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20 razões para visitar Lisboa


O The Sydney Morning Herald é o principal jornal da Austrália, sendo publicado todos os dias na mais antiga e popular cidade deste país-continente, Sydney. É também, ele próprio, o mais antigo jornal australiano, publicado desde 1831.

O Morning Herald foi também um dos mais recentes jornais a deixar-se enamorar pela beleza de Lisboa, como bem demonstra o artigo “Twenty Reasons to visit Lisbon” (“Vinte razões para visitar Lisboa”, em português).

Convidado pelo Bairro Alto Hotel, o jornalista Shaney Hudson explorou a cidade, as suas vistas, ruas e avenidas e escreveu várias linhas sobre a viagem. Veja-as na sua versão original (em inglês) e, caso tenha pouco tempo para o fazer, veja o resumo que lhe preparámos.

20 razões para visitar Lisboa, segundo o Sydney Morning Herald.

1.Miradouros

Lisboa é uma cidade cheia de paisagens. Pressionada contra o rio Tejo, as sete colinas combinam-se para criar uma cidade de vistas deslumbrantes. No topo das colinas existem miradouros, uma série de praças pedonais que oferecem uma magnífica vista da cidade.

2.Praça do Comércio

A tour da cidade começa na Praça do Comércio, a grande praça neoclássica que ancora a cidade ao reio Tejo. Andem pela margem do rio para sentirem a cidade.

3.Pastéis

Sigam o vosso nariz até aos Pastéis de Belem, uma pastelaria com 175 anos que se especializa nestes pastéis portugueses.

4.Sítio arqueológico da Rua dos Correeiros

Este local faz parte da onda de galerias de arte, financiadas pela filantropia, que abriram em Espanha e Portugal. Nestas ruínas existe uma casa de banhos e os vestígios de um antigo mercado de peixe romano.

5.Eléctrico 28

As carruagens do Eléctrico 28 passeiam pelas Colinas do Bairro Alto, Baixa e até Alfama e são uma das aventuras mais entretidas da cidade. Gozem as vistas da Sé e Castelo de São Jorge, agarrem-se aos bens valiosos e estejam preparados para as travagens.

6.Castelo

O Castelo de São Jorge domina a paisagem da cidade. A impressionante fortaleza que o rodeia foi construída no século XI durante a ocupação moura e o grande ponto alto de uma visita é a magnífica vista da cidade e do rio.

7.We Hate Tourism Tours

Estas divertidas e diferentes tours turísticas mostram aos turistas a cidade e os seus subúrbios à maneira dos locais. Jantares de pequenos grupos, passeios de jipes na cidade e Sintra, Cascais e Belém fazem parte do menu.

8.Convento do Carmo

O Convento do Carmo é uma lembrança poderosa do terramoto de 1755. As paredes desta igreja gótica permaneceram de pé, mas o telhado e arcos sucumbiram. O melhor é visitar a igreja numa hora matinal, enquanto o sol ilumina o chão deserto, dando-lhe um ar contemplativo.

9.Feira da Ladra

Realizada em Alfama às terças e sábados, deve chegar-se cedo à Feira da Ladra, para não encontrarmos uma série de lixo, e comprar imediatamente o que queremos. Se não o fizermos, outros o levarão rapidamente.

10.Elevador de Santa Justa

Inesperado e icónico, este elevador de ferro é a atracção mais surpreendente de Lisboa, uma espécie de mistura entre a Torre Eiffel e uma torre de controlo de tráfego aéreo.

11.Torre de Belém

É um dos pontos altos de Lisboa e uma dos monumentos mais pitorescos da Europa. Vale bem a pena os 15 minutos de viagem de eléctrico desde o centro da cidade.

12.Mosteiro dos Jerónimos

Uma caixinha de doces arquitectural, o Mosteiro dos Jerónimos é um exemplo fantástico do estilo Manuelino e a principal atracção turística de Lisboa.

13.Museu Berardo

A colecção Berardo de arte moderna contemporânea é o ponto alto do Centro Cultural de Belém, bem perto dos Jerónimos. Inclui quadros de Salvador Dali, Andy Warhol, Joan Miró e Pablo Picasso.

14.Comer

Uma das melhores coisas de Lisboa são os seus jantares. Desde o café expresso, de manhã, a mariscos interrompidos por fado ou até a haute cuisine, que continua a ser dominada pelo chef José Avillez.

15.Bairro Alto Hotel

Depois de um dia fora, relaxem no terraço íntimo do Bairro Alto Hotel, regularmente votado um dos melhores terraços-bar da cidade.

16.Mude

Mesmo perto do arco do triunfo da Rua Agusta está o museu da moda e design, o Mude. É um espaço relaxante.

18. Pavilhão Chinês

Inesquecível da parte de fora, o Pavilhão Chinês está a poucos minutos do Bairro Alto e merece a pena visitar.

