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Lisboa distribui mais 42 talhões para hortas urbanas


A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou a abertura de um concurso para atribuição de talhões de cultivo para a prática da agricultura urbana, no novo Parque Hortícola da Quinta Conde D’Arcos, na freguesia dos Olivais. As propostas podem ser feitas a partir de hoje e até ao dia 11 de Dezembro.

Segundo avança o Boas Notícias, estão em concurso 42 talhões de cultivo, entre 80 de 100 m2. Por se tratar de hortas sociais, o valor a pagar por metro quadrado é de €1,6, sobre o qual recai um desconto de 80%, não podendo, todavia, o valor apurado ser inferior a €58,60.

Ao preço acima referido acresce o pagamento do montante estimado de €20, a título de comparticipação pelos custos suportados pela CML com o funcionamento e manutenção das partes comuns do Parque Hortícola. Este montante será objecto de acerto no final de cada ano de ocupação, em função dos custos efectivamente suportados.

Além do talhão, os novos hortelãos terão ainda direito a abrigos colectivos para aprovisionamento de alfaias e materiais de apoio ao cultivo e acesso a água para rega. A CML assegura também formação e acompanhamento técnico no sentido da promoção da agricultura biológica e das boas práticas de cultivo.

Os interessados poderão consultar as normas do concurso, bem como as regras de utilização do Parque Hortícola, em www.cm-lisboa.pt ou nos serviços Balcão Único da CML.

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A Lisboa que não vem nos rankings de turismo (com FOTOS)


Os últimos dois anos têm sido excelentes para o turismo em Lisboa. A cidade recebe cada vez mais pessoas, a economia local ganha um novo fôlego e a autarquia arrecada financiamento que lhe permite e permitirá reabilitar algumas das áreas mais degradadas da cidade.

Paralelamente, e fruto do grande investimento em marketing e comunicação, a cidade tem ganho grande notoriedade no estrangeiro, sobretudo devido às reportagens e artigos que dão conta que Lisboa está na moda e tem alguns dos locais mais aprazíveis para visitar em toda a Europa, uma mistura de ânsia cosmopolita, praia, cultura e História – e por isso é presença assídua nos rankings de viagens e turismo.

Porém, nem tudo é perfeito – a começar num dos ex-libris turísticos, precisamente, da cidade, o Elevador da Bica. O estado calamitoso deste monumento nacional esteve na génese de uma nota de três cidadãos – Bernardo Ferreira de Carvalho, Fernando Jorge e António Branco Almeida – à autarquia.

“Vimos protestar pelo facto dos veículos continuarem vandalizados, a estação inferior manter-se com lacunas de azulejos, persistir o mau estado de conservação geral, o lixo e a falta de “compostura” (à falta de melhor palavra!) na apresentação geral (caixote do lixo, cadeira) aos clientes”, explicam os três cidadãos, numa nota publicada no Cidadania LX, um dos mais conhecidos blogs sobre Lisboa.

Segundo os três cidadãos, cada viagem neste meio custa €3,60 – mais uma razão para que ele seja devidamente preservado. “Aproveitamos a oportunidade para perguntar por que razão o horário do elevador foi reduzido, terminando agora às 20 horas quando numa zona como aquela em apreço o eléctrico pode e dever ter um papel muito mais amplo na mobilidade entre a zona ribeirinha e a colina de Santa Catarina/Bairro Alto/Chiado?”, concluem os cidadãos. Esta Lisboa, definitivamente, não entra nas listas internacionais.

Foto: torephoto / Creative Commons

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Para que servem os orçamentos participativos? (com VÍDEO)


Há cada vez mais câmaras municipais com orçamentos participativos, e isso é uma excelente notícia para a ligação dos seus munícipes à actividade executiva local, mas também para promover áreas da sociedade que não são prioridade do poder local, como a cultura e ambiente.

É esse o exemplo do orçamento participativo de Lisboa, o primeiro a ser implementado por uma capital europeia, em 2008. “O OP de Lisboa distingue-se de outras experiência (…) por se tratar de um processos verdadeiramente deliberativo, que confere efectivo poder de decisão aos cidadãos para apresentar propostas para a sua cidade e votar nos projectos que considerem prioritários”, pode ler-se no site da iniciativa. Infelizmente, muitas vezes as verbas atrasam-se.

