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Torne a sua cozinha mais eficiente, limpa e sustentável. Veja as dicas da Ikea.


Cerca de 40% do total de consumo de energia de uma casa é feito na cozinha. Os números são assustadores, mas esta percentagem pode deixar de ser um fantasma na factura mensal de electricidade, bastando seguir, com atenção, algumas dicas de poupança.

Se é leitor assíduo do Green Savers sabe que somos obcecados com poupança, sobretudo quando ela representa não só um ganho financeiro como ambiental. Por isso, as dicas que a Ikea lançou recentemente podem ser um bom ponto de partida para reajustar os consumos da sua casa – a começar pela cozinha.

Segundo a multinacional sueca, é importante optar pelos electrodomésticos mais adequados para refrigerar e cozinhar – sem esquecer que os electrodomésticos em fim de vida devem ser entregues para reciclagem.

Devemos optar por electrodomésticos de classe energética A ou A+, que gastam menos energia. A marca já comercializa frigoríficos equipados com tecnologia LED, por exemplo, e uma troca destas pode significar uma poupança a médio prazo. Um equipamento de classe C gasta três vezes mais energia que um de classe A. É fazer as contas para perceber quanto tempo precisa para que a mudança de electrodoméstico se pague a ela própria.

Ainda no que toca a poupança, a marca assegura que as suas torneiras têm a função para diminuir o caudal de água sem reduzir a pressão – poupando água e energia.

Outra dica importante está relacionada com as placas de indução, que são muito mais rápidas e eficientes que as placas eléctricas ou vitrocerâmica. É que elas aquecem apenas os tachos, enquanto o resto da placa permanece fria para que não existam praticamente perdas de calor.

Por outro lado, é importante garantir que o frigorífico e o fogão se encontram afastados – nem que seja por um armário. É que o calor do forno obriga o frigorífico e o congelador a gerar mais frio – logo, a gastar mais energia.

No que toca à iluminação, o conselho da Ikea são as LED, lâmpadas de baixo consumo que têm uma vida útil 8 a 10 vezes mais longa que a das lâmpadas comuns, poupando até 80% da energia. A marca está a investir bastante na distribuição e comunicação destas lâmpadas, tendo já lançado algumas promoções interessantes.

Outro dos aspectos importantes de uma cozinha é a utilização da água. Uma das muitas dicas da Ikea é uma espátula que retira, de forma mais eficiente, os restos do prato. Assim, poupa-se água quando chega a fase de lavar a loiça.

No que toca à alimentação, a Ikea sugere a colocação dos alimentos em sacos de plástico reutilizáveis ou recipientes com tampas. Todos os anos, um quarto da comida que compramos não chega a ser consumida, uma percentagem insustentável nos próximos anos, que é preciso reduzir a todo o custo. A boa conservação dos alimentos é fulcral para que estes durem mais tempo.

Veja algumas destas – e outras dicas – neste link. E veja outras conclusões do documento – algumas são puro senso comum, mas muitas vezes ignoradas em nossa casa.

Sabia que:

1.A tampa do tacho evita perdas de calor. Por isso, ao aquecer água ou ao cozinhar, tape sempre a panelo. Se assim o fizer, irá poupar cerca de 20 a 30% de energia.

2.Pode poupar até 6 litros de água por minuto se simplesmente desligar a torneira ao lavar as mãos ou loiça. Além disso, ao substituir o vedante gasto irá poupar cerca de 15 litros de água por dia, ou seja, 5.500 litros por ano que se desperdiçam sempre que há uma torneira a pingar.

3.O transporte da fruta por via aérea e fora de época implica um consumo de combustível 10 a 20 vezes superior do que se comprar a fruta da época localmente. Também gera muitas emissões de gases com efeito de estufa. Ou seja, os produtos da época são mais baratos mas também respeitam mais o ambiente.

4.Cerca de 71% dos produtos Ikea provêm de fontes renováveis – e nenhum dos utensílios da cozinha contém componentes com efeitos perigosos para a saúde.

