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Tag Archive | "recursos naturais"

Como a natureza está a engolir a pedreira abandonada do Alvito (com FOTOS)


A evolução urbana não tem sido favorável ao Alvito, Lisboa, uma antiga pedreira e, mais tarde, zona industrial que é hoje usada como zona de descargas de entulho e lixo. O fotógrafo algarvio João Gago, de 27 anos, deambulou por este espaço em ruínas à procura de “uma experiência temporal em que podemos observar a passagem do tempo” – e a forma como este modifica o espaço.

“Por mais mal que o Homem faça à natureza, ela consegue sempre vencer”, explicou o fotógrafo ao Green Savers. “Aqui podemos ver como a flora deste espaço está a começar a engolir os destroços humanos numa espécie de reciclagem biológica”.

Formado em Fotografia e Cultura Visual pelo Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing (IADE), em Lisboa, João Gago já colaborou comos jornais Público e Destak e descobriu a paixão pela fotografia entre os estudos de ciências da multimédia.

Como amantes de infra-estruturas abandonadas, como já várias vezes anunciámos, não podemos deixar de elogiar a sessão fotográfica de João Gago. É na redescoberta dos horrores urbanos que está meio caminho andado para a recuperação do património e um melhor planeamento urbano – e a zona do Alvito merece uma nova estratégia.

Fotos: João Gago

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Água: congresso mais importante do mundo realiza-se na próxima semana em Lisboa


Em 2009, a candidatura de Lisboa fintou a de cidades como Istambul (Turquia), Bruxelas (Bélgica), Dublin (Irlanda) e Genebra (Suíça) e foi escolhida para sede do Congresso Mundial da Água 2014, o mais importante evento global sobre este recurso e que se realiza de dois em dois anos, em várias capitais do Planeta.

Organizado pelo International Water Association (IWA), o congresso terá como tema “Moldar o futuro da Água” e vai levar 5.000 especialistas ao Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), de 21 a 26 de Setembro.

O congresso contará com um número recorde de papers – foram submetidos mais de 1.700, de vários pontos do globa – pelo que se espera uma das edições mais participadas de sempre.

Veja a lista de participantes (abre PDF).

Para além dos profissionais credenciados, qualquer pessoa pode aceder gratuitamente à exposição – apenas à exposição, a inscrição não abrange as conferências e workshops do congresso.

O congresso vai reunir alguns dos mais importantes especialistas e inovadores da área da água em todo o mundo, entre os quais Hans Rosling, professor e chairman da Gapminder Foundation; Jeremy Bird, director-geral da International Water Management Institute; Sue Murphy, CEO da Water Corporation of Western Australia; Dipak Guawali, director da Nepal Water Conservation Foundation: Per Nielsen, professor de biotecnologia da Universidade de Aalborg, Dinamarca; ou Willy Verstraete, professor de biotecnologia ambiental da Universidade de Ghent, na Bélgica.

Desde 2008, o IWA realizou-se, sucessivamente, em Viena (Áustria), Montreal (Canadá) e Busan (Coreia do Sul). Segundo a Águas de Portugal, uma das entidades responsável pela vinda do IWA para Lisboa, a capital portuguesa foi escolhida pela qualidade da organização e infra-estruturas oferecidas; capacidade de mobilização nacional demonstrada e relação privilegiada de Portugal com os países ibero-americanos e africanos.

O Green Savers terá uma equipa de reportagem no Congresso Mundial da Água. Siga-nos diariamente em www.greensavers.sapo.pt, no Facebook ou Twitter.

Foto: Juanedc / Creative Commons

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Californianos pintam relva para fintar seca (com FOTOS)


Há anos que o estado norte-americano da Califórnia sofre uma seca profunda, uma situação que tem levado os seus cidadãos e governantes ao desespero e obrigado a medidas de poupança de água. Uma delas pressupõe uma multa de €385 (R$ 1.100) para quem gastar água ao ar livre, a limpar a rua, regar o jardim e outras áreas verdes ou o carro.

