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Tag Archive | "recursos naturais"

Retalhos da vida e morte de um iceberg (com FOTOS)


Já muita gente fotografou icebergs mas ninguém o fez como Simon Harsent. Este fotógrafo inglês, a trabalhar em Nova Iorque, retratou a vida e morte dos icebergs, num trabalho que mais se assemelha a pintura do que a fotografia.

As fotos foram compiladas na série “Melt/Portrait Of Na Iceberg”. Para o trabalho, Harsent inspirou-se em três elementos: água, céu e gelo. Com formação também na área da pintura, Harsent foi ainda beber inspiração ao trabalho de Mark Rothko, pintor norte-americano, em especial às obras “Preto no Verde” e series “Seagram”, com as quais o fotógrafo se cruzou na juventude.

“O que aprecio no Rothko é a sua definição de cor. Ele não cria apenas painéis de cor. Existe muita profundidade e textura nas pinceladas”, explica Rothko em entrevista ao Huffington Post. Em homenagem ao pintor, Harsent esbateu as cores das suas fotografias. O resultado e á primazia da textura, num branco monocromático.

Para fotografar o ciclo de vida dos icebergs, Harsent viajou até Iceberg Alley, uma passagem na Gronelândia onde estas massas de gelo se separam das calotes polares. Ao longo da viagem de barco de 10 dias, feita em 2008, o fotógrafo parou ainda na Disco Bay da Gronelândia, onde as estruturas de gelo se separam do Fiorde Ilulissat. Posteriormente, viajou para a Terra Nova e Labrador, no Canadá, para fotografar a morte destes icebergs, onde eles terminam a sua viagem, já muito reduzidos, e se acabam por afundar.

Originalmente, as fotos foram compiladas num livro, “Melt”, em 2009. Contudo, as imagens voltaram a ser comentadas no meio artístico, na sequência de uma recente exposição em Melbourne.

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Estudantes criam membrana biodegradável para substituir garrafas de água (com FOTOS)


Uma membrana orgânica biodegradável, que consegue armazenar água, foi criada em Londres por três estudantes de design industrial. O objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis.

Chamada de Ooho, a bolha é criada por um processo de “esferificação”, a mesma técnica popularizada pelo chef espanhol Ferran Adriá, que tornou célebre o restaurante elBulli, em Barcelona. Através deste método, o líquido é moldado em forma de esferas, que geram uma membrana dupla, protegendo a água e a mão de quem a está a beber.

A estrutura é composta por algas e cloreto de cálcio, que criam um gel ao redor da água.

Enquanto o invólucro é criado, a água está em estado sólido – como se estivesse congelada -, sendo possível, assim, gerar uma esfera maior, que mantém os ingredientes na membrana e separados da água.

De acordo com o criador da membrana, o objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis pela sociedade. “Oitenta por cento das garrafas que usamos e deitamos fora não são recicladas. Esse consumismo reflecte a sociedade na qual vivemos”, afirma Rodrigo Garcia González, que desenvolveu a Ooho com seus colegas de faculdade, Pierre Paslier e Guillaume Couche.

Garcia afirma também que, além de ser ecologicamente correcta, a “bolha” irá reduzir custos, já que a maior parte do custo para produzir água vem da própria produção de garrafas.

A Ooho pode ser produzida por apenas €0,01 (R$ 0,04), de acordo com o Planeta Sustentável.

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Os coalas caminham para a extinção?


Nas últimas décadas, os coalas têm visto o seu habitat ser ocupado pela expansão urbana e industrial, para além de serem animais particularmente vulneráveis às alterações climatéricas. Estão já em perigo de extinção, aliás, em áreas como Queensland e New South Wales, na Austrália.

De acordo com a Australian Koala Foudation, o sistema de controlo ambiental australiano é “ridículo” e tem que ser mudado para evitar que coalas sejam dizimados em várias áreas do país.

A Australian Koala Foudation apelou a uma mudança do actual sistema de compensação do Governo, que se baseia na deslocação de um coala de um habitat natural destruído para outro equivalente, noutro local.

Os críticos afirmam que o sistema permite a destruição de vegetação insubstituível, o que condena os animais dependentes dela, de acordo com o The Guardian. “Há algo de muito errado com a ideia de deslocação de coalas. Pense nisso do ponto de vista de um coala”, explicou Deborah Tabarat, directora-executiva da fundação.

“Se a sua árvore for derrubada, o que será de si? Terá uma boa hipótese de ser atropelado por um carro ou de ser atacado por um cão. E se sobreviver à expulsão inicial, terá que descobrir para onde deverá ir até encontrar uma nova área livre. E então, depois de conseguir chegar a essa reserva – uma terra prometida – vão demorar anos até que as novas árvores tenham alguma utilidade para si, e demorará muito tempo até que o ecossistema esteja completamente restaurado”, explicou.