5.O arrefecimento é um processo que gasta muita energia. Cada grau acima da temperatura recomendada (5ºC para frigorífico e -18ºC para congelador) irá aumentar o consumo em 5%.

6.Pode reduzir-se a humidade do frigorífico ao guardar a comida em caixas, frascos ou sacos fechados. Isto irá diminuir o consumo de electricidade e a comida mantém-se fresca por mais tempo.

7.O frigorífico gasta menos energia se o descongelador for limpo regularmente, sobretudo o pó da parte de trás.

8.Cerca de 15% do consumo mundial de água é usado em ambiente doméstico. Ao controlar o fluxo de água, a utilização poderá ser reduzida sem decréscimo da funcionalidade, sobretudo quando a água é usada para enxaguar, lavar e para higiene pessoal.

9.Beber água da torneira ajuda a reduzir as emissões de CO2, poupando muitos recursos naturais usados no fabrico do vidro e do plástico. Para além da poupança na carteira.

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A nova lâmpada LED touch à prova de água e alimentada via USB (com FOTOS)


A empresa de design ecológico Voltaic, conhecida pelos seus painéis solares portáteis e mochilas de energia solar, acaba de lançar uma nova lâmpada LED à prova de água.

A luz, com intensidade entre 50 a 175 lumens, é altamente eficiente e pode ser alimentada a partir de qualquer entrada USB. É feita de alumínio leve reciclado, sendo resistente e visualmente atractiva o suficiente para ser usada em cenários interiores ou ao ar livre. É uma solução perfeita, por exemplo, para situações de falta de energia eléctrica em casa. Pode servir ainda para ter no carro ou para usar num acampamento.

A lente da lâmpada funciona como um interruptor touch – ao tocar nela, ajusta-se a intensidade da luz. Usando um pack de bateria padrão USB da Voltaic, a lâmpada pode funcionar até durante 20 horas na configuração mais baixa ou durante quatro horas na mais alta.

A lâmpada já pode ser adquirida individualmente através do site da Voltaic, por €26 (R$ 69), ou comprada como parte integrante do Buy One Give One Solar Lighting Kit, que doa painéis solares a aldeias nos Andes peruanos.

 

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São Francisco: Nova iluminação LED da ponte Bay Bridge gastará apenas €22/dia em energia


Há 76 anos que a ponte Bay Bridge é uma das mais conhecidas infra-estruturas da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos – juntamente com a ainda mais conhecida Golden Gate Bridge. Este ano, a ponte vai transformar-se na maior escultura de luz do mundo, um megaprojecto que arrancou em Setembro e que levou à colocação de 25 mil LED brancos na infra-estrutura.

Com inauguração prevista para Março, a nova iluminação da ponte permitirá ao artista Leo Villareal brincar com a estrutura urbana, uma instalação que irá representar um incentivo de €72,7 milhões/ano à economia local e que vai colocar a Bay Bridge no mapa das mais fantásticas construções do mundo.

Arte à parte, o que nos impressiona mais em todo este projecto é a eficiência energética. As 25 mil LED vão custar em energia apenas €8,2 mil (R$ 22,3 mil) por ano. Sim, leu bem, €22,4 (R$ 60,9) por dia.

Os LED podem ser programados para exibir disposições complexas, sendo visíveis a cerca de 50 milhões de pessoas. Todos os dias.

“É o meu projecto de fantasia. Há muitas iluminações de pontes, mas nada assim. Vamos incorporar 255 níveis de luminosidade e sequenciar as luzes para que o local pareça um espelho da sua vizinhança”, explicou o artista.

Leo Villareal criou ainda um software para controlar cada LED. Deverá ser um espectáculo impressionante, não acha?

Leia tudo sobre o projecto em http://thebaylights.org/

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Nuno Martins, Cloogy: “PT vai começar a distribuir o Cloogy no início de 2013”


Tem tudo para ser um líder de vendas. O Cloogy, o equipamento de monitorização de energia da portuguesa ISA, vai começar a ser distribuído pela PT neste início de ano e procura um parceiro de retalho a nível nacional.

