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As 10 cidades mais bonitas do mundo – Lisboa é a quarta (com FOTOS)


Lisboa foi considerada a quarta cidade mais bonita do mundo para a U City Guides, num ranking liderado por Veneza, na Itália, e do qual fazem parte ainda Rio de Janeiro (5º lugar), Paris (França) e Praga (República Checa), no segundo e terceiro lugares, respectivamente.

A capital portuguesa é descrita como “uma das cidades com um melhor cenário do mundo”. “Vistas lindas e inesperadas são descobertas a cada esquina, com as suas ruas pitorescas e coloridas e, especialmente, com os seus miradouros no topo de cada colina”, explica o guia.

O U City Guides diz ainda que Lisboa está em estado bruto, mas é sedutora: “tem uma beleza que não precisa de grande esforço para nos cativar, com as suas fachadas de azulejos e edifícios em tons de pastel”, continua o guia. “Num sítio tão deslumbrante, não admira que muitos dos grandes exploradores questionaram que outras belezas existiriam para lá do horizonte, quando partiram, daqui no século XV”.

Entre as mais belas cidades do mundo encontram-se ainda Amesterdão (6º lugar), Florença (7º), Roma (8º), Budapeste (9º) e Bruges (10º). Veja algumas fotos de cada cidade e o ranking completo.

Foto:  Fr Antunes / Creative Commons

As 10 cidades mais bonitas do mundo (UCityGuides)

1.Veneza (Itália)

2.Paris (França)

3.Praga (República Checa)

4.Lisboa (Portugal)

5.Rio de Janeiro (Brasil)

6.Amesterdão (Holanda)

7.Florença (Itália)

8.Roma (Itália)

9.Budapeste (Hungria)

10.Bruges (Bélgica)

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Start-ups: Financial Times compara Lisboa a São Francisco


Lisboa e São Francisco partilham muitos atributos físicos: ambas se espraiam em colinas, possuem eléctricos e uma ponte vermelha suspensa. Agora, a capital portuguesa está a adoptar o espírito empreendedor da cidade gémea no que toca a tornar-se um centro global para start-ups.

Num artigo publicado ontem, o Financial Times (FT) escreve sobre as semelhanças das duas cidades e dá exemplos de jovens empresários que lançaram as suas start-ups na capital portuguesa. Segundo o jornal britânico, Lisboa é uma cidade multicultural graças, em grande parte, ao passado imperial de Portugal. O FT dá como exemplo o presidente da Câmara de Lisboa, nascido em Lisboa mas com raízes em Goa.

Além das semelhanças, o jornal destaca ainda a boa qualidade de vida, com praias a dez minutos do centro e do custo de vida que é “muito menor que em outras capitais europeias”. O FT destaca que os apoios para empresas em fase inicial estão a aumentar, suportados por financiamentos de empresas privadas e pelo Governo, assim como a mão-de-obra qualificada, nomeadamente ao nível da engenharia, que é formada das faculdades de Lisboa.

Foto: gromgull / Creative Commons

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Washington Post veio a Lisboa à procura da saudade (com FOTOS)


“O eléctrico sobe e desce as colinas de Lisboa. As vistas abrem-se em todas as direcções – o rio Tejo que brilha ao fundo, as fachadas em ruínas de outrora grandes moradias, as varandas que servem de estendal e mulheres de cara enrugada que olham melancolicamente pelas janelas”. É assim que Anja Mutic, jornalista do Washington Post, descreve o percurso do histórico eléctrico 28 que percorre alguns dos locais mais emblemáticos da capital.

Num artigo publicado no blog de viagens do jornal, Anja Mutic descreve a relação que tem com Lisboa, cidade que visitou pela primeira vez em 2005 e, desde então, se tornou numa espécie de segunda casa, em parte graças ao marido, luso descendente.

A última vez que esteve em Lisboa, esta jornalista veio à procura de uma coisa bastante específica: a saudade. “Vim com uma missão curiosa: encontrar a chave para um sentimento que me tem assombrado desde que descobri o país em 2005”, escreve Anja Mutic. “A primeira vez que pus os olhos em Lisboa, senti uma forma peculiar de melancolia. Nunca antes tinha estado em Portugal, portanto não havia motivos para estar melancólica”.

Só na segunda visita a Lisboa é que esta norte-americana soube o nome da estranha forma de melancolia que sentiu – era a saudade. “Estava a sentir a saudade, a famosa palavra portuguesa que não tem tradução. Pode-se descrevê-la como um profundo estado de ânsia por alguma coisa ou alguém que se ama. É o amor que perdura depois de alguém desaparecer. É um misto de emoções – alegria porque teve-se outrora essa pessoa ao nosso lado e tristeza porque ela já não existe – e provoca sentimentos pungentes”, escreve.

“Talvez tenha sido a saudade que me fez seduzir por Lisboa logo na primeira vez”, indica. Anja Mutic descreve a forma como é possível sentir a aura de melancolia que paira sobre a cidade ao percorrer as ruas meias desertas da Baixa Pombalina numa tarde solarenga de domingo, observando os eléctricos cheios de turistas que galgam os carris, os raios de sol que iluminam os telhados e as fachadas dos prédios antigos de Lisboa.