Este ano, o Orçamento Participativo de Lisboa vai distribuir €2,4 milhões para 13 projectos – sete deles estão directamente ligados com o desenvolvimento sustentável. Um dos que ficou de fora, pelo terceiro ano consecutivo, foi o projecto “Dar asas ao Património”, idealizado pela SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves) para reabilitar o Palacete da Quinta das Conchas. Com 2.357 votos, o projecto foi o terceiro mais votado entre os que custam €150.000 e os €500.000, ficando uma vez mais à porta de ser concretizado.

Segundo Luís Costa, director-executivo da SPEA, o objectivo é reabilitar o histórico palacete e torna-lo um centro ambiental dedicado às aves. “Como associação dedicada à conservação de aves, temos expectativa de contribuir e ajudar a fazermos programas pedagógicos e um centro educativo ambiental para mostrar as aves e natureza [que rodeiam o palacete]”, explicou o responsável ao Economia Verde.

Em 2008, apenas mil pessoas votaram nos projectos. No ano passado, esse número evoluiu para os 37.000 – insuficiente, porém, para chegar ao número do orçamento participativo de Cascais, que este ano motivou o voto de 41.005 cidadãos.

Actualmente há 57 autarquias portuguesas (câmaras municipais e juntas de freguesia) com orçamentos participativos, que envolvem cerca de €14 milhões. Desde que o país começou a dar os primeiros passos neste modelo de democracia participativa, em 2002, os cidadãos decidiram o destino de €54 milhões, através de uma centena de OP, segundo o Público.

Foto: Yiannis Chatzitheodorou / Creative Commons

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Obras no Jardim Botânico só avançam em meados de 2015 (com FOTOS)


Há um ano, o projecto de reabilitação do Jardim Botânico vencia o Orçamento Participativo de 2013, através de uma iniciativa que custará €500.000 e prevê uma reestruturação de toda área importante para a biodiversidade lisboeta.

Porém, um ano depois, ainda nada foi feito, avança o Corvo. Hoje, explica o site, a Câmara Municipal De Lisboa anunciou um previsível lançamento do concurso para as obras para o início de 2015. “Há boas notícias para o Jardim Botânico”, anunciou o vereador com o pelouro da Estrutura Verde, José Sá Fernandes.

“O projecto para recuperação dos lagos, da cisterna e de alguns caminhos da água está quase a ser finalizado, devendo ficar completo em Janeiro/Fevereiro, após o que se procederá ao lançamento do concurso [para a realização das obras]”, explicou Sá Fernandes, citado pelo Corvo.

A confirmar-se o lançamento do concurso no primeiro trimestre de 2015, as obras não começarão antes de meados do ano e só em 2016 estarão, eventualmente, concluídas.

Fotos: Creative Commons

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Neya Lisboa: o hotel que incentiva funcionários e hóspedes a utilizarem a bicicleta (com VÍDEO)


Situado no centro de Lisboa, na Estefânia, o Neya é um dos vários hotéis da capital a pôr em prática vários princípios sustentáveis. O incentivo ao uso da bicicleta é um deles. Além de sensibilizar os próprios funcionários para o uso das duas rodas, o hotel possui ainda um espaço para o parqueamento destes veículos, condições que levaram à obtenção do selo Empresa Amiga das Bicicletas, concedido pela MUBI – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta.

“Tentamos que o nosso pessoal tenha a mínima pegada ecológica a deslocar-se diariamente entre as suas casas e o hotel. Para isso sensibilizamos o nosso pessoal a vir para o hotel de bicicleta e temos uma zona de parqueamento segura e coberta onde arrumam as bicicletas”, explica Pedro Teixeira, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do Neya, ao Economia Verde.

As bicicletas estão também à disposição dos hóspedes para que possam apreciar a cidade sem impacto ambiental. A redução da pegada ecológica no Neya passa também pela iluminação maioritariamente em LEDs, pelo uso de painéis solares térmicos, papel com certificação florestal e pela separação rigorosa dos resíduos.

“Desde a gestão dos consumos energéticos, ao consumo da água, da gestão dos resíduos, medições de ruído, mobilidade, etc, tentamos cumprir todos os requisitos associados ao ambiente para atingir o nosso público-alvo e o nosso objectivo, que são as certificações”, indica Pedro Teixeira. A Green Key, 5-Leaf e Eco Líder são algumas das certificações de sustentabilidade já arrecadadas pelo Neya.