Nuno Martins, responsável pelo produto, garante que o retorno real do investimento é obtido ao final do primeiro ano de utilização, para as famílias que gastem pelo menos €80 de electricidade por mês.

Leia a entrevista exclusiva de Nuno Martins ao Green Savers.

Quando foi lançado oficialmente o Cloogy e quantos equipamentos já venderam até hoje?

O Cloogy foi lançado, oficialmente, no dia 4 de Dezembro de 2012. Podemos dizer que cerca de 1.500 pessoas utilizam diariamente o Cloogy, sendo que desse número 800 são beta-tester.

Porque razão o Cloogy não está à venda em lojas de electrodomésticos e até mesmo hipermercados – Worten, Fnac, Continente?

Há que destacar que o Cloogy ainda não tem uma categoria de mercado bem vincada, pelo que é necessário o esforço de a criar. Para o efeito temos, neste momento, um acordo com a PT, que vai começar a distribuir o produto no início do próximo ano. Além disso, estamos também a trabalhar para perceber se conseguimos obter um parceiro de retalho com cobertura nacional.

Sendo um equipamento de monitorização de eficiência energética cujo preço ainda representa um investimento substancial por parte das famílias – a partir de €199 – quando podem estas começar a obterem o retorno real desse investimento?

O retorno real do investimento é obtido ao final de um ano, principalmente para famílias que gastem a partir de €80 mensais de electricidade. Contudo, mesmo não gastando este valor, o Cloogy torna claros eventuais desperdícios que mais tarde se traduzem em surpresas desagradáveis na conta de electricidade. Além disso, a componente educativa é bastante relevante, pois o Cloogy torna-se uma ferramenta de reeducação em casa no que diz respeito à forma como gastamos e consequentemente, poupamos energia. A energia é algo invisível, e o Cloogy ajuda-nos a dar visibilidade e facilmente quantificar os consumos e os gastos: no fundo funciona como um computador de bordo de um carro, sabemos quantos litros a cada 100 quilómetros estamos a gastar, sendo que no caso da electricidade serão kWh.

Em que mercados está presente o Cloogy?

Neste momento o lançamento comercial foi realizado apenas em Portugal. Contudo o processo de internacionalização já se encontra em curso. Os projectos internacionais serão revelados no momento oportuno, no entanto podemos adiantar que em países como Espanha, França, Brasil e nalguns países do Médio Oriente.

Um equipamento Cloogy permite apenas monitorizar um aparelho? Como é feita esta análise ao longo do dia?

Com o Cloogy, não só conseguimos monitorizar o consumo geral da casa, como também conseguimos monitorizar os electrodomésticos com recurso às tomadas inteligentes. Para além disso é fácil saber o consumo de cada equipamento apenas medindo o geral. Basta ver o consumo em tempo real quando ligamos e desligamos equipamentos, luzes.

Se quisermos monitorizar cada ponto em nossa casa, teremos sempre uma solução demasiado cara quando não precisamos. Temos a convicção, suportada por casos práticos, que tendo a informação geral do consumo e a capacidade de perceber quanto aumenta o consumo quando ligamos ou desligamos algo em nossa casa, ganhamos consciência e tomamos medidas para utilizar os equipamentos de forma consciente e esse é sem dúvida o factor mais determinante para poupar energia.

Depois temos ainda outras funcionalidades que permitem uma poupança financeira como a simulação de tarifários que nos diz se temos o tarifário ideal e se não temos, qual é esse tarifário de acordo com o nosso perfil de consumo. Os mecanismos de feedback constante e em tempo real permitem ao utilizador ganhar uma consciência imediata do seu desempenho energético.

A app para Android está na fase de testes. Quando será lançada?

A aplicação para Android, de momento, está disponível apenas em Beta Privada, mas estamos a trabalhar para a disponibilizar a todos os utilizadores de Android ainda durante o primeiro trimestre de 2013.

