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Tag Archive | "economia local"

8 das mais pequenas aldeias de Portugal (com FOTOS)


São pequenas, quase minúsculas, mas possuem uma beleza incrível, que as conserva no tempo e as enche de turistas de quando em vez. Estamos a falar de algumas das mais pequenas aldeias de Portugal, que foram identificadas em 2012 pelo blog Top Rural e que agora recuperamos para vós, caros leitores.

Explica o blog que estas sete localidades dão-nos uma oportunidade de nos desligarmos do quotidiano citadino. Veja se conhece alguma destas aldeias e leia também um breve resumo sobre cada uma.

1.Aldeia da Pena – 6 habitantes

Situada a 325 quilómetros de Lisboa e a 20 quilómetros de São Pedro do Sul, a Aldeia da Pena é a típica aldeia de xisto. É considerada um ponto de passagem obrigatório para quem ama a natureza devido à sua localização – fundo de um vale na serra de São Macário – e possui apenas 10 casas de habitação e seis habitantes.

2.Aldeia de Cubas – 4 habitantes

Esta aldeã, localizada em Vila Pouca de Aguiar, Trás-os-Montes, contava em 2012 com apenas quatro habitantes – dois casais de idosos. É a segunda aldeia menos habitada de todas as sete que lhe damos a conhecer e, entre outras coisas, possui um magnífico percurso pedestre de 12 quilómetros, que se estende por paisagens sem fim.

3.Aldeia Nova – 33 habitantes

Com um nome convencional e situada no concelho de Almeida, em Freixo da Serra, a Aldeia Nova possui 33 habitantes – quase 75% do que em 1900. Então, a principal produção desta aldeia era o centeio, mas os seus habitantes foram “fugindo” para França à medida que os tempos ficavam mais difíceis.

4.Goujoim – 58 habitantes

Com apenas 58 habitantes, Goujoim é hoje considerada uma “aldeia museu”, por ser uma das mais antigas de Portugal. Localizada no município de Armamar, distrito de Viseu. O seu nome deverá derivar do nome Aben ou Bem Uvim, e mudou ao longo da história: de Gojim para Gomjoym e Gojoim, até chegar à designação actual. Em Goujoim vivia-se da produção do azeite, centeio, vinho e trigo, e muitas destas tradições ainda podem ser observadas.

5.Asnela – 10 habitantes

Há 50 anos, a aldeia de Asnela tinha 250 pessoas, mas actualmente não sobrarão mais do que dez. Uma das atracções desta aldeia transmontada são as casas de granito. Conhecida pela auto-suficiência dos seus habitantes, que semeiam batatas, feijão, cebola e criam animais, Asnela permanece separada do século XXI –não há padarias nem cafés nas redondezas.

6.Monte Alto – 70 habitantes

A aldeia dos Monte Alto é a excepção que confirma a regra do abandono destas localidades, um pouco por todo Portugal. Em 1993, a aldeia possuía 11 habitantes. Hoje, ela tem 70, devido à construção do centro social de Monte Alto, que inverteu a tendência de desertificação. Localizada em Mértola, perto da fronteira com a Espanha, a aldeia tem casas rurais para arrendar, o que também contribui para a economia local.

7.Cortecega – 11 habitantes

A aldeia de Cortecega, perto de Góis, tem tanta presença online e até vídeos no YouTube que estaríamos longe de adivinhar que tem apenas – ou tinha, em 2012 – 11 habitantes. Esta aldeia tradicional, como muitas pelo país fora, está perto da extinção.

8.Adagoi – 0 habitantes

Até há pouco tempo, Adagoi tinha um habitante, que acabou por se mudar para a aldeia vizinha para combater a solidão. Com bastantes alojamentos rurais nas imediações, esta aldeia do concelho de Valpaços, Trás-os-Montes, é uma boa oportunidade para quem quer conhecer um local secular que se encontra abandonado. Ou para quem quiser comprar e recuperar.

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Adolescente de Évora desenvolve site de trocas


Os sites de trocas não são propriamente uma novidade – em Novembro de 2013 já publicámos um artigo sobre vários sites deste género, como o TrocaCasa, AirBNB, Streebank, zipcar ou Bliive.

No entanto, quando um jovem de 17 anos constrói de raiz e sozinho uma plataforma destas é impossível não falarmos deste feito. O jovem em questão chama-se João Pedro Orvalho, vive em Évora e desenvolveu a Nova Plataforma de Trocas Portuguesa, ou Trokaok.

