas em provas documentais, para provar que os terrenos eram particulares. Em alguns casos, é necessária a entrega de papéis com mais de 150 anos que demonstrem que as propriedades são privadas pelo menos desde 1864. Esta é a data da criação legal do domínio público hídrico, que faz da orla marítima e das margens dos rios propriedades do Estado. Assim, o Governo português pode expropriar os terrenos nas imediações destes recursos.

O documento legal de 2005 indicava um prazo até  Janeiro de 2014 para as acções darem entrada nos tribunais. Em 2013, o prazo foi alargado para Julho de 2014. Contudo, recentemente, o Executivo aboliu o prazo com uma nova emenda. Ainda assim, no caso de dúvida por parte do Estado português, todos os proprietários devem estar preparados para provar que os seus imóveis estão construídos sobre terrenos privados.

A nova emenda isenta ainda da prova documental as propriedades nas margens dos rios e ficam também de fora as propriedades que estejam em zonas urbanas consolidadas, desde que tenham sido construídas depois de 1951, altura em que passou a existir licenciamento municipal das edificações, e desde que não estejam em zonas de risco de erosão ou invasão do mar.

Muitos britânicos que têm segundas habitações em Portugal, nomeadamente no sul e na Madeira, estão preocupados com a situação e alguns estão mesmo a tentar vender os imóveis, refere o Daily Mail.  Números recentes indicam também que quase 90 mil britânicos abandonaram no último ano o mediterrâneo, regressarando ao Reino Unido.

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Quercus vai ajudar autarquias a promover economia verde. Murtosa e Vouzela já aderiram.


Os municípios da Murtosa e de Vouzela foram os dois primeiros a aderir às Parcerias pela Biodiversidade, uma rede de municípios portugueses que irão colaborar com a Quercus para exigir que possam ser descriminados positivamente, com mais receitas e mais investimento público dirigido à sua valorização económica e ambiental.

Segundo a Quercus, o projecto visa o aumento dos valores transferidos para os municípios com áreas classificadas, por via de uma melhor ponderação dos coeficientes de alocação previstos na Lei das Finanças Locais e provenientes de outros impostos.

Por outro lado, ele pressupõe o incremento da alocação de fundos nacionais e comunitários para se efectuarem investimentos privados que possibilitem a criação de empregos ligados à preservação e valorização da biodiversidade.

É ainda proposta a promoção do empreendedorismo ligado ao ambiente, para que se estimule a valorização sustentável das áreas classificadas; a criação de modelos alternativos de fiscalidade que discriminem positivamente os investimentos e as actividades económicas; e a implementação de estratégias locais de conservação da biodiversidade e de adaptação às alterações climáticas, que envolvam activamente as comunidades locais.

O protocolo entre as autarquias e a Quercus vai ser assinado no próximo amanhã, data em que se assinala o Dia Mundial da Terra.

Foto: Vouzela.  guymoll / Creative Commons

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Póvoa do Lanhoso: antiga escola primária vai dar lugar a fábrica de cerveja artesanal


Antiga escola primária de Águas Santas, em Póvoa do Lanhoso, é desde domingo a nova fábrica da Amphora, uma cerveja artesenal que veio dar uma nova vida àquele edifício devoluto.

A cedência foi feita pela autarquia povoense à empresa Cerveja com História, propriedade de João Palmeira. “Quando o João se dirigiu à câmara a pedir para ceder as instalações, foi logo aceite. Demos o apoio. Não fizemos mais do que a nossa obrigação”, recordou o presidente da Câmara Municipal da Póvoa do Lanhoso, Manuel Baptista.

“Aquilo que fizemos aqui, faremos a qualquer povoense ou a qualquer investidor ou empreendedor”, continuou o autarca, que explicou que tem recebido pedidos semelhantes.

“Outro empreendedor também quer vir para a Póvoa de Lanhoso, para outro edifício também devoluto. Temos escolas espalhadas por todas as freguesias, apareçam os investidores, os inovadores, e nós, município, estaremos sempre de braços abertos”, afirmou, revelando diligências que têm sido feitas para atrair investimento para o concelho.

“Estes jovens que com potencial, que não têm medo da crise, que têm criatividade e inovação devem ser sempre apoiados. Já sei que estas garrafas de cerveja feitas em Águas Santas irão para o Canadá, para o Brasil, para os Estados Unidos”, salientou o autarca povoense.

As instalações da antiga escola primária de Águas Santas foram cedidas por um determinado período de tempo e motivou a reestruturação do espaço interior e exterior. A Cerveja com História beneficia ainda do Fundo Mais Póvoa, no âmbito do programa FINICIA.

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