Esta multa foi a aprovada em Agosto e já criou uma leva de novos serviços, todos eles relacionados com a pintura dos (antigos) relvados. De acordo com o National Journal, muitos habitantes da Califórnia têm recorrido a esta estratégia para manter a relva sempre bonita – ainda que artificialmente.

Uma das empresas que tem ganho clientes com este serviço é a Green Canary, que diz utilizar uma “solução amiga do ambiente para relva seca e doente”. De acordo com o Planeta Sustentável, que cita o site da Green Canary, a tinta não é tóxica, é segura para as crianças e animais de estimação e é à prova de água. Por outro lado, ela ajuda ainda a combater o crescimento de ervas daninhas.

Outra das soluções encontradas pelos californianos passa pela instalação de relva artificial – como se tratasse de um campo de futebol de piso sintético. A First Impressions, de San Ramon, instala relva sintética há oito anos, mas só agora o telefone não pára de registar encomendas.

“É por causa da seca, que causa um efeito de relva castanha. E as pessoas não querem relvados castanhos”, explicou Jason Webb, proprietário da empresa ao Sanfrancisco.cbs. Veja alguns dos relvados californianos actuais – os novos e os velhos.

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Cidade turística brasileira cobra taxa ambiental de €7 por carro (com FOTOS)


Com 16.900 habitantes, a cidade de Bombinhas, no litoral de Santa Catarina, Brasil, é invadida por turistas no Verão. Todos os anos, cerca de 1 milhão de visitantes chegam à cidade, o que está a provocar distúrbios ambientais graves no local e que motivou a câmara a aprovar uma taxa de €7 (R$ 20) por cada carro que entre em Bombinhas.

O projecto lei prevê uma tarifa para entrar na cidade, a chamada Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que já foi aprovada pelo executivo e espera agora pela constitucionalidade, que está a ser analisada pelo Ministério Público local. Se não forem encontradas irregularidades, a taxa entra em funcionamento no dia 15 de Novembro, feriado naquele país.

“O avanço da degradação ambiental é muito agressivo”, explicou Ana Paula da Silva, a prefeita da cidade, à UOL. “A tarifa é uma compensação para a cidade. Vivemos do turismo e quaremos a vinda de turistas, mas a cobrança é justa e necessária, inclusive para melhorar a infra-estrutura dos próprios visitantes”, continuou.

A verba arrecadada pela taxa será aplicada na preservação do ambiente, infra-estruturas, limpeza pública e acções de saneamento. Cerca de 70% do território é considerado área de preservação permanente, mas apenas 10% do município tem serviço de saneamento básico.

Ao chegar à entrada da cidade, os veículos serão monitorizados por um aparelho semelhante a um radar, que faz a leitura das placas para o posterior envio da cobrança à casa do visitante. O pagamento também poderá ser feito com antecedência.

A taxa deve vigorar entre 15 de Novembro e 15 de Abril e poderá ser paga pela internet, em agências bancárias e outros locais. Após a emissão da tarifa, o condutor pode entrar e sair da cidade por um período de 24 horas. Se o visitante entrar e sair apenas no fim de sua estadia, será cobrada somente uma taxa.

Os moradores e turistas que possuem imóveis na cidade estão dispensados do pagamento, assim como alguns tipos de transporte, como ambulâncias, carros-fortes e veículos oficiais; veículos prestadores de serviços ou que façam abastecimento do comércio previamente cadastrados; e transportes públicos.

Veja algumas fotos de Bombinhas.

Foto: Andreia Reis / Renato Pereira / pratiproy / Creative Commons

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Conseguiremos alimentar 7 mil milhões de pessoas?


Hoje, como sabemos, a resposta a esta pergunta é não. Mas ela pode mudar a médio e longo prazo, se continuarmos a desenvolver estratégias para diminuir o desperdício alimentar e tornar os nossos sistemas de alimentação mais eficientes.