A app permite controlar os equipamentos remotamente. Esta solução já é utilizada por muitos consumidores?

Sim, os cerca de 1.500 utilizadores do Cloogy utilizam esta app com frequência.

Que equipamentos deixam os consumidores mais espantados pela quantidade de energia que consomem – e para os quais o Cloogy alerta?

O standby dos aparelhos multimédia é um caso flagrante. Depois temos os micro-ondas, aquecedores, ventiladores, termoacumuladores, que são alguns dos equipamentos que mais consomem numa habitação comum.

Podemos ainda considerar como uma das grandes fontes de análise a iluminação, que quando não é eficiente, por exemplo baseada em halogéneo, surpreende negativamente os utilizadores. Na prática, esta informação não é novidade pois todos temos uma ideia de quais os electrodomésticos que são grandes consumidores, o que cativa realmente os utilizadores é saberem quanto custam, em euros, estes grandes consumidores.

Quais são os concorrentes do Cloogy no mercado português?

Em Portugal não existe concorrência real para o Cloogy, contudo nos mercados internacionais existem já alguns nomes concorrentes.

Que outros produtos tem desenvolvido a ISA para o consumidor final?

Esta é a primeira solução de monitorização de eficiência energética desenvolvida pela ISA para o mercado residencial. Contudo a ISA, através da Intellicare, empresa na área da saúde integrada no Grupo ISA – Intelligent Sensing Anywhere, já tinha desenvolvido anteriormente a gama OneCare composta pelo OneCare Mais Perto e o OneCare Mais Saúde.

O OneCare Mais Perto é um equipamento de fácil utilização da gama de soluções OneCare, que permite aos familiares ou profissionais de saúde o acompanhamento do utente à distância e saberem a sua localização, sempre que for necessário. Esta solução é dedicada ao acompanhamento de seniores e de pessoas com necessidades especiais, em ambiente domiciliário. Por sua vez, o OneCare Mais Saúde permite monitorizar a sua tensão arterial, peso e glicemia, no conforto do seu domicílio. Oferece ainda a possibilidade do prestador de cuidados acompanhar o estado de saúde do utente, à distância, contactando-o sempre que ocorram alterações relevantes nos parâmetros avaliados.

Porque razão os equipamentos electrónicos ligados à sustentabilidade – carregadores solares, monitorização de energia – ainda não podem ser comprados, em Portugal, em qualquer grande superfície comercial?

Mais uma vez a questão está relacionada com a ausência da categoria de mercado. Uma das perguntas que costumamos colocar a nós próprios é: «se o Cloogy estivesse disponível, por exemplo, numa FNAC, onde seria colocado?» Esta dúvida alerta-nos para a questão da ausência de categoria de mercado. Neste momento a ISA está a realizar um investimento e a tornar-se mais uma vez pioneira na criação de uma nova categoria de mercado, que com todas as vantagens que daí possam advir tem um custo financeiro e temporal. Esta será sem dúvida a maior razão para ainda não vermos uma proliferação deste tipo de equipamentos.

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Mantenha a casa quente sem usar aquecedores


Se tem vontade de reduzir as emissões de CO2, ou apenas a conta da electricidade, siga as dicas que se seguem para manter a sua casa mais quente antes mesmo de ter de recorrer aos aquecedores.

Feche todas as janelas correctamente

As janelas devem ser trancadas, para evitar realmente que o frio entre na casa. Durante o dia pode abri-las, caso a temperatura exterior seja mais alta do que a interior.

Use cortinas de chuveiro claras nas janelas que recebem luz solar

Isto fará com que o calor do sol aqueça a casa, afastando o ar frio e não o deixando entrar. Também pode cobrir as janelas com folhas de plástico transparente e torná-lo hermético.

Coloque cortinas

Um conjunto de cortinas pesadas nas janelas também pode bloquear as correntes de ar fortes. Opte por abri-las quando o sol esteja a brilhar e feche-as quando ele não esteja por perto.