Tabarat revelou estar preocupada com a aprovação de uma grande mina de carvão na propriedade de Clive Palmer, que irá arrasar a reserva natural de Bimblebox, em Queensland.

“Os que falam de desenvolvimento estão a exagerar os valores, e o Governo não está a calcular bem os riscos”, referiu.

Um estudo da Universidade de Queensland descobriu que o planeamento “inteligente” de estradas e áreas florestais é necessário para manter a diversidade genética de coalas e para garantir a sobrevivência da espécie.

Os investigadores descobriram que a dispersão saudável dos genes de coala “caiu rapidamente”, uma vez que a percentagem de cobertural florestal diminuiu abaixo dos 30%.

Áreas com pouca ou nenhuma cobertura florestal tiveram taxas de fluxo genético três vezes menores do que as áreas em que a cobertura florestal foi de 100%. Paralelamente, “os números de coalas caíram massivamente ao longo dos últimos 15 anos no sudeste de Queensland e a urbanização vai afectá-los ainda mais”, disse Jonathan Rhodes, co-autor do estudo.

Foto:  danheap77 / Creative Commons

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Estará Yellowstone prestes a entrar em erupção? (com FOTOS)


Não é segredo para ninguém que o Parque Nacional de Yellowstone, a reserva natural mais antiga do mundo, está localizado por cima de um super-vulcão. Na última semana surgiram rumores de que este grande vulcão estaria prestes a entrar em erupção, pois vários animais do parque começaram a abandonar o local e, no último domingo, ocorreu um tremor de terra – fenómeno que, em regiões vulcânicas, costuma ocorrer antes das erupções.

Contudo, é muito pouco provável que o super-vulcão subterrâneo – que na verdade é uma câmara magmática – de Yellowstone entre em erupção. O local é altamente monitorizado e existem outros indícios premonitórios, para além dos abalos de terra, que indicam o começo da actividade vulcânica.  A probabilidade reduzida de ocorrência do fenómeno foi confirmada pelo director de relações públicas do parque, Al Nash. “Não temos indicações que sugiram de que o vulcão de Yellowstone esteja prestes a entrar em erupção”, afirmou, citado pelo I Fucking Love Science.

Para desmistificar os rumores, Al Nash explica num vídeo o funcionamento do sistema geológico do parque, que regista entre 1.000 a 3.000 sismos por ano. “Francamente, estamos a poucos quilómetros à superfície de magma muito quente”.

É esta câmara magmática gigante que alimenta toda a actividade vulcânica do parque: os geysers, fumarolas, nascentes de água quente – fontes vulcânicas secundárias que atraem cerca de três milhões de visitantes por ano. De acordo com Nash, o sismo sentido no último domingo terá sido um movimento transcorrente, que pode não estar ligado aos processos vulcânicos. Este sismo, de 4,8 de magnitude, foi o maior desde 1980, mas não há registo de ferimentos ou prejuízos ou de que o vulcão irá entrar em actividade.

Os sismos são precursores de erupções vulcânicas e normalmente ocorrem dias ou semanas antes o vulcão entrar em erupção. Contudo, Yellowstone é monitorizado pelo Observatório Vulcanológico – uma parceria entre o Parque Nacional, a Universidade de Utah e o United States Geological Survey. A monitorização do vulcão é constante, com informação sobre a deformação do solo, temperatura e gases em tempo real. “Yellowstone nunca pára de tremer”, afirma Robert Smith, geofísico da Universidade do Utah.

Então por que é que os animais estavam a deixar o parque? De acordo com os canais oficiais de Yellowstone, “a verdadeira razão para os animais estarem a deixar o parque? O Inverno”. Os mamíferos tendem a migrar para terrenos mais baixos fora do parque, onde os recursos alimentares tendem a ser mais abundantes. Quando a neve derrete no parque, os animais voltam a Yellowstone. Porém, apesar de este sismo registado não constituir indícios de actividade vulcânica anormal, não quer dizer que uma erupção cataclísmica não possa acontecer.

A região de Yellowstone produziu três grandes erupções vulcânicas nos últimos 2,1 milhões de anos. Grandes volumes de magma foram expelidos para a superfície, a par de grandes nuvens de cinza vulcânica, gases e piroclastos. O solo colapsou e criou deformações vulcânicas, chamadas caldeiras. A última vez que este evento ocorreu foi há  640 mil anos e desde então apenas cerca de 80 erupções de lava ocorreram.

Contudo, se uma erupção destas proporções voltar a ocorrer em Yellowstone, as cinzas vulcânicas vão cobrir grandes áreas do solo norte-americano e a injecção de gases na atmosfera pode afectar o clima mundial. No entanto, a probabilidade de um acontecimento deste tipo nos próximos milhares de anos é extremamente baixa.

Veja algumas fotos do magnífico parque norte-americano.

Fotos: Victorfe / nuance1979 / theclyde / CaptPiper / Terry Tollefsbol / droidman / Nathan Young / Travis S. / tomkellyphoto / mtsn / fritzmb / will.sebastian / Grenthar / exquisitur / moonlightbulb / Creative Commons

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Quais os melhores jardins do Porto?