Anja escreve ainda sobre as casas de fado de Alfama e as tascas típicas que se podem encontrar por toda a cidade; os pastéis de Belém; a arquitectura das casas de Santos; os recantos das escadas da Mouraria e do Castelo; os turistas que enchem o Chiado e da tranquilidade dos dias e da agitação das noites no Bairro Alto.

No final de mais uma visita a Lisboa, Anja escreve que se sentiu frustrada por não ter conseguido sentir saudade. “O mistério da saudade persistia e parte de mim sentia que a minha busca tinha falhado. Não estava mais perto de sentir saudade, mas sabia que no momento que deixasse Lisboa ia sentir novamente um anseio característico. Foi aí que surgiu uma nova percepção sobre o sentimento: se tivesse encontrado o que procurava, a saudade teria desaparecido. E a própria essência da saudade é que ela permanece, prolongando-se até ao momento em que regressar a Lisboa”.

Foto:  arlo j / Creative Commons

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Eléctricos vão regressar ao Largo do Carmo


A linha do eléctrico vai regressar ao Largo do Carmo, um projecto que vai remodelar toda a área adjacente, de acordo com o semanário Sol. O jornal adianta que o Largo Rafael Bordalo Pinheiro será fechado ao trânsito – com esplanadas e restaurantes – e a linha do eléctrico, desactivada há décadas, será reactivada para transporte de turistas e rede pública.

“O início da intervenção está para breve”, explicou ao Sol o vereador com o pelouro do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Salgado.

As obras alargarão a zona exclusiva para peões, prevendo-se a colocação da calçada portuguesa em grande parte do local. A circulação de carros ficará limitada às vias laterais: rua da Trindade e Travessa do Carmo.

O eléctrico deverá ter uma zona de largada e tomada de passageiros, ainda que não esteja decidido quais os eléctricos que passarão no Carmo.

Foto:  K. Kendall / Creative Commons

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Como a nova estufa urbana de Lisboa pode mudar a nossa vida? (com VÍDEO)


Em Novembro, escrevemos que o Tec Labs, centro de inovação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, estaria a preparar uma estufa urbana no Campo Grande – um espaço aberto à comunidade e que potenciasse soluções sustentáveis através do funcionamento regular da estufa.

Agora, o Economia Verde traz-nos as primeiras imagens do espaço, que verá crescer sobreiros, carvalhos ou castanheiros. “O objectivo passa por dinamizar este espaço, tendo sempre como perspectiva a educação ambiental da comunidade”, explicou Luís Matos Martins, presidente do conselho de administração da Tec Labs.

O espaço irá desenvolver vários workshops de educação ambiental abertos à comunidade. O próximo, que se realizará a 15 de Janeiro, será uma oficina de sementes para crianças: “Temos de começar a dinamizar comunidades auto-sustentáveis, com a preocupação do ponto de vista ambiental e com perspectiva de produção de alimentos e produtos na cidade”, continua Luís Martins.

O projecto tem a Quercus e Bivilla como parceiros, que asseguram o funcionamento diário do espaço. “Vamos ter as espécies que mais nos solicitam, as alfaces e tomates. E vamos ensinar a produzir esses hortícolas mais comuns. Vamos também ter muitas plantações de aromáticas, porque são das primeiras que vemos nas casas”, frisou Bárbara Leão, presidente da direcção da Biovilla.

Haverá também a tal sementeira de árvores, que serão depois plantas no Parque da Arrábida e resto do País. Veja o episódio 168 do Economia Verde.

 

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O sistema português que vai revolucionar a gestão de água nas cidades (com VÍDEO)


Um serviço informático 100% português colocou Lisboa na liderança das cidades mundiais com melhor gestão das perdas de água. Desenvolvido pela EPAL, o Wone permite a Lisboa ter perdas de água abaixo dos 9% – no resto do País, este número chega a uns insustentáveis 40%.

“É um exemplo de tecnologia 100% portuguesa, desenvolvida 100% por portugueses e que permitiu que Lisboa seja uma das cidades mais eficientes a nível mundial”, explicou ao Economia Verde José Sardinha, presidente do conselho de administração da EPAL.

Para além de Lisboa, apenas Tóquio, no Japão, tem perdas de água do nível dos 9%. A cidade de Nova Iorque, que tem um dos níveis mais eficientes do mundo, encontra-se nos 10%, por exemplo.

O sistema Wone monitoriza toda a rede da cidade durante 24 horas por dia, conseguindo detectar as fugas de água – incluindo as mais pequenas – antes de estas aparecerem à superfície.

“O Wone analisa a pressão e o caudal, faz uma série de cálculos automáticos e envia diariamente, para os operadores – para smartphones, iPads, computadores portáteis ou fixos – o local das fugas e os valores”, continua José Sardinha, que confirmou que o sistema será exportado a curto prazo.

Quando o software começou a ser testado, as perdas de água em Lisboa atingiam os 25%. A EPAL estima terminar o ano de 2013 com perdas abaixo dos 8%, o que representa menos cinco milhões de metros cúbicos de água captada na barragem de Castelo de Bode – e €450 mil de poupança. Todas estas poupanças acabam por beneficiar os 350 mil clientes directos da empresa e, sobretudo, as famílias mais carenciadas.

Veja o episódio 167 do Economia Verde.

Foto:  NeilGHamilton / Creative Commons

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