A ONU lamentou hoje a morte da etóloga britânica Jane Goodall, Mensageira da Paz desta organização internacional há mais de 20 anos, e aplaudiu o seu trabalho “incansável” pelo planeta.
“A cientista, conservacionista e Mensageira da Paz da ONU trabalhou incansavelmente pelo nosso planeta e pelos seus habitantes, deixando um legado extraordinário para a humanidade e para a natureza”, afirmou a ONU nas suas redes sociais, com a foto da investigadora.
Today, the UN family mourns the loss of Dr. Jane Goodall.
The scientist, conservationist and UN Messenger of Peace worked tirelessly for our planet and all its inhabitants, leaving an extraordinary legacy for humanity and nature. pic.twitter.com/C0VMRdKufF
— United Nations (@UN) October 1, 2025
O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, também dedicou algumas palavras de agradecimento a Goodall, que descreveu como “pioneira, defensora do nosso planeta e boa ancestral”.
A ONU, na sua página web, destaca que Goodall, pioneira no estudo dos chimpanzés, era Mensageira da Paz desde 2002, um papel através do qual ajudava a ONU a focar-se em assuntos ambientais e mais concretamente na conservação.
A organização liderada por António Guterres também sublinha o trabalho do Instituto Jane Goodall na criação de programas de conservação e desenvolvimento em África, onde a cientista começou os seus estudos, na década de 1960, e o seu projeto ‘Roots & Shoots’, para envolver a juventude com a natureza.
Numa publicação na rede social X, António Guterres, Secretário-geral da ONU, escreve que Goodall deixa “um extraordinário legado para a humanidade e para o nosso planeta”, e agradece à primatóloga por ter dedicado a sua vida à proteção do ambiente e pelo apoio dado à organização internacional multilateral.
I’m deeply saddened to learn about the passing of Jane Goodall, our dear Messenger of Peace.
She is leaving an extraordinary legacy for humanity & our planet.
I’m grateful for her lifelong environmental protection efforts & her strong support for the @UN . pic.twitter.com/AMPrnhwnNX
— António Guterres (@antonioguterres) October 1, 2025