O desperdício alimentar é, na verdade, o que nos impede de alimentarmos toda a população global. Os números são brutais e não mentem: todos os norte-americanos gastam 40% da comida que produzem – em Portugal, são desperdiçadas um milhão de toneladas de alimentos por ano.

Nos Estados Unidos, uma organização denominada Sustainable America fez as contas e deu as repostas. Os cinco principais motivos para o desperdício alimentar norte-americano são as perdas na produção; perdas no armazenamento; embalagens estragadas ou abertas; desperdício no retalho e, claro, em casa dos consumidores.

No resto dos países, porém, os motivos são outros, ainda que a percentagem de desperdício seja igual: 40%. Assim, os problemas de distribuição e transportes, o armazenamento indevido, as pestes, más estradas, inundações ou secas são os principais responsáveis pelo desperdício alimentar.

Desperdício alimentar assusta
Em todo o mundo são desperdiçados 1,3 mil milhões de toneladas de comida por ano, o suficiente para alimentar as 868 milhões de pessoas que passam fome. Ou seja, a resposta para o combate à fome está no próprio Planeta, mas é ignorada.

Segundo a Sustainable America, 25% do desperdício alimentar norte-americano ocorre em casa dos consumidores. Os americanos deitam fora 680 gramas de alimentos por dia – o equivalente a deitar fora €1.760 (R$ 5.200).

Entre as soluções encontradas pela organização para combater este flagelo destacam-se a promoção da chamada fruta feita – na Califórnia, o programa Farm to Family distribui 54 milhões de quilos de fruta que não foi considerada suficientemente boa para ir para os supermercados

Outra das soluções é comer fruta desidratada; selar hermeticamente as embalagens, protegendo o período de vida das fruta e vegetais; ou substituir as soluções actuais de armazenamento. Tudo isto poderá reduzir as perdas das produções em 70%.

Aos consumidores pede-se que congelem produtos para que eles durem mais tempo, insistam na criação de listas de compras e planeiem as refeições, transformem os produtos em vias de se estragar em sumos, comam fruta feita, façam compostagem, comam os restos e, sobretudo, deixem de deitar comida fora.

Todas estas acções, infelizmente, não colocarão comida no prato das sete mil milhões de pessoas do mundo, mas é um caminho para atingir este objectivo – a muito longo prazo. Nessa altura, porém, não seremos sete mil milhões, mas muitos mais.

Foto: DVIDSHUB / Creative Commons

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México: 48 toneladas de peixes mortos no lago Cajititlan (com FOTOS)


Cerca de 48 toneladas de peixes foram encontrados mortos nas margens do lago Cajititlan, no estado mexicano de Jalisco, a cerca de 500 quilómetros da Cidade do México.

De acordo com o Le Monde, as autoridades locais afirmam tratar-se de um “ciclo natural”, mas responsáveis do estado não são da mesma opinião, acusando uma “pobre gestão dos recursos” como a causa mais provável.

“[Nego] categoricamente que este seja um fenómeno natural e cíclico”, explica a secretária de Ambiente da Jalisco, Maria Magdalena Ruiz Mejia. Segundo Maria Magdalena, mais peixes mortos deverão ser encontrados nos próximos dias.

“Não há nenhuma prova de que isto seja natural e cíclico, pelo contrário, temos variáveis que nos levam a acreditar que este fenómeno não só é recorrente e se está a tornar mais frequente e severo, como ele é causado pela pobre gestão do corpo de água”, continuou a responsável.

Segundo Maria Magdalena, a lama que vem das fábricas locais de tratamento de água é a culpada desta mortalidade. Por outro lado, e quando questionada pelos jornalistas locais sobre se poderia mostrar as provas da acusação, a responsável acusou as autoridades locais de proibirem o acesso ao local.

As autoridades emitiram um alerta ambiental para o lago, mas avisaram que a saúde humana não está em perigo. O lago Cajititlan tem nove quilómetros de comprimento e dois de largura, localizando-se a norte do bem maior lago Chapala.

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