Sele as portas

Confira se a porta está bem selada à volta da ombreira e também por baixo. Pode comprar um isolador de portas, para o revestimento em torno desta, ou um “chouriço” para a parte inferior. Em último caso, improvise, encha uma toalha e coloque-a ao fundo.

Deixe bater a maior quantidade possível de sol na casa

Verifique se não há obstáculos, como plantas ou objectos exteriores, que possam impedir os raios de sol de incidirem sobre a casa. O ideal será colocá-los de volta nos seus lugares à noite para que nessa altura sirvam de isolamento adicional.

Feche as divisões que não são utilizadas

As portas fechadas fazem da divisão uma barreira entre si e as zonas de ar frio. Isto também evita que o ar circule tanto, o que reduz a perda de calor.

Coloque tapetes ou carpetes

Os tapetes e as carpetes ajudam a prevenir a perda de calor através do chão. Geralmente são mais quentes ao toque do que a madeira ou o azulejo, oferecendo assim uma superfície aquecida onde caminhar.

Isole o sótão

Uma grande quantidade de calor da casa escapa através do sótão, à medida que o ar quente sobe e o frio desce. Certifique-se de que o seu sótão está isolado o suficiente.

Use o forno

O vapor dos cozinhados eleva o nível de humanidade na casa, tornando o ar mais denso, o que obriga a mais energia para aquecer o ar húmido. Controle então os cozinhados que emitem vapor, pois eles vão fazer aumentar a humidade no ar e tornar a casa mais húmida. Ao invés disso, faça bolos, por exemplo – o forno vai ajudar a secar o ar e a aquecer a cozinha.

Acenda velas

As velas produzem uma grande quantidade de calor. Esteja apenas atento ao sítio onde as coloca e não as deixe abandonadas. No supermercado ou em qualquer loja local facilmente consegue encontrar velas de forma barata.

Use um desumidificador

Os desumidificadores servem para remover a humidade do ar, sem especificamente aquecer ou arrefecer o ambiente. Usando este aparelho, as divisões da casa ficarão menos húmidas, um pouco mais quentes e, logo, mais confortáveis.

 

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As máquinas de café mais sustentáveis do mercado


Numa altura em que milhares de pessoas pensam em dar uma máquina de café a quem mais gostam, como prenda natalícia, é importante saber como podem os consumidores escolher as opções de compra mais sustentáveis.

Sendo um eletrodomésticos com crescente presença nas habitações dos portugueses, ele tem também uma cada vez maior oferta no mercado, com uma notória diversificação dos modelos e marcas comercializados.

Pode saber quais as máquinas com maior eficiência energética no mercado português – as automáticas e com cápsulas – no site do projecto Topten. Ou então ver mais abaixo, nesta notícia – só as máquinas que precisam de cápsulas. Em breve será lançada uma terceira categoria, dedicada às máquinas manuais.

Tratando-se de uma categoria recente, neste momento estão apenas distinguidos nove modelos e representadas três marcas (Jura, Electrolux e DeLonghi), estando prevista uma nova actualização da categoria no início de 2013, altura em que a Quercus espera ter acesso aos dados de consumo relativos aos modelos das restantes marcas, que serão depois seleccionados em função dos critérios definidos no portal.

A escolha de uma máquina de café de elevada eficiência energética é um factor relevante se considerarmos que estes equipamentos, além de uma utilização regular, são muitas vezes deixados em modo de standby, consumindo mesmo sem estar em funcionamento. Estima-se, aliás, que este modo contribua, em conjunto com a função de manutenção da temperatura da água, para 75% do seu consumo de electricidade.

Veja alguns conselhos para comprar a máquina de café mais sustentável.

