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Porto: brunch caseiros e biológicos nos parques da cidade


Lembra-se de Cláudia Alemão, a empreendedora açoriana responsável pela marca Bicla? Ela está de volta ao Green Savers, com um projecto bastante diferente da Bicla mas que tem tudo para dar certo – na nossa modesta opinião.

Agora, Cláudia juntou-se a Marlene Alves nos Picnics no Parque, um projecto que percorre os parques verdes da cidade do Porto, disponibilizando uma espécie de brunch ao ar livre, com comida caseira.

“A ideia surgiu porque uma das pessoas ligada ao projecto costuma organizar piqueniques entre amigos, onde o lema é não haver nem plástico nem papel, portanto são piqueniques com louça e guardanapos de pano e comida caseira. Como estamos sempre desejosos de novos piqueniques, lembrámo-nos de fazer pequenos-almoços neste formato”, explica Cláudia Alemão.

Há duas semanas, a 28 de Abril, os Picnics no Parque tiveram a sua terceira edição, mas há sempre imprevistos a ter em conta. Com chuva, o pequeno-almoço fica adiado.

O próximo encontro é a 26 de Maio, como pode espreitar aqui.

Segundo a organizadora, as pessoas vão chegando entre as 10h e 11h e têm à disposição um autêntico manjar de comida caseira, com sumo natural de laranja, pão caseiro quente, compotas, mel biológico, queijo, manteiga, iogurte, cereais, panquecas quentes, bolos, várias bebidas quentes (chá, café ou leite), ovos cozidos e fruta.

O brunch custa €9, sendo que quem chegar de bicicleta tem um desconto de €1. Se está interessado em participar no próximo Picnic no Parque, agora que o Sol deverá voltar a Portugal, deve fazer a sua reserva para o email ospicnicsnoparque@gmail.com. As cozinheiras aceitam um máximo de 12 pessoas por brunch e asseguram também jornais “para se ler na horizontal”.

Todas as comidas são cozinhadas por Cláudia e Marlene, sendo que os brunch vão alterando o local – e o parque. “Queremos levar as pessoas aos diferentes jardins do Porto. Para além do efeito surpresa, [assim] ficam a conhecer um pouco de história dos jardins da cidade”, explica Cláudia Alemão.

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Os autocarros da STCP celebram 65 anos. Veja como eles mudaram o Porto (com FOTOS)


No dia 1 de Abril, há 65 anos, a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) realizava a sua primeira viagem. “A carreira C partia da Avenida dos Aliados e tinha o seu término no Carvalhido”, recorda hoje a STCP, que inaugurou esta primeira linha no longínquo ano de 1948.

A carreira passava pela Praça da Trindade, Rua da Trindade, Camões, João das Regras, Fonseca Cardoso, Faria Guimarães, Cruzamento da R. João Pedro Ribeiro (ZONA), Faria Guimarães, S. Dinis e Rua da Natária.

Na altura, o carro eléctrico protagonizara “um inegável desenvolvimento social e económico associado às crescentes deslocações de passageiros” – o seu transporte era também reconhecido como local de sociabilidade, explica a STCP no seu site oficial.

Mas o seu “reinado de exclusividade” terminaria com o aparecimento das camionetas da concorrência, ainda nos anos 20, que, para além de mercadorias, iniciaram o transporte de passageiros de e para os limites interiores da cidade. “Este fenómeno, que mereceu a conivência da câmara municipal, acarretou uma controvérsia com a circulação dos eléctricos, reduzindo a sua flexibilidade e número de utilizadores”, continua a STCP.

Com isto, a Companhia Carris de Ferro do Porto registou avultados prejuízos e a sua Administração, em 1933, via-se obrigada a reconhecer que “o 1º Estabelecimento (carros, central, subestações e linhas) foi completamente derrotado (…) sendo necessário prover à sua substituição na sua totalidade…».

Treze anos depois, era a vez da Câmara Municipal do Porto passar a intervir directamente na gestão dos transportes públicos do Porto, por resgate da concessão à CCFP, elaborando um plano centrado na aquisição de autocarros. O plano previa a chegada de 15 autocarros adquiridos a uma firma de Lisboa – Auto-Triunfo – mas a entrega não decorreu no calendário previsto para Julho de 1947.

Para “não prejudicar mais o público”, os primeiros dois veículos da marca Daimler, com lotação de 34 lugares, inauguraram a tal carreira C (Aliados – Carvalhido) –  a 1 de Abril de 1948 – num evento que mereceu a atenção da imprensa diária na região. Com viagens de 30 em 30 minutos aos dias úteis, das 8h30 às 20 horas, os preços variavam entre 1 Escudo (uma zona) e 1 Escudo e 50 centavos (duas 2 zonas).