O projecto nasceu a 12 de Julho e, como o próprio nome diz, é uma plataforma de bens e serviços especificamente dirigida aos residentes em Portugal. “Esta plataforma tem como missão permitir o contacto entre pessoas que pretendem trocar itens e serviços entre si. Sem utilizar dinheiro”, explicou ao Green Savers o jovem, que acabou de concluir o curso profissional de Técnico de Gestão de Sistemas Informáticos.

Segundo João Pedro, as trocas não têm limite imaginativo. “As pessoas podem trocar um corte de cabelo por fruta, livros, aulas de guitarra ou até trocarem de casa de férias entre elas”, continuou.

Siga o Trokaok no Facebook.

“Esta plataforma permite às pessoas – principalmente aquelas que tiveram períodos de maior consumo, e que por isso têm garagens ou outros espaços cheios de produtos que já não utilizam mas que estão em bom estado de conservação – a troca de bens ou serviços que já não necessitam, por outros que precisem”, concluiu o jovem, que garante não ter qualquer benefício financeiro com este projecto. “O meu objectivo foi, a partir dos meus conhecimentos informáticos, ajudar as pessoas. Não ganho nada com isto”, revelou.

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Mega Pic-Nic: Avenida da Liberdade recebeu 700 mil pessoas


Cerca de 700 mil pessoas visitaram a sexta edição do Mega Pic-Nic Continente, que decorreu no sábado na Avenida da Liberdade, em Lisboa. O evento, recorde-se, propõe-se a trazer o campo à cidade, ao mesmo tempo que enaltece os valores da cultura tradicional, alimentação saudável e economia local.

“A edição de 2014 do Mega Pic-Nic proporcionou a quem vive na cidade a possibilidade de aprender os vários ensinamentos do campo, [aliando as] actividades relacionadas com a produção nacional aos momentos de convívio”, explicou o Continente em comunicado.

No auge do Mundial de Futebol, a chamada Quinta da Selecção apresentou uma recriação de explorações hortícolas, frutícolas e pecuárias, que apresentaram a “genuinidade e alta qualidade dos produtos portugueses”, com destaque para um campo de estágios com uma horta de 2000m2 e várias iniciativas lúdicas, onde as famílias puderam viver e aprender o que de melhor se faz no campo.

O Mega Pic-Nic contou com a presença de uma comitiva da Comissão Europeia e o Secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito, através de uma visita ao recinto do evento, durante a manhã. Aliás, a Comissão Europeia esteve também representada pela primeira vez no Mega Pic-Nic através de um espaço lúdico-pedagógico, com o objetivo promover o programa “Taking Care of Our Roots”, no âmbito da política Agrícola Comum.

“A visita da Comissão Europeia é um sinal claro do reconhecimento internacional que o Mega Pic-Nic alcançou, tendo já sido premiado como o melhor evento público europeu, em 2011, e percebido como um exemplo a seguir por outras cidades europeias”, explicou o Continente em comunicado.

Considerado um dos eventos mais importantes do país, o Mega Pic-Nic, organizado pelo Continente contou, uma vez mais, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal e Clube de Produtores Continente, representado por mais de 40 produtores nacionais.

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Matosinhos: 170 alunos visitam maior mural de street art do norte do País


O Mural da Rua da Lionesa  vai receber amanhã, dia 6 de Junho, a visita de 170 alunos da EB1 de Gondivai. Entre as 11h30 e as 13h00, os alunos vão poder conhecer de perto a mais recente e maior intervenção artística de street art/grafitti do Norte de Portugal, que reuniu mais de uma dezena de artistas de arte urbana.

Com aproximadamente 1400 m2, as paredes contam histórias alusivas ao mar e à cidade de Matosinhos – e podem ser uma nova atracção para a cidade, incentivando a economia local e dando novas oportunidades aos artistas da cidade.

O programa inicia-se com uma visita guiada ao mural, seguindo-se uma passagem pela Oficina de Chocolates da Chocolataria Equador, espaço que representa um dos primeiros fazedores que a Lionesa recebe na sua nova fachada virada para o Mural.

Por fim, os alunos partirão à descoberta dos sabores do Mercado Lionesa, momento durante o qual lhes serão contadas, através de um vídeo didáctico e pedagógico adaptados às várias idades, todas as histórias dos elementos representados no mural, de que são exemplos as lendas de Matosinhos, os pescadores, as viúvas ou, entre outros, o Mosteiro de Leça do Balio.

Conheça o Mural da Lionesa no Facebook.

No âmbito deste programa, que é gratuito para as escolas inclui visitas e workshops, a Lionesa pretende alargar o convite a outras escolas de forma a aproximar os diferentes tipos de arte a todas as crianças.