“O PORTO NÃO É CONHECIDO COMO UMA CIDADE de parques e jardins, apesar de o seu Parque da Cidade ser o maior do país. Mas há muitos, de todos os tamanhos, e a eles se devem muitos momentos felizes. O que seria do Porto sem o Jardim Botânico, o jardim do Palácio de Cristal ou o da Casa de Serralves? Ou do Jardim da Cordoaria, o tapete verde que se desdobra aos pés da Torre dos Clérigos, o ex libris da cidade?

Aprendemos na escola que as árvores renovam o ar que respiramos, dão sombra e frescura, abrigam os pássaros, e muitas até dão frutos que podemos comer. Utilidades. Mas não nos explicam como é absolutamente necessário para a nossa felicidade mergulhar nestas amostras de natureza em plena cidade, conviver com o verde, estar próximo destes gigantes pacíficos que nos transmitem paz com a sua força imóvel.

Um passeio lento por um jardim começa por prender a nossa atenção em coisas que não “vemos” todos os dias: troncos poderosos, folhas quase transparentes, pétalas coloridas, um centro de flor onde pousam abelhas. Uma aranha faz uma teia, as folhas sussurram ao ar, os pássaros agitam-se e cantam. Caminhando pelo jardim alheamo-nos da nossa própria existência e tornamo-nos observadores de um mundo que é equilibrado e perfeito.

No jardim do Palácio de Cristal, a cidade transforma-se num rumor ao longe, as casas junto ao rio que corre lá no fundo, a ponte onde passam, sem ruído, carrinhos de brincar.

Calou-se o sino

O que chega a mim agora é o eco

Das flores

No Jardim Botânico, os catos empertigam-se em picos rijos numa cama de pedras. Há recantos

de buxo bem tratado que envolvem rosas e dálias, uma parede verde separa a cafetaria do jardim onde passearam a poetisa Sophia de Mello Breyner e Ruben A.

A erva à volta dos lagos do Parque da Cidade é um colchão fresco que os patos também gostam de aproveitar. Esticados ao sol, é difícil não ter pensamentos quentes e calmos, sentir a felicidade subir-nos pelos dedos das mãos e sorrir sem querer. Lá ao fundo espera-nos o mar e o bulício dos cafés de praia, mas a melhor parte é demorar a chegar lá, tomando o caminho mais longo, de terra, por entre árvores e flores.

A água é tão fria

Como pode a gaivota

Adormecer?

Fundação Casa de Serralves tem um parque multifacetado onde podemos ler um livro sobre a erva, atravessar um túnel de liquidâmbares ou admirar uma oliveira alentejana com cerca de 1500 anos. Há sempre um recanto sossegado onde se descobre a beleza simétrica da flor do eucalipto, ou das folhas da aveleira. Um roseiral disciplinado alonga-se perto da Casa de Chá e as filas de urze trazem os montes à cidade.

O Jardim de São Lázaro, o mais antigo do Porto, o Jardim da Cordoaria, do Carregal ou das Virtudes são apenas mais alguns momentos de paz e de verde. Há jardins espalhados por toda a cidade, e para os conhecer vai precisar de veículo próprio – ou de alugar um carro.

Para quem tem pouco tempo, recomenda-se uma manhã no Parque da Cidade, que oferece a rara oportunidade de terminar o passeio com os pés no mar, e reservar a tarde para deambular nos Jardins do Palácio de Cristal, que oferece umas vistas soberbas sobre Gaia e o rio Douro, até ao por do sol…

Extingue-se o dia

Mas não o canto

Da cotovia

Encontre um lista dos parques e jardins do Porto aqui. ”

Jornalista de viagem, Ana Isabel Mineiro já publicou em revistas portuguesas como a Grande Reportagem, Volta ao Mundo e Rotas & Destinos, e espanholas, como a Descubrir e a Altair. Neste momento dedica-se com igual interesse às viagens e à comida vegetariana, publicando regularmente as descobertas e curiosidades no site Comedores de Paisagem. É leitora do Green Savers e escreve regularmente aqui.

(Os haikus são do poeta zen japonês Matsuo Bashô, retirados de O Gosto Solitário do Orvalho seguido de O Caminho Estreito, publicado pela Assírio & Alvim.)

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As melhores imagens de fotografia subaquática (com FOTOS)


Quase 8.000 fotos concorreram na maior competição de fotografia subaquática do mundo, organizada pelo site underwaterphotography.com. Com 17 categorias tão diferentes como “destroços de navios” ou “tubarões”, este concurso teve um vencedor surpresa: a fotógrafa belga Ellen Cuylaerts, que vive nas Ilhas Caimão e começou a mergulhar há apenas três anos.

Veja a foto de Cuylaerts – é a primeira da sequência – e outras das finalistas do concurso.

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