19.Fado

Pergunte ao vosso hotel uma recomendação quanto ao melhor local para ouvir fado e tentem reservá-lo. Caso contrário, podem acabar do lado de fora do bar, com um copo de vinho na mão e a ouvir a música da rua.

20.Oceanário

Apesar de ser uma cidade cheia de luz, também há dias de chuva e, nestes, o Oceanário é uma atracção fantástica, que merece a pena visitar.

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Quercus lança concurso de fotografia com prémios de €1.000 e €500


O primeiro Concurso Nacional de Fotografia da Quercus é dirigido a fotógrafos amadores e profissionais e tem como objectivo promover a observação e protecção da natureza através da actividade fotográfica.

As candidaturas decorrem entre 1 de Junho e 20 de Agosto, podendo os participantes submeter entre uma a 10 fotografias inéditas, em cinco categorias possíveis e num máximo de duas fotografias por categoria. São elas: água, reciclagem de embalagens, atentados e boas práticas ambientais, fauna selvagem e fotografias captadas com telemóvel.

Para concorrer é necessário realizar a inscrição prévia e o pagamento de uma taxa de participação. O júri escolherá as 11 melhores fotografias dentro das primeiras cinco categorias e as seis melhores relativas à última.

Os vencedores de cada categoria recebem um prémio no valor de €1.000, sendo que os autores de fotos tiradas com telemóvel recebem €500.

Todos os finalistas terão também direito a um exemplar do Guia fotográfico Quercus – Anfíbios de Portugal, recebendo os segundos, terceiros e quartos classificados a colecção completa de Árvores e Florestas de Portugal.

Consulte o regulamento do concurso no site.

A iniciativa conta com o apoio do Parque Biológico de Gaia, da Sociedade Ponto Verde, portal SAPO e Worten.

Foto: Sob licença Creative Commons

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Cadeira de rodas inteligente desenvolvida por português recebe 5ª distinção


A cadeira de rodas inteligente e que pode ser comandada através de movimentos da cabeça ou corpo, voz, expressões faciais e pensamentos, desenvolvida pelo professor português Luís Paulo Reis, recebeu a sua quinta distinção: melhor artigo da International Conference on Autonomous Robot Systems and Competitions.

O projecto, criado e coordenado na Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM), usa tecnologia que, testada em pacientes com paralisia cerebral, consegue desviar-se dos obstáculos, planear tarefas e comunicar com outros dispositivos.

Intitulado IntelWheels: Cadeira de Rodas Inteligente com Interface Multimodal, o trabalho já foi considerado modelo a seguir pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

“A ideia foi sobretudo a de criar uma cadeira de rodas inteligente, de baixo custo e impacto ergonómico, que pudesse ser comandada por um interface multimodal flexível”, explicou ao Correio do Minho Luís Paulo Reis.

“Os utilizadores poderão escolher entre vários modos de comando e até combiná-los. Entre as opções já disponíveis existem os comandos de voz, movimentos de cabeça ou o brain computer interface, que permitirá dirigir a cadeira através dos pensamentos”, acrescentou.

O projecto conta com o apoio das Universidades do Minho, Porto e Aveiro, do Laboratório de Inteligência Artificial e Ciência de Computadores, do Centro Algoritmi da UMinho, do INESC Tec, do Instituto de Engenharia Eletrónica e Telemática de Aveiro, da Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto e da Associação do Porto de Paralisia Cerebral.

O investigador acredita que, daqui a duas décadas, não haverá grandes diferenças no que diz respeito à inteligência e capacidade de realização de tarefas complexas entre humanos e robôs. “Os robôs serão os nossos parceiros. Poderão não ser robôs humanoides, com uma aparência muito semelhante ao do ser humano, mas trabalharão connosco na resolução de problemas do dia-a-dia ou de desafios maiores”, conclui.

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Guimarães: recuperação de fábrica degradada é destaque internacional (com FOTOS)


O Laboratório da Paisagem, em Guimarães, concluído o ano passado, corresponde a um moderno trabalho de restauração de uma antiga fábrica de pedra. A recuperação foi projectada pela empresa de arquitectura Cannatà & Fernandes, do Porto, que fez questão de preservar as estruturas existentes.

O projecto acabou de ser realçado no site internacional Inhabitat, que destaca o fantástico trabalho de recuperação, a manutenção da fachada de pedra e os materiais utilizados.

Muitos elementos – incluindo as paredes de pedra originais – foram deixados intactos, enquanto o interior da infra-estrutura foi adaptado aos novos tempos e usos. Localizado a sudoeste do centro histórico da cidade de Guimarães, o Laboratório da Paisagem fica numa área rural próxima da Reserva Ecológica Nacional.