 

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Jornal britânico destaca juventude e beleza de Braga (com FOTOS)


Uma cidade jovem, eclética, a poucos quilómetros do Parque Nacional Peneda-Gerês e onde dá gosto andar a pé. É desta forma que o conceituado jornal britânico The Guardian se refere à cidade de Braga, “uma das mais velhas de Portugal”, mas quase sempre trocada, no radar nortenho dos turistas, pelo Porto.

“Fui a Braga porque quis descobrir porque razão esta cidade antiga – uma fortaleza do império romano – foi seleccionada como a Capital Europeia de Juventude em 2012”, explica a jornalista Jeanine Barone na edição de sábado do The Guardian.

Devido à sua grande população estudantil e a integração na cidade de vários jovens portugueses, Braga tem uma “vibração eclética, algumas ofertas culturais animadas e o bónus das aventuras outdoor à porta, devido à sua proximidade do Parque Nacional da Peneda-Gerês”.

O jornal destaca os hostels da cidade – o hostel frequentado por Jeanine ofereceu-lhe uma bicicleta para a jornalista pedalar, mas a oferta foi trocada por uma visita a pé à cidade. “A cidade é propícia a andar a pé, com as suas ruas pavimentadas e praças atmosféricas. Os estudantes universidades pode ser vistos nas esplanadas e bares, e alguns dos edifícios mais antigos tornaram-se repositórios para a arte ou arquitectura moderna”, explica Jeanine.

A jornalista destaca ainda as actividades culturais da cidade, entre as quais a visita à Livraria Centésima, uma livraria que ocupa um edifício com uma fachada do século XVIII. “A vida pacata de Braga acelera quando cai a noite, sobretudo na baixa. O sentido íntimo da cidade e o seu tamanho compacto tornam mais fácil visitar os vários bares, e oferece uma prespectiva mais convidativa do que tentar entrar nas vastas ofertas do Porto, mais espalhadas”, explica o The Guardian.

Finalmente, o jornal britânico elogia o convívio intergeracional que pode ser visto nas ruas da cidade, dos adolescentes aos cinquentões. Leia o artigo na íntegra, em inglês, e veja algumas fotos da antiga Bracara Augusta.

Fotos:  AbhijeetRane /  Jsome1 /  Arian Zwegers /  TurismoenPortugal /  amaianos /  Mr Conguito /  GOC53 /Creative Commons.

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Centenas de britânicos expatriados em Portugal podem perder a casa


Muitos dos britânicos expatriados em Portugal estão em risco de perder as suas vivendas de férias. A notícia está a ser avançada pelo Daily Mail e tem como pano de fundo uma lei que vai obrigar a comprovar que os imóveis junto ao mar, rios e albufeiras foram construídos em terrenos privados. Caso estes não consigam comprovar que os imóveis foram construídos em terrenos privados, o Estado português pode expropriar terrenos e imóveis devido a dúvidas quanto à origem dos terrenos, independentemente da nacionalidade dos proprietários.

A lei, que data de 2005 e ficou conhecida como a lei dos recursos hídricos, obriga a que os proprietários de terrenos situados nas imediações do mar, rios e albufeiras apresentassem acções em tribunal, baseadas em provas documentais, para provar que os terrenos eram particulares. Em alguns casos, é necessária a entrega de papéis com mais de 150 anos que demonstrem que as propriedades são privadas pelo menos desde 1864. Esta é a data da criação legal do domínio público hídrico, que faz da orla marítima e das margens dos rios propriedades do Estado. Assim, o Governo português pode expropriar os terrenos nas imediações destes recursos.

O documento legal de 2005 indicava um prazo até  Janeiro de 2014 para as acções darem entrada nos tribunais. Em 2013, o prazo foi alargado para Julho de 2014. Contudo, recentemente, o Executivo aboliu o prazo com uma nova emenda. Ainda assim, no caso de dúvida por parte do Estado português, todos os proprietários devem estar preparados para provar que os seus imóveis estão construídos sobre terrenos privados.

A nova emenda isenta ainda da prova documental as propriedades nas margens dos rios e ficam também de fora as propriedades que estejam em zonas urbanas consolidadas, desde que tenham sido construídas depois de 1951, altura em que passou a existir licenciamento municipal das edificações, e desde que não estejam em zonas de risco de erosão ou invasão do mar.

Muitos britânicos que têm segundas habitações em Portugal, nomeadamente no sul e na Madeira, estão preocupados com a situação e alguns estão mesmo a tentar vender os imóveis, refere o Daily Mail.  Números recentes indicam também que quase 90 mil britânicos abandonaram no último ano o mediterrâneo, regressarando ao Reino Unido.

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