O economista Joaquim Barbosa vai assumir a presidência da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), sucedendo a Pedro Amaral Jorge que saiu para a liderança do Operador do Mercado Ibérico.
De acordo com a associação, o novo presidente “assume a liderança da associação com o objetivo de continuar a impulsionar a transição energética em Portugal”, bem como “reforçar o papel estratégico das energias renováveis no panorama nacional e internacional”.
Joaquim Barbosa é licenciado em Economia pela Nova School of Business and Economics, possui um MBA pela IE Business School e uma certificação em Economics of the Clean Energy Transition pela Stanford University.
O novo presidente da APREN desempenhou funções como diretor de novos mercados e portefólio na bp, no Reino Unido, “onde foi responsável pela gestão estratégica de portefólios globais de projetos de energias renováveis, pela integração dos projetos renováveis da bp na Lightsource bp e pelo desenvolvimento de projetos internacionais de hidrogénio verde”, destacou a associação.
Antes disso, passou pelo grupo EDP, tendo sido ‘country manager’ da EDP Renováveis na Polónia, desempenhando, “em simultâneo, funções como vice-presidente da Câmara de Comércio Portugal-Polónia”.
Ao longo do seu percurso profissional, ocupou ainda cargos de liderança na Ocean Winds France, na Sempra e no Banco de Investimento Global.
A APREN destacou que Joaquim Barbosa conta com uma trajetória de mais de 25 anos de experiência nos setores da energia, investimento e finanças.
“Destes, mais de 15 anos foram dedicados a cargos de direção no setor das energias renováveis, onde liderou o desenvolvimento, investimento e gestão de projetos de energia eólica, solar, armazenamento de energia e hidrogénio verde em diversos mercados internacionais”, salientou.
“O nosso compromisso será contribuir para ultrapassar os principais entraves ao desenvolvimento do setor, criando as condições para que as energias renováveis reforcem o seu papel como motor da economia, da independência energética e da proteção ambiental em Portugal”, afirmou Joaquim Barbosa, citado no comunicado.
A APREN comunicou em março que Pedro Amaral Jorge iria deixar a presidência da associação após oito anos, tendo desde então o funcionamento da instituição sido assegurado pela direção e pela sua equipa.