Os arquitectos preservaram a tipologia original da fábrica, que consiste numa série de módulos rodeados de espaços verdes, canais de água e trilhos. As pedras da fachada foram recuperadas, lavadas e repostas, tal como os tijolos e todos os materiais em avançado estado de degradação. Novos volumes brancos de cimento foram adicionados ao projecto para adaptar o edifício ao uso moderno.

Os interiores são agora contemporâneos, amplos, luminosos, inundados de luz natural. Algumas áreas, como uma pequena cozinha, imitam a tipologia fabril exterior do edifício.

Situado junto ao canal da Ribeira de Selho, o Laboratório da Paisagem é uma magnífica estrutura que junta a história e a modernidade debaixo de um mesmo tecto. Trata-se de uma aposta da Câmara Municipal de Guimarães.

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Trabalho de fim de curso do ISCTE é hoje empresa que factura €1,5 milhões (com VÍDEO)


Se ainda não realizou o seu trabalho de fim de curso, seja qual for a área em que estuda, não pense que este é um momento para relaxar e levantar o pé do que foram, certamente, anos de muito trabalho.

Veja o caso de Miguel Pina Martim, o presidente executivo da Science4You e ex-aluno do ISCTE. Foi precisamente no seu trabalho de final de curso, nesta instituição de ensino, que Miguel desenvolveu este projecto que alia os brinquedos e diversão à promoção da biodiversidade e energias renováveis junto dos mais jovens.

Se ainda não ouviu falar da Science4You tem de ir ao site da marca ou ver o episódio do Economia Verde que partilhamos abaixo.

“O primeiro momento da Science4You foi uma rifa [para o trabalho de fim de curso]”, explicou Miguel Pina Martim ao Economia Verde.

Nascida em plena crise, a Science4You está a crescer desde 2008, registando vendas de €1,5 milhões em Portugal e Espanha, no ano passado.

“No início, a empresa era, sobretudo, uma ideia. Mas essa ideia já estava focada em algumas questões, como as energias renováveis, ecologia e internacionalização”, continua o responsável.

Hoje, a Science4You comercializa puzzles, brinquedos e experiências científicas, organiza festas de aniversário e campos de férias. Há brinquedos movidos a energias renováveis e outros que explicam o fenómeno das alterações climáticas, como o Sid Ciência (na foto).

A Science4You acabou de abrir um escritório no Reino Unido e comercializa os seus brinquedos para Cabo Verde, Brasil, Angola, Moçambique, França, Grécia e Japão ou Índia. O objectivo da empresa é ser líder mundial. Conseguirá?

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Hospital britânico quer recrutar mais de 40 enfermeiros portugueses


O hospital Queen Elizabeth, na cidade portuária de King’s Lynn, Inglaterra, pretende contratar 70 enfermeiros, sendo que mais de 40 destes serão portugueses, de acordo com o Jornal de Negócios. Estes enfermeiros irão juntar-se aos 38 profissionais portugueses que já trabalham na instituição.

Segundo o Negócios, há ainda outro hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, também no Reino Unido, que está também a recrutar em Portugal, pelo que a emigração de enfermeiros portugueses continuará a crescer nos próximos tempos.

A contratação está a ser gerida pela agência Kate Cowhig, que fará uma selecção inicial. Depois, haverá entrevistas feitas em Portugal pelos responsáveis do hospital, segundo adiantou o enfermeiro-coordenador da instituição, Hugo Santos.

Hugo Santos tem 26 anos, está há dois anos e meio na instituição e foi contratado num processo de recrutamente idêntico. Segundo ele, nos primeiros meses o hospital assegura acomodação grátis e um programa de envolvimento na comunidade. Uma das grandes dificuldades iniciais, porém, são as condições atmosféricas.

Segundo a BBC News, estão a ser formados menos enfermeiros no Reino Unido, por isso o País procura vagas além-fronteiras. Portugal é um mercado-chave neste processo.

“A dependência dos pacientes está a aumentar – temos pacientes cada vez mais velhos com necessidades cada vez mais complexas, pelo que é muito importante ter o número certo de pessoas nas enfermarias”, explicou à BBC News Valerie Newton. Os novos funcionários vão entrar entre Junho e Julho ao serviço.

O outro hospital que procura enfermeiros portugueses, o Queen Elizabeth de Birmingham, vai promover um dia em Lisboa, no final de Julho ou início de Agosto, para recrutamento.

“Estamos à procura de enfermeiros experientes de cuidados intensivos (um ano, pelo menos) e de hemodiálise renal que tenham trabalhado com doentes agudos durante, pelo menos, dois anos”, segundo contou por e-mail ao Negócios a responsável por comunicação da instituição, Louise Hulse.

Leia a notícia do Jornal de Negócios, a da BBC e as recomendações da Ordem dos Enfermeiros portugueses.

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