A política de sustentabilidade do hotel inclui ainda projectos sociais de envolvimento com o meio local. “Damos alojamento aos pais que vêm da outra ponta do país para ter uma consulta no Dona Estefânia ou para uma estadia mais curta ou mais longa com os filhos no hospital. A Casa Ronald McDonald não pode oferecer quartos porque está cheia e, por isso, vêm ter connosco. Nós oferecemos não só o quarto como também o acompanhamento desde o primeiro ao último dia aqui no hotel”, indica Francisco Lorite, director-geral do Neya.

Além da vertente ambiental e social o Neya privilegia ainda a utilização de produtos nacionais e sempre que é possível são adquiridos bens produzidos em Portugal, desde os géneros alimentícios ao mobiliário.

Para conhecer melhor as práticas de sustentabilidade do Neya Lisboa veja o episódio 333 do Economia Verde aqui.

Foto: Neya Lisboa

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Estudo português afirma que ginásios têm má qualidade de ar


O Inverno está à porta e, com a noite a chegar mais cedo e o frio a complicar, muitos trocam as corridas de rua pelo ginásio, um local seguro para praticar exercício físico. A tendência é global e não apenas portuguesa, mas foi uma equipa de investigadores lusos que estudou a qualidade do ar nestes locais de desporto indoor e concluiu que, muitas vezes, eles não são tão saudáveis como podem parecer.

Segundo o The New York Times, que publicou o estudo, há muito que sabemos que quem faz exercício físico em estradas altamente poluídas acaba por respirar partículas nefastas e, com isso, tem um risco acrescido de contrair uma doença cardíaca, mesmo que esteja em grande forma física.

No entanto, poucos estudos examinam a qualidade do ar nos ginásios. Desenvolvido pela Universidade de Lisboa e a Technical University de Deft, na Holanda, o estudo monitorizou a qualidade do ar em 11 ginásios da capital portuguesa.

Segundo Carla Ramos, que coordenou o estudo, foram instalados monitores de qualidade do ar em cada um dos espaços dos ginásios – os equipamentos mediram a poluição a partir do final da tarde e horário nocturno, ou seja, quando os ginásios estão cheios.

Durante cerca de duas horas em cada ginásio, os monitores mediram níveis de poluentes normalmente encontrados dentro de casa, desde o monóxido de carbono, ozono, partículas como o pó e vários químicos libertados pelas carpetes e tapetes, produtos de limpeza, mobiliário ou tinta, incluindo o formaldeído.

Para tornar os resultados mais detalhados, os cientistas colocaram monitores adicionais em três dos ginásios, que mediram a qualidade do ar no resto do edifício e durante o dia. “Os resultados foram perturbadores”, explica o NYT. “No geral, os ginásios mostraram altos níveis de pó, formaldeído e dióxido de carbono. As concentrações destas substâncias excederam os standards aceitáveis para a qualidade de ar interior”.

O estudo concluiu que os níveis de poluição eram particularmente elevados durante as aulas de aeróbica, quando muitas pessoas estavam juntas em pequenos espaços, aumentando o pó e soprando constantemente, produzindo dióxido de carbono em cada respiração.

As grandes concentrações de pó e químicos, como formaldeído, representam a maior preocupação de saúde, de acordo com Carla Ramos. Estas substâncias contribuem para a asma e outras doenças respiratórias e em quase todos os ginásios os níveis destas substâncias excederam substancialmente os standards europeus para a qualidade de ar interior.

O dióxido de carbono, ainda que não seja tóxico para as pessoas, também é causa para preocupação. De acordo com Carla Ramos, em grandes concentrações ele pode contribuir para fadiga e tonturas – o que é altamente perigoso durante aulas muito intensivas de aeróbica.

Os níveis elevados de dióxido de carbono também podem indicar que o edifício é pouco ventilado. “A qualidade de ar nos ginásios é má”, concluiu Carla Ramos. Mas isso não deve levar as pessoas a abandonarem estes locais. Até porque não foram encontrados níveis exagerados de monóxido de carbono, um dos mais perigosos poluentes. Mas pode levar os clientes dos ginásios a falar com a administração e levá-la a implementar medidas para melhorar o ar que se respira no interior das instalações. A começar por um sistema eficaz de ventilação e produtos de limpeza menos tóxicos.

O estudo foi apresentado em Portugal e Espanha, em 2013, em conferências científicas. O artigo científico saiu, no final de Setembro, em meios académicos como o Web of Knowledge ou Elsevier. Segundo o NYT, será também publicado na edição de Dezembro do jornal Building and Environment.

Foto: Dr. Abdullah Naser / Creative Commons

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