A segunda carreira – D – foi inaugurada no dia 1 de Junho de 1948, após a chegada de mais autocarros. “Em 1948 a receita ordinária de exploração acusou um aumento de cerca de 3.600 contos, atribuído à exploração de autocarros. No final de 1948, com 4 carreiras em exploração, numa rede de 26 km e com 10 autocarros em circulação, atingiu-se uma média diária de 5.000 passageiros transportados”, refere a STCP.

Mesmo com a introdução de um novo protótipo de carro eléctrico em 1951, o S-500, o principal meio de transporte operado pela actual STCP, rapidamente se notabilizou.

Hoje, a STCP possui uma frota de 475 autocarros e seis eléctricos e opera 485 km de rede com 73 linhas (70 de autocarro e 3 de carro eléctrico). Transportou em 2012 cerca de 94 milhões de passageiros. Veja algumas das fotos da época e recortes de jornais.

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Porto está hoje em destaque na homepage do El Mundo (com FOTOS)


“O tempo não passa pelo Porta das fantásticas perspectivas barrocas, as pontes sobre o Douro, as vistas desde a Torre dos Clérigos, os vinhos e os rabelos, as tardes chuvosas, os cafés no Majestic. O Porto é eterno”.

Este é o texto introdutório para a galeria de 25 fotos que está hoje em destaque no jornal espanhol El Mundo. As fotos têm textos próprios e retratam alguns dos cenários mais deslumbrantes da Invicta, como a Sé, o Palácio da Bolsa, a Estação de São Bento, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, a arte dos azulejos, a torre dos Clérigos ou a Lello.

Veja as fotos e descubra os textos (em espanhol).

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Porto: procuram-se apaixonados por bicicletas para coordenar projecto de bikesharing


A Unite, agência de turismo solidária, está à procura de “jovens apaixonados por bicicletas” para coordenarem um projecto que irá implementar um sistema de bikesharing – ou partilha de bicicleta – na cidade do Porto.

Segundo o Menos Um Carro, que está a disponibilizar a informação, a Unite actua como uma agência de viagens especializada na comercialização de pacotes turísticos associados ao turismo solidário e social.

O recrutamento surge no âmbito do Coop Jovem, programa de incentivo à criação de emprego jovem que está integrado na iniciativa Impulso Jovem, designadamente no eixo Apoio à Contratação e ao Empreendedorismo.

Para se candidatarem, os jovens deverão ter até 30 anos de idade, possuir licenciatura, mestrado ou doutoramento – requisito obrigatório – e dominar a língua inglesa.

Para saber mais informações, visite a página de Facebook da Unite.

Foto: Sob licença Creative Commons

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Última hora: sismo de 3.1 a 20 quilómetros da cidade do Porto


A região do Grande Porto sentiu há minutos um sismo, que já foi confirmado pelo European-Mediterranean Seismological Center como sendo de 3.1 na escala de Richter. O sismo foi imediatamente comentado na rede social Twitter.

De acordo com o European-Mediterranean Seismological Center, o sismo terá ocorrido a 20 quilómetros do Porto e a dois quilómetros da Rebordosa, freguesia do concelho de Paredes. A hora foi 17h22 e até agora não há registo de grandes danos.

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Investigadora portuguesa quer plantar 100 mil árvores no Grande Porto


Marta Pinto, investigadora da Universidade Católica, é a promotora do projecto Futuro, que já plantou 19 mil árvores em 20 locais da Área Metropolitana do Porto, desde Outubro de 2011, e quer chegar às 100 mil plantações.

O projecto foi um dos três finalistas da 4ª edição do Prémio Terre de Femmes, promovido pela marca francesa de cosméticos Yves Rocher, e está hoje em destaque em vários jornais portugueses, entre os quais o Jornal de Notícias.

“[Quero] implementar, plantar e cuidar de florestas urbanas nativas, ou seja, espécies que são naturais do nosso território, com as pessoas e para as pessoas”, revelou a investigadora à Lusa.

As 19 mil árvores já plantadas foram colocadas em 13 dos 16 municípios do Grande Porto, sobretudo ao lado de rios, parques urbanos e áreas de monte dispersas no território. O rio Leça e a Serra de Santa Justa, no Porto, foram dois dos locais.

“É fundamental criar florestas nativas para ter uma melhor qualidade do ar e da água, ter nutrientes adequados no solo e menos carbono na atmosfera”, continuou a responsável. Sobreiros, carvalhos, freixos, ulmeiros, azevinhos e medronheiros são algumas das vinte espécies que serão plantadas na Área Metropolitana do Porto, cada uma delas adaptada a um local específico.

O projecto Futuro é promovido pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto, em conjunto com a Área Metropolitana do Porto, tendo tido a colaboração de cerca de 35 entidades e mais de 3.000 voluntários.

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