Compra e instalação

  • Escolha a máquina de café de acordo com as bebidas que pretende fazer em casa. Para um bom café expresso a máquina deverá ter uma pressão mínima de 10 bar, um tempo de percolação de 30 segundos e aquecer a água a cerca de 90ºC.
  • Tenha em consideração os custos associados ao tipo de café utilizado (grão ou cápsulas), bem como aos resíduos produzidos.
  • Há modelos que necessitam de ter os quatro lados acessíveis, por isso, no momento da compra, tenha em conta o local onde a vai colocar e reserve um espaço em redor do equipamento para a sua correcta ventilação.
  • Certifique-se que a máquina de café possui a função de transitar automaticamente para o modo de standby e programe-a para 60 minutos no máximo, se não estiver assim definida.

Utilização

  • Regule a função de transitar automaticamente para o modo de standby para 60 minutos, no máximo. Caso a sua máquina não possua esta função deverá desligá-la após a utilização.
  • Algumas máquinas têm a função de economia de energia. Certifique-se que esta função esteja activada.
  • Elimine o consumo de off-mode da sua máquina de café, recorrendo, se necessário, a uma tomada com interruptor de corte de corrente.

Manutenção

  • Limpe com regularidade os filtros da máquina, quando aplicável.
  • Descalcifique a sua máquina de café regularmente, de acordo com o recomendado no manual do utilizador.
  •  Sempre que se ausentar de casa por período longo (férias) desligue a máquina de café da tomada eléctrica.

Fim de vida

  • Reencaminhe as cápsulas, depois de usadas, para reciclagem. Informe-se junto da marca de cafés que utiliza quais os locais de recolha mais próximos de si.
  • No caso das máquina de café ser de filtro ou de pastilhas, e caso faça compostagem em casa, utilize os filtros/pastilhas para esse efeito.
  • Se for substituir uma máquina de café que ainda funcione considere doá-la a instituições de solidariedade, como por exemplo o Banco de Equipamentos (http://www.bancodeequipamentos.pt/).
  • No fim de vida útil da sua máquina de café deposite-a num dos pontos de recolha disponibilizados pelas entidades gestoras AMB3E (www.amb3e.pt) e ERP Portugal (www.erp-recycling.pt).

 

Delonghi: Nespresso Citiz Single Black

Preço de compra aproximado (Euros) n.d.
Custo em electricidade (Euros/7 anos) 58,1
Consumo de electricidade anual (kWh/ano) 31
Potência em modo standby (Watts) 0,9
Tempo de entrada em modo standby pré-definido (minutos) 30
Pressão da bomba (bar) 19
Capacidade do depósito de água (litros) 1
Dimensões cm (AxPxL) 27,7 x 37,2 x 13,0

 

 

Electrolux: Lavazza Modo Mio Favola Plus Frosted Almond

Preço de compra aproximado (Euros) 179
Custo em electricidade (Euros/7 anos) 61,7
Consumo de electricidade anual (kWh/ano) 32,9
Potência em modo standby (Watts) 0,36
Tempo de entrada em modo standby pré-definido (minutos) 30
Pressão da bomba (bar) 15
Capacidade do depósito de água (litros) 1
Dimensões cm (AxPxL) 24,6 x 30,1 x 22,8

 

Electrolux: Lavazza Modo Mio Favola Chocolate Brown

Preço de compra aproximado (Euros) 149
Custo em electricidade (Euros/7 anos) 68,1
Consumo de electricidade anual (kWh/ano) 36,3
Potência em modo standby (Watts) 0,77
Tempo de entrada em modo standby pré-definido (minutos) 30
Pressão da bomba (bar) 15
Capacidade do depósito de água (litros) 1
Dimensões cm (AxPxL) 24,6 x 30,1 x 22,8

 

Delonghi: Nespresso Citiz & Milk Black

Preço de compra aproximado (Euros) n.d.
Custo em electricidade (Euros/7 anos) 78,5
Consumo de electricidade anual (kWh/ano) 41,8
Potência em modo standby (Watts) 1,8
Tempo de entrada em modo standby pré-definido (minutos) 30
Pressão da bomba (bar) 19
Capacidade do depósito de água (litros) 1
Dimensões cm (AxPxL) 27,7 x 37,2 x 23,7

 

Fonte